Eric W. Corty, PhD, and Jenay M. Guardiani, BS
School of Humanities and Social Sciences, Penn State Erie, The Behrend College, Erie, PA, USA
Correspondence to Eric Corty, Humanities & Social Sciences, Penn State Erie, The Behrend College, 4951 College Drive, Erie, PA 16563, USA. Tel: 814-898-6238; Fax: 814-898-6032; E-mail: ewcorty@gmail.com
Copyright © 2008 International Society for Sexual Medicine
KEYWORDS
Intravaginal Ejaculatory Latency • Male Orgasmic Disorder • Premature Ejaculation • Coitus • Intercourse • Prevention • Sexual Dysfunction • Sex Therapy
Introduction.
Lay public perceptions about how long intercourse should last are discrepant from objective data on ejaculatory latencies. This may be problematic as the subjective interpretation of latency is a factor related to perceived distress with length of intercourse.
Aim. Quantify the opinion of expert sex therapists as to what are "adequate,""desirable,""too short," and "too long" intravaginal ejaculatory latencies.
Method. A random sample of members of the Society for Sex Therapy and Research in the United States and Canada was surveyed.
Main Outcome Measure. Intravaginal ejaculatory latency, in minutes, for four different conditions: coitus that lasts an amount of time that is "adequate,""desirable,""too short," and "too long."
Results. The interquartile range for the sex therapists' opinions regarding an "adequate" length for ejaculatory latency was from 3 to 7 minutes; "desirable" from 7 to 13 minutes; "too short" from 1 to 2 minutes; "too long" from 10 to 30 minutes.
Conclusions. Therapists' beliefs about ejaculatory latencies were consistent with objective data on ejaculatory latency and were not affected by therapist demographic characteristics such as sex or experience. These results suggest that the average sex therapist believes that intercourse that lasts 3 to 13 minutes is normative and not prima facie worthy of clinical concern. Dissemination to the public of these results may change lay expectations for intravaginal ejaculatory latency and prevent distress. These results may also be beneficial to couples in treatment for sexual problems by normalizing expectations.
Corty EW, and Guardiani JM. Canadian and American sex therapists' perceptions of normal and abnormal ejaculatory latencies: How long should intercourse last? J Sex Med 2008;5:1251–1256.
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29 de junho de 2010
8 de outubro de 2008
Estudo liga ejaculação precoce a problema genético.
Homens com variante genética ejaculam duas vezes mais rápido do que o normal.
BBC Londres - quarta-feira, 8 de outubro de 2008, 13:48
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- Um estudo conduzido por pesquisadores holandeses sugere que a ejaculação precoce pode estar ligada a um problema genético. A equipe, da Universidade de Utrecht, afirma que homens que atingem o clímax sexual rapidamente possuem uma variante genética que altera os níveis do hormônio serotonina. A serotonina é responsável por regular a velocidade da ejaculação, de acordo com os pesquisadores. Os especialistas analisaram 200 voluntários, incluindo 89 que sempre tiveram ejaculação precoce - desde a primeira relação sexual. Durante um mês, suas parceiras utilizaram um cronômetro para registrar quanto tempo eles levavam para ejacular. Os resultados foram comparados com os de outros 92 homens que não tinham histórico de ejaculação precoce. Os especialistas observaram que os homens com essa condição possuíam uma variação do gene que controla a ejaculação, conhecido como 5-HTTLPR, que os fazua ejacular duas vezes mais rápido do que os do outro grupo. Os pesquisadores também perceberam que esses voluntários tinham menor atividade de serotonina entre os nervos da região do cérebro que controla a ejaculação. Segundo o coordenador do estudo, Marcel Waldinger, a baixa atividade de serotonina significa que os sinais nervosos entre os neurônios não são transferidos de forma adequada, influenciando a velocidade da ejaculação. Waldinger diz ainda que os resultados contradizem a idéia de que a ejaculação precoce seja um problema psicológico. "Os resultados sugerem que é possível tratar a condição com terapias genéticas", disse o pesquisador.
- Um estudo conduzido por pesquisadores holandeses sugere que a ejaculação precoce pode estar ligada a um problema genético. A equipe, da Universidade de Utrecht, afirma que homens que atingem o clímax sexual rapidamente possuem uma variante genética que altera os níveis do hormônio serotonina. A serotonina é responsável por regular a velocidade da ejaculação, de acordo com os pesquisadores. Os especialistas analisaram 200 voluntários, incluindo 89 que sempre tiveram ejaculação precoce - desde a primeira relação sexual. Durante um mês, suas parceiras utilizaram um cronômetro para registrar quanto tempo eles levavam para ejacular. Os resultados foram comparados com os de outros 92 homens que não tinham histórico de ejaculação precoce. Os especialistas observaram que os homens com essa condição possuíam uma variação do gene que controla a ejaculação, conhecido como 5-HTTLPR, que os fazua ejacular duas vezes mais rápido do que os do outro grupo. Os pesquisadores também perceberam que esses voluntários tinham menor atividade de serotonina entre os nervos da região do cérebro que controla a ejaculação. Segundo o coordenador do estudo, Marcel Waldinger, a baixa atividade de serotonina significa que os sinais nervosos entre os neurônios não são transferidos de forma adequada, influenciando a velocidade da ejaculação. Waldinger diz ainda que os resultados contradizem a idéia de que a ejaculação precoce seja um problema psicológico. "Os resultados sugerem que é possível tratar a condição com terapias genéticas", disse o pesquisador.
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ejaculação precoce
13 de junho de 2008
Ejaculação precoce angustia homens do mundo todo, mas tem solução.
Publicada em 29/10/2007 às 07h30mMaria Vianna, especial para O Globo Online
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mmmmCerca de 30% dos homens têm algum grau de ejaculação precoce, e o problema pode ser causado por uma série de fatores. Ansiedade, estresse, uma nova parceira, expectativas exageradas em relação ao sexo, muito tempo em abstinência e insegurança são as causas mais comuns. Raramente, a ejaculação prematura é causada por algum problema físico, por isso os urologistas geralmente indicam um tratamento que tenha uma abordagem emocional.
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- A ejaculação rápida, ou precoce, é muito comum entre os homens, principalmente os mais jovens. Não existe um tempo certo para se ejacular, mas o homem deve procurar tratamento se a situação está deixando ele e a parceira frustrados na maioria das vezes em que fazem sexo. É importante lembrar que todo homem ejacula mais rápido do que o esperado uma vez ou outra, mas isso é normal e bastante comum. Nesse caso, não há com o que se preocupar - explica o urologista Marcelo Vieira, titular da Sociedade Brasileira de Urologia de São Paulo.
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- A ejaculação rápida, ou precoce, é muito comum entre os homens, principalmente os mais jovens. Não existe um tempo certo para se ejacular, mas o homem deve procurar tratamento se a situação está deixando ele e a parceira frustrados na maioria das vezes em que fazem sexo. É importante lembrar que todo homem ejacula mais rápido do que o esperado uma vez ou outra, mas isso é normal e bastante comum. Nesse caso, não há com o que se preocupar - explica o urologista Marcelo Vieira, titular da Sociedade Brasileira de Urologia de São Paulo.
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Mas, muitas vezes, o homem sofre em silêncio com problemas que seriam facilmente resolvidos após uma boa conversa com um especialista. Diferentemente das mulheres, que passam a consultar um ginecologista periodicamente quando entram na puberdade, os homens começam a se afastar dos cuidados médicos anuais na medida em que deixam a infância.
- Na maioria das vezes, o resultado é bom quando o paciente procura a terapia e começa a se conhecer melhor. Em muitos casos, o especialista pode recomendar um antidepressivo leve, que além de retardar a ejaculação, também diminui sintomas de nervosismo, angústia e ansiedade que atrapalham na hora do sexo. Existe um antidepressivo de dose única, que pode ser tomado algumas horas antes da relação e que alivia o problema. O importante é o homem saber que há solução e que nem ele nem a parceira precisam sofrer sozinhos por causa disso - diz o urologista.
Mas, muitas vezes, o homem sofre em silêncio com problemas que seriam facilmente resolvidos após uma boa conversa com um especialista. Diferentemente das mulheres, que passam a consultar um ginecologista periodicamente quando entram na puberdade, os homens começam a se afastar dos cuidados médicos anuais na medida em que deixam a infância.
- Na maioria das vezes, o resultado é bom quando o paciente procura a terapia e começa a se conhecer melhor. Em muitos casos, o especialista pode recomendar um antidepressivo leve, que além de retardar a ejaculação, também diminui sintomas de nervosismo, angústia e ansiedade que atrapalham na hora do sexo. Existe um antidepressivo de dose única, que pode ser tomado algumas horas antes da relação e que alivia o problema. O importante é o homem saber que há solução e que nem ele nem a parceira precisam sofrer sozinhos por causa disso - diz o urologista.
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ejaculação precoce
8 de maio de 2008
25 perguntas sobre ejaculação precoce que voce tem vergonha de fazer.
Adaptado de MARCOS DÁVILA - da Folha de S.Paulo
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mmmmPressa e prazer dificilmente dividem o mesmo lençol. Que o digam os 30% de homens do mundo inteiro que sofrem de ejaculação precoce. De olho neles, a indústria farmacêutica acena com mais uma pílula mágica: a dapoxetina, que está em fase final de avaliação pela FDA (agência que regula drogas e fármacos nos EUA). Se aprovada, essa nova droga, que é um antidepressivo de efeito de curto prazo (pode ser usado três horas antes da relação) poderá se transformar num blockbuster comparável ao Viagra, já que ainda não existe nenhum medicamento exclusivo para a ejaculação precoce. "A ejaculação precoce é um problema de saúde pública", afirma a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Estudo da Vida Sexual do Brasileiro, realizado no ano passado pelo Projeto Sexualidade (ProSex), da USP. Na pesquisa, 25,8% dos brasileiros admitiram sofrer de ejaculação precoce. "Isso acaba com a auto-estima do homem e pode se transformar num problema de ereção". A seguir, o Equilíbrio responde 25 questões depois de consultar urologistas, psicoterapeutas, ginecologistas e sexólogos.
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1) O que é ejaculação precoce?
É quando o homem chega ao ápice da relação antes, durante ou logo após a penetração, com o mínimo de estímulo sexual e sem ter desejado. Esse descontrole deve ser persistente, repetitivo e causar sofrimento acentuado ou dificuldade interpessoal.
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2) É possível estabelecer um tempo mínimo para atingir o orgasmo?
A sigla IELT (intravaginal ejaculation latency time) que significa o tempo de permanência do pênis dentro na vagina, desde a entrada até a liberação do sêmen, aparece em muitas pesquisas sobre o tema. Um estudo publicado em julho deste ano no "Journal of Sexual Medicine" chegou a um IELT médio de 5,4 minutos, depois de avaliar durante um mês a vida sexual de 500 casais de cinco países. Outros pesquisadores afirmam que ejacular antes de um minuto após a penetração é o que caracteriza uma ejaculação precoce. Mas em 1,5 minuto a disfunção seria somente "provável". Após diversos estudos feitos nos anos 60 em um laboratório em San Francisco, no auge da revolução sexual, a dupla de pesquisadores norte-americanos Willian Masters e Virgínia Johnson, pioneiros da terapia sexual, chegou à conclusão que o ejaculador rápido é o homem que não consegue se controlar por um tempo suficiente para satisfazer sua companheira em pelo menos 50% dos atos sexuais. Se a parceira persistentemente não chega ao orgasmo por outras razões, que não a rapidez do processo, o conceito deixa de ser válido. Alguns anos depois, esse percentual foi elevado para 80%. "A contribuição de Masters e Johnson, em relação às teses do cronômetro, é justamente valorizar o potencial e o prazer da mulher. Porém, o tempo que a mulher leva para atingir orgasmo é muito variável. Até por razões de repressão cultural, a resposta sexual feminina foi sempre mais demorada: por volta de 10 a 15 minutos, segundo inúmeras pesquisas", afirmava o urologista Moacir Costa no livro "Quando o Sexo É Mais Rápido que o Prazer".
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3) Existe diferença entre ejaculação rápida e precoce?
Não. São duas definições para o mesmo problema. Em 2002, um consenso internacional de disfunções sexuais realizado pela Issir (Sociedade Internacional para o Estudo da Sexualidade e da Impotência), em Paris, mudou a definição de "precoce" para "rápida". A psiquiatra Carmita Abdo, que participou do consenso, afirma que a mudança serviu para deixar a classificação mais objetiva na língua inglesa. "Em português, o termo precoce continua sendo mais apropriado", diz a psiquiatra.
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4) A mulher pode colaborar com o tratamento?
Claro. A intimidade só ajuda nessas horas. Uma mulher compreensiva e disposta a ajudar é fundamental no sucesso do tratamento. Se o ato sexual for encarado mais como uma troca de afeto e menos como uma corrida pelo orgasmo, as chances de melhorar o prazer aumentam. Mulheres competitivas e dominadoras, no entanto, tendem a agravar a situação.
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5) Existe cura para essa disfunção sexual?
Sim. Atualmente, o problema é tratado com psicoterapia, com farmacoterapia ou com uma combinação das duas. Há dois tipos de ejaculador precoce: o primário, que apresenta a disfunção desde o início da vida sexual, e o secundário, aquele que adquiriu o problema depois de ter tido relações satisfatórias por alguns anos. O tratamento medicamentoso nos casos secundários geralmente é mais
eficiente que nos primários. Mas os especialistas afirmam que a combinação entre as duas terapias costuma ter mais sucesso.
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6) É possível tratar a ejaculação precoce com antidepressivos?Antidepressivos em baixas doses são muito utilizados para tratar esse tipo de disfunção. Segundo o urologista Abraham Morgentaler, a idéia original dessa indicação surgiu depois de analisar um efeito adverso bem conhecido dos antidepressivos: retardar o orgasmo. "Alguém inteligente teve a boa idéia de usar isso para quem tinha orgasmo rápido demais", afirma Morgentaler. Atualmente, são utilizados principalmente os antidepressivos do tipo ISRS (inibidores seletivos de recaptação de serotonina), que apresentam menos efeitos adversos. Segundo a psiquiatra Carmita Abdo, os antidepressivos baixam a ansiedade, condensam as secreções e diminuem excitabilidade. É recomendado o uso combinado com a psicoterapia. O medicamento também contribui para que o paciente crie um vínculo maior com a terapia.
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7) Tomar remédios contra disfunção erétil, como Viagra, tem algum efeito?
Alguns médicos recorrem a esse tipo de medicação como parte do tratamento, principalmente nos chamados pacientes secundários, que passaram a gozar rápido depois de terem experimentado uma vida sexual estável. O mecanismo de ação dessa categoria de medicação (inibidores da enzimafosfodiesterase 5, PDE5) ajuda a relaxar as células musculares lisas e aumentar o fluxo sangüíneo para o pênis. E esse tipo de remédio diminui bastante o intervalo entre uma ereção e segunda, o chamado período refratário. Isso ajudaria a inverter o efeito "bola de neve": uma relação insatisfatória baixa a auto-estima e a confiança do homem, aumentando a ansiedade e a chance de fracasso na próxima relação. "O remédio pode reverter esse ciclo vicioso. pois age diretamente na auto-estima do homem", afirma o urologista Joaquim Claro, professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
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8) Qual a origem do problema?
As causas fisiológicas são extremamente raras e controversas, principalmente quando se fala em hipersensibilidade da glande ou alto reflexo ejaculatório. Portanto os fatores emocionais e de condicionamento é que são realmente considerados pelos especialistas. "É como aprender a chutar com a esquerda e a direita", afirma a ginecologista e terapeuta sexual Jaqueline Brendler, presidente da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana. Ela afirma que, durante o "aprendizado sexual", o homem pode acabar se condicionado a gozar rápido. A iniciação sexual também é alvo de discussão. Muitos homens têm suas primeiras transas com prostitutas (que muitas vezes aceleram o ritmo da relação para acabar logo) ou em situações periclitantes (dentro de um carro, na casa dos pais da namorada). "Antigamente, gozar rápido era sinal de virilidade. De meio século para cá, a partir do momento em que a mulher passou a ter seu papel na relação, esse conceito começou a mudar. Os homens passaram a ter de acompanhar o ritmo da parceira e se tornaram mais frágeis, vulneráveis", afirma a psiquiatra Carmita Abdo. "Existem teorias ainda hipotéticas que apontam para predisposição genética e um distúrbio no receptor 5-HTT [responsável pela reabsorção da molécula de serotonina pelos neurônios]", afirma a psiquiatra. Muitos especialistas acreditam que, além de demonstrar pressa nas preliminares e antecipar a penetração, os "rapidinhos" também apresentam um grau de ansiedade elevado em outros setores da vida. E essa ansiedade é retroalimentada pela ejaculação precoce.
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9) Pensar na conta do banco ou no enterro do cachorro ajuda a retardar a ejaculação?
Não. Para poder desenvolver o autocontrole, o homem tem de se concentrar no sexo e no que está acontecendo com o seu corpo. Identificar os estágios do próprio tesão é o primeiro passo para poder controlar a ejaculação. "Tenho pacientes que falam para a mulher se mexer o mínimo possível e pensam em outra coisa. Mas isso cria uma ansiedade ainda maior para a relação", afirma o urologista Celso Marzano, diretor do Isexp (Instituo Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática). Segundo ele, o tratamento da terapia sexual exercita o autorelaxamento para que seja possível conhecer a própria resposta sexual.
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10) Uma ducha fria antes funciona?
Pode servir como forma de relaxamento, mas não tem efeito direto sobre o problema.
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11) Vale tomar um drinque para relaxar?
A questão é delicada. Como o álcool é depressor do sistema nervoso central, é preciso mais estímulos para chegar ao orgasmo, mas uma dose a mais pode comprometer a ereção e arruinar a noite. Além disso, muitos ejaculadores precoces acabam dependentes do álcool para ter relações sexuais.
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12) Qual o efeito de drogas como maconha ou cocaína?
Como o álcool, elas agem no sistema nervoso central, diminuindo a percepção erótica, e podem retardar a ejaculação nas primeiras vezes. Um erro na dosagem também pode causar a perda da ereção. Além disso, o uso abusivo dessas drogas, principalmente da cocaína, pode levar a uma disfunção erétil, além de causar outros problemas emocionais, físicos e sociais.
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13) A aplicação de gel anestésico no pênis tem efeito?
Não. Nenhum estudo científico com esses produtos mostrou resultado. Além disso, o gel pode inibir o prazer da mulher pela anestesia do clitóris.
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14) Anéis penianos vendidos em sex shops podem ser usados para retardar a ejaculação?
Esse tipo de recurso é altamente desaconselhado pelos especialistas. "Tem muita gente que se machuca com isso. É um perigo. Pode causar edema por vasoconstrição, levar a estreitamento da uretra e causar gangrena do pênis. Deveria ser proibido", afirma o urologista Joaquim Claro, da Unifesp.
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15) Existe algum treino físico para melhorar o controle sobre a ejaculação?
A técnica mais famosa é a chamada "start-stop" (começa-pára). O homem deve se masturbar e interromper os movimentos quando perceber que está prestes a gozar. Deve ficar parado até que sensação premonitória da ejaculação desapareça e depois reiniciar os movimentos. Dessa forma, o homem passa a reconhecer os sinais que antecedem o gozo. Também pode ser feito com a ajuda da parceira. Muitos ejaculadores precoces, no entanto, têm um bom controle no momento da masturbação, mas, na hora da penetração, perdem a cabeça. Algumas posições da ioga também são úteis. Exercícios de respiração ajudam no relaxamento e no controle emocional, diminuindo os batimentos cardíacos. Há uma exercício próprio para treinar esse tipo de controle chamado "mulabanda", que consiste na contração e relaxamento dos esfíncters. É preciso fazer uma pressão como se a pessoa precisasse muito ir ao banheiro. Isso fortalece os músculos que fecham o ânus e a uretra, importantes no controle da ejaculação.
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16) Segurar a vontade de urinar e controlar o jato de urina pode ajudar?
Saber controlar o jato de urina ajuda a fortalecer a musculatura envolvida no ato sexual, mas não resolve o problema e transar com a bexiga cheia gera apenas desconforto. "Na índia, há uma infinidade de técnicas. Uma delas é entrecortar o jato de urina várias vezes", afirma o professor de ioga e biólogo Anderson Allegro.
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17) Jovens ejaculam mais rápido?
Por conta da falta de experiência, é normal que pessoas mais novas tenham menos controle desenvolvido, um nível maior de ansiedade em relação ao ato e a confiança reduzida quanto ao desempenho sexual. Quando o comportamento se prolonga por dois ou três anos com prática regular (de duas ou três vezes por mês) sem haver melhora na performance, é aconselhável uma avaliação terapêutica.
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18) Existe diferença entre orgasmo e ejaculação para o homem?Fisiologicamente os dois devem coincidir, mas existem casos em que a ejaculação precede orgasmo e vice-versa. Não são sinônimos: orgasmo é o prazer máximo do ato sexual e ejaculação é a saída de sêmen pela uretra peniana.
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19) Existe alguma posição sexual que favoreça ou não o controle da ejaculação?
Não há uma regra, mas facilita se a relação começar pela posição que seja menos excitante para o homem. Muitos especialistas defendem que a posição "papai mamãe" (o homem sobre a mulher) é a pior para os "rapidinhos" por dois motivos: possibilita contato maior dos corpos e é a posição mais comum, a que o homem já está mais habituado. A necessidade de mudar o "script" também é fundamental no trabalho de descondicionamento sexual. A mulher por cima, deixando os movimentos somente com o parceiro, é uma das primeiras indicadas nas terapias sexuais.
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20) É possível fazer uma cirurgia para diminuir a sensibilidade do pênis?
Essa prática é totalmente condenada pela Sociedade Brasileira de Urologia. Não existe nenhuma comprovação científica dos resultados desse tipo de cirurgia. Chamada de neurotomia, consiste na secção e/ ou cauterização dos nervos penianos. O objetivo é reduzir a sensibilidade da glande como forma de controle da ejaculação, mas pode levar a um quadro parcial ou definitivo de falhas de ereção, dependendo da extensão da lesão nervosa.
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21) Injeções no pênis para melhorar a ereção são recomendadas?
Sim. As injeções permitem que o homem se veja mantendo uma relação por 20,40, 60, 90 minutos, mesmo depois de ter ejaculado. Com isso ele se habitua com a penetração vaginal, coisa que ele não tinha antes, o que diminui a sua ansiedade, o que facilita o trabalho do psicólogo.
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22) A ejaculação representa o fim da relação sexual?
"Para os inteligentes, não", afirma a ginecologista Jaqueline Brendler. "Mesmo depois da ejaculação, se o movimento sexual continuar, a mulher pode chegar ao orgasmo em questões de segundos."
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23) O uso de preservativos ajuda ou atrapalha?
É relativo. Alguns ejaculadores precoces acreditam que a camisinha diminui a sensibilidade e, dessa forma, dá mais chances de segurar os impulsos; há quem use dois preservativos. Outros acham que a parada para a colocação do preservativo é o que atrapalha. Na pesquisa com 500 casais citada na primeira pergunta, o uso ou não de preservativos não teve influência nos resultados do tempo de permanência intravaginal sem ejacular.
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24) Existe relação entre diabetes e ejaculação precoce?
Não. Após muitos anos de doença sem tratamento adequado, diabéticos podem apresentar comprometimento da enervação peniana, que interfere no mecanismo de ereção.
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25) Se masturbar antes de sair com a garota resolve?
Essa técnica é muito difundida entre os "rapidinhos", principalmente entre os mais jovens; já virou até cena de filme de Hollywood, na comédia "Quem vai ficar com Mary?", dos irmãos Farrelly. A idéia de acalmar os ânimos antes do encontro pode ter algum sucesso momentaneamente, mas pode levar para um agravamento do quadro. Deve ser encarada somente como paliativo.
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NOSSA OPINIÃO:
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O tratamento da ejaculação precoce ainda é motivo de controvérsias. A grande maioria dos urologistas no mundo inteiro prefere usar os anti-depressivos, por ser um tratamento oral, consagrado pelos trabalhos, mesmo que estatisticamente os seus resultados sejam um fracasso monumental. Pode-se contar nos dedos de uma mão o número de pacientes que se consideraram curados da ejaculação precoce depois de meses ou anos do término do tratamento com os anti-depressivos. Quase nenhum paciente consegue manter essa medicação por mais do que 12 semanas, devido aos seus efeitos colaterais, alto custo e gradual retorno do problema. Através da terapia combinada médico-psicológica, ou seja, a orientação psicológica MAIS as injeções os pacientes se tornam capazes de manter uma longa relação sexual. Dessa forma, com a diminuição da ansiedade e a recuperação da auto-confiança, esses pacientes são orientados a reduzir progressivamente a dose da medicação injetável, de modo que em 8 a 12 semanas eles recebem alta com o controle ejaculatório totalmente reestabelecido. E o melhor, geralmente para sempre.
NOSSA OPINIÃO:
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O tratamento da ejaculação precoce ainda é motivo de controvérsias. A grande maioria dos urologistas no mundo inteiro prefere usar os anti-depressivos, por ser um tratamento oral, consagrado pelos trabalhos, mesmo que estatisticamente os seus resultados sejam um fracasso monumental. Pode-se contar nos dedos de uma mão o número de pacientes que se consideraram curados da ejaculação precoce depois de meses ou anos do término do tratamento com os anti-depressivos. Quase nenhum paciente consegue manter essa medicação por mais do que 12 semanas, devido aos seus efeitos colaterais, alto custo e gradual retorno do problema. Através da terapia combinada médico-psicológica, ou seja, a orientação psicológica MAIS as injeções os pacientes se tornam capazes de manter uma longa relação sexual. Dessa forma, com a diminuição da ansiedade e a recuperação da auto-confiança, esses pacientes são orientados a reduzir progressivamente a dose da medicação injetável, de modo que em 8 a 12 semanas eles recebem alta com o controle ejaculatório totalmente reestabelecido. E o melhor, geralmente para sempre.
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1 de maio de 2008
Ejaculação Precoce, o que é essa praga?
A definição clássica de ejaculação precoce diz que é a ejaculação involuntária que o homem tem antes do desejado e que ocorre de modo sistemático trazendo desconforto e insatisfação para o homem e para a sua parceira.
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A ejaculação precoce não é uma “patologia”, pois não pode ser medida por nenhum exame de sangue ou quantificada por uma análise laboratorial, apesar de alguns centros clínicos (como o Chicago Medical Group) tentarem medir a sensibilidade do pênis com um “aparelho que mede a sensibilidade do pênis”. Esses aparelhos na verdade mostram o mesmo resultado para todo e qualquer paciente e para todo e qualquer objeto que seja submetido a análise.
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A ejaculação precoce é semelhante à felicidade, uns referem tê-la enquanto outros não. Da mesma forma que uns prefeririam ser um pouco mais felizes, outros gostariam de ejacular um pouco menos rápido.
“E qual é o tempo normal?”, pergunta que escutamos diariamente na clínica? Normal é aquilo que satisfaz ao homem ou ao casal. Pode ser 1 segundo ou uma hora. Pode ser 5 minutos ou meia-hora. Depende do que cada homem ou cada casal considera adequado em se tratando de relação sexual. Responder qual o tempo ideal seria o mesmo que responder qual o carro ideal, ou qual a relação sexual ideal, ou qual o filho ideal? Cada um tem o seu ideal que ainda pode variar com determinada parceira ou em determinado local.
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A ejaculação precoce pode acompanhar o homem desde o início da sua vida sexual, sendo primária ou aparecer depois disso, depois que o homem já teve várias relações com controle adequado da sua ejaculação, sendo então secundária.
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A ejaculação precoce não é uma “patologia”, pois não pode ser medida por nenhum exame de sangue ou quantificada por uma análise laboratorial, apesar de alguns centros clínicos (como o Chicago Medical Group) tentarem medir a sensibilidade do pênis com um “aparelho que mede a sensibilidade do pênis”. Esses aparelhos na verdade mostram o mesmo resultado para todo e qualquer paciente e para todo e qualquer objeto que seja submetido a análise.
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A ejaculação precoce é semelhante à felicidade, uns referem tê-la enquanto outros não. Da mesma forma que uns prefeririam ser um pouco mais felizes, outros gostariam de ejacular um pouco menos rápido.
“E qual é o tempo normal?”, pergunta que escutamos diariamente na clínica? Normal é aquilo que satisfaz ao homem ou ao casal. Pode ser 1 segundo ou uma hora. Pode ser 5 minutos ou meia-hora. Depende do que cada homem ou cada casal considera adequado em se tratando de relação sexual. Responder qual o tempo ideal seria o mesmo que responder qual o carro ideal, ou qual a relação sexual ideal, ou qual o filho ideal? Cada um tem o seu ideal que ainda pode variar com determinada parceira ou em determinado local.
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A ejaculação precoce pode acompanhar o homem desde o início da sua vida sexual, sendo primária ou aparecer depois disso, depois que o homem já teve várias relações com controle adequado da sua ejaculação, sendo então secundária.
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Em geral os homens só procuram o médico após os 35-45 anos de idade. Isso porque, enquanto não apresentam dificuldade de conseguir uma segunda ereção eles valorizam essa segunda ereção, onde o controle da ejaculação é mais fácil.
Mas após os 35-45 anos quando a segunda ereção se torna mais difícil e ele passa a valorizar a primeira ereção mesmo, aí a ejaculação precoce começa a incomodar mais.
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Em geral, os homens com EP se acomodam e se adaptam a essa condição. Eles sabem que estão numa situação de inferioridade em relação às mulheres, mas enquanto se sentirem capazes de fazê-las gozar, nem que seja através de masturbação, o problema está “resolvido”. O difícil é quando as mulheres passam a exigir uma penetração vaginal mais demorada.
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Homens com EP acham que o prazer da mulher é mais importante que o seu próprio prazer, abrindo mão da sua satisfação pessoal para manter a relação com a esposa ou parceira.
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Nesses casos os homens só procuram tratamento médico quando as mulheres demonstram insatisfação com a monotonia da relação que se mantém quase que exclusivamente através das longas praticas masturbatórias e das intermináveis preliminares.
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Quem tem ejaculação precoce só se permite a penetração vaginal minutos antes do termino da relação, pois sabe que 1 a 2 minutos após a penetração aquela relação estará melancolicamente acabada e as desculpas estarão mentirosamente sendo ditas.
Em geral os homens só procuram o médico após os 35-45 anos de idade. Isso porque, enquanto não apresentam dificuldade de conseguir uma segunda ereção eles valorizam essa segunda ereção, onde o controle da ejaculação é mais fácil.
Mas após os 35-45 anos quando a segunda ereção se torna mais difícil e ele passa a valorizar a primeira ereção mesmo, aí a ejaculação precoce começa a incomodar mais.
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Em geral, os homens com EP se acomodam e se adaptam a essa condição. Eles sabem que estão numa situação de inferioridade em relação às mulheres, mas enquanto se sentirem capazes de fazê-las gozar, nem que seja através de masturbação, o problema está “resolvido”. O difícil é quando as mulheres passam a exigir uma penetração vaginal mais demorada.
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Homens com EP acham que o prazer da mulher é mais importante que o seu próprio prazer, abrindo mão da sua satisfação pessoal para manter a relação com a esposa ou parceira.
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Nesses casos os homens só procuram tratamento médico quando as mulheres demonstram insatisfação com a monotonia da relação que se mantém quase que exclusivamente através das longas praticas masturbatórias e das intermináveis preliminares.
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Quem tem ejaculação precoce só se permite a penetração vaginal minutos antes do termino da relação, pois sabe que 1 a 2 minutos após a penetração aquela relação estará melancolicamente acabada e as desculpas estarão mentirosamente sendo ditas.
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ejaculação precoce
19 de abril de 2008
Níveis de testosterona estão associados a problemas de ejaculação.
Níveis de testosterona estão associados a problemas de ejaculação.
J Sex Med. 2007 Apr 9 Corona G, Jannini EA - Andrology Unit, Department of Clinical Physiopathology, University of Florence, Florence, Italy.
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mmmmAinda não está bem esclarecido o papel da testosterona na função ejaculatória. Esse trabalho procurou avaliar a relação entre a testosterona e o hipogonadismo, no controle do reflexo ejaculatório, tanto para ejaculação precoce, como na ejaculação retardada e na ejaculação normal.
mForam avaliados 2437 homens com idade média de 51,9 anos com disfunção sexual que foram submetidos a análise dos níveis hormonais, dados bioquímicos do exame de sangue, alem de uma entrevista estruturada sobre disfunção erétil. Definiu-se como hipogonadismo (baixa função testicular) taxas de testosterona abaixo de 10,4 nmol/L. Entre os pacientes estudados, 714 (26%) tinham queixa de ejaculação precoce e 121 (4,5%) referiam ter ejaculação retardada. A ejaculação precoce foi mais freqüente entre os homens mais jovens (25-40 anos) com maiores taxas de testosterona. E inversamente, entre os mais velhos (55-70 anos), com menores taxas de testosterona as queixas de ejaculação retardada foram mais frequentes. Dessa forma os indivíduos com ejaculação precoce mostraram menores taxas de hipogonadismo (testosterona normal) e homens com ejaculação retardada mostraram maiores taxas de hipogonadismo (diminuição da testosterona).
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Esse trabalho conclui que as taxas de testosterona mais baixas parecem facilitar o controle do reflexo ejaculatório. Homens jovens, que têm taxas mais elevadas de testosterona, têm maior propensão a sofrerem de ejaculação precoce. A terapia de reposição hormonal de testosterona poderia ajudar a reverter as queixas de ejaculação retardada entre os homens de mais idade.
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J Sex Med. 2007 Apr 9 Corona G, Jannini EA - Andrology Unit, Department of Clinical Physiopathology, University of Florence, Florence, Italy.
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mmmmAinda não está bem esclarecido o papel da testosterona na função ejaculatória. Esse trabalho procurou avaliar a relação entre a testosterona e o hipogonadismo, no controle do reflexo ejaculatório, tanto para ejaculação precoce, como na ejaculação retardada e na ejaculação normal.
mForam avaliados 2437 homens com idade média de 51,9 anos com disfunção sexual que foram submetidos a análise dos níveis hormonais, dados bioquímicos do exame de sangue, alem de uma entrevista estruturada sobre disfunção erétil. Definiu-se como hipogonadismo (baixa função testicular) taxas de testosterona abaixo de 10,4 nmol/L. Entre os pacientes estudados, 714 (26%) tinham queixa de ejaculação precoce e 121 (4,5%) referiam ter ejaculação retardada. A ejaculação precoce foi mais freqüente entre os homens mais jovens (25-40 anos) com maiores taxas de testosterona. E inversamente, entre os mais velhos (55-70 anos), com menores taxas de testosterona as queixas de ejaculação retardada foram mais frequentes. Dessa forma os indivíduos com ejaculação precoce mostraram menores taxas de hipogonadismo (testosterona normal) e homens com ejaculação retardada mostraram maiores taxas de hipogonadismo (diminuição da testosterona).
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Esse trabalho conclui que as taxas de testosterona mais baixas parecem facilitar o controle do reflexo ejaculatório. Homens jovens, que têm taxas mais elevadas de testosterona, têm maior propensão a sofrerem de ejaculação precoce. A terapia de reposição hormonal de testosterona poderia ajudar a reverter as queixas de ejaculação retardada entre os homens de mais idade.
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26 de fevereiro de 2008
Por que eu não prescrevo anti-depressivos no tratamento da Ejaculação Precoce?
A ejaculação precoce (EP) é reconhecida como a mais comum de todas as disfunções sexuais do homem e os anti-depressivos são os medicamentos mais utilizados no mundo inteiro para o seu tratamento.
Eles atuam inibindo a recaptação da serotonina no cérebro e têm, como efeito colateral, a capacidade de retardar o reflexo ejaculatório produzido pelo aumento da pressão do sêmem na uretra bulbar durante a fase de excitação do estímulo sexual.
Os estudos mostram que esses medicamentos conseguem aumentar o tempo de penetração vaginal de modo que o indivíduo ejacule em até 3 ou no máximo em 4 minutos. Não há nenhum trabalho que demonstre um efeito maior do que 4 minutos. Para quem sofre de EP, aumentar o tempo de penetração de ½ minuto ou de 1 minuto para 3 ou 4 minutos, significa um enorme ganho percentual. No entanto, considerar que isso seja a solução, já duvido muito. Por que? Porque as mulheres necessitam de um tempo muito maior do que esses 3 ou 4 minutos para atingirem o orgasmo. Por isso considero esse resultado insatisfatório, e os pacientes também percebem isso com o passar do tempo, razão pela qual invariavelmente todos eles abandonam o tratamento. Tanto que não há nenhum trabalho na literatura médica que demonstre bons resultados no controle da EP depois de 12 semanas de tratamento.
Isso sem contar os inconvenientes de ter que comprar e ter que tomar um anti-depressivo todos os dias, ou às vésperas de uma relação sexual, que tem como principais efeitos colaterais, além de retardar em 2 ou 3 minutos a ejaculação, a boca seca, a diminuição da libido, náusea, sonolência diurna, cefaléia, idéias de suicídio, constipação intestinal, tremores, zumbidos e outros efeitos indesejados.
Isso sem contar os inconvenientes de ter que comprar e ter que tomar um anti-depressivo todos os dias, ou às vésperas de uma relação sexual, que tem como principais efeitos colaterais, além de retardar em 2 ou 3 minutos a ejaculação, a boca seca, a diminuição da libido, náusea, sonolência diurna, cefaléia, idéias de suicídio, constipação intestinal, tremores, zumbidos e outros efeitos indesejados.
Um trabalho de Sex Med. 2008 Jan;5(1):227-33 mostra que antidepressivos ISSR podem causar uma importante perda prolongada da libido, mesmo depois de meses de suspensão do seu uso diário.
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24 de fevereiro de 2008
A Eficácia e a Tolerabilidade da Dapoxetina no Tratamento da Ejaculação Precoce.
Pryor JL, Althof SE, Steidle C, Rosen RC, Hellstrom WJ, Shabsigh R, Miloslavsky M, Kell S; Dapoxetine Study Group. University of Minnesota, Minneapolis, MN 55455, USA. pryor001@umn.edu Lancet. 2006 Sep 9;368(9539):929-37.
Nenhuma droga está formalmente aprovada para o tratamento da ejaculação precoce (EP) até hoje. O objetivo desse estudo foi determinar a eficácia e tolerabilidade do uso da dapoxetina sob demanda, no tratamento dos pacientes que sofrem EP severa. Esse estudo foi realizado em 121 cidades americanas durante 12 semanas. 2.610 homens heterosexuais participaram do estudo, tomando placebo, dapoxetina 30 mg e dapoxetina 60 mg, sempre uma hora antes das relações sexuais. Ao final de 12 semanas, observou-se que o tempo de penetração vaginal aumentou em 1,75 minutos nos que tomaram placebo, 2,78 minutos nos que tomaram a dapoxetina 30 mg e 3,32 minutos nos que usaram a dose de 60mg. Os efeitos adversos mais comuns foram náusea, diarréia dor de cabeça e tonteira. Conclui o estudo que tomar dapoxetina uma hora antes da relação sexual foi considerado um tratamento efetivo e bem tolerado pelos homens portadores de ejaculação precoce.
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Nenhuma droga está formalmente aprovada para o tratamento da ejaculação precoce (EP) até hoje. O objetivo desse estudo foi determinar a eficácia e tolerabilidade do uso da dapoxetina sob demanda, no tratamento dos pacientes que sofrem EP severa. Esse estudo foi realizado em 121 cidades americanas durante 12 semanas. 2.610 homens heterosexuais participaram do estudo, tomando placebo, dapoxetina 30 mg e dapoxetina 60 mg, sempre uma hora antes das relações sexuais. Ao final de 12 semanas, observou-se que o tempo de penetração vaginal aumentou em 1,75 minutos nos que tomaram placebo, 2,78 minutos nos que tomaram a dapoxetina 30 mg e 3,32 minutos nos que usaram a dose de 60mg. Os efeitos adversos mais comuns foram náusea, diarréia dor de cabeça e tonteira. Conclui o estudo que tomar dapoxetina uma hora antes da relação sexual foi considerado um tratamento efetivo e bem tolerado pelos homens portadores de ejaculação precoce.
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NOSSA OPINIÃO:
Outro remédio envolvido na área da sexualidade masculina. Mais alguns anos e os laboratórios vão nos fazer acreditar que é errado e anormal ter relações sexuais ou se apaixonar, sem tomar algum tipo de droga. Estudos de laboratórios têm quase sempre bons resultados, quando estes estão prestes a lançar algum produto no mercado. A questão é que na prática fica difícil tomar um anti-depressivo (a dapoxetina é apenas mais um anti-depressivo) para ter uma relação onde o tempo de penetração vai passar para os "longuíssimos" 3 ou 4 minutos. Pode até funcionar bem nas primeiras vezes, mas duvido que alguém considere essa opção para sempre.
NOSSA OPINIÃO:
Outro remédio envolvido na área da sexualidade masculina. Mais alguns anos e os laboratórios vão nos fazer acreditar que é errado e anormal ter relações sexuais ou se apaixonar, sem tomar algum tipo de droga. Estudos de laboratórios têm quase sempre bons resultados, quando estes estão prestes a lançar algum produto no mercado. A questão é que na prática fica difícil tomar um anti-depressivo (a dapoxetina é apenas mais um anti-depressivo) para ter uma relação onde o tempo de penetração vai passar para os "longuíssimos" 3 ou 4 minutos. Pode até funcionar bem nas primeiras vezes, mas duvido que alguém considere essa opção para sempre.
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22 de fevereiro de 2008
Ejaculatory disorders: pathophysiology and management.
Nat Clin Pract Urol. 2008 Feb;5(2):93-103.
Bettocchi C, Verze P, Palumbo F, Arcaniolo D, Mirone V.
Department of Urology, University of Bari, Italy.
Ejaculatory dysfunction (EjD) is one of the most common male sexual disorders, yet EjD is still frequently misdiagnosed or overlooked as a result of numerous patient and physician barriers. The wide spectrum of EjD ranges from premature or rapid ejaculation, through delayed ejaculation, to a complete inability to ejaculate--otherwise known as anejaculation--and includes retrograde ejaculation and painful ejaculation. Conventional algorithms for managing ejaculatory disorders are based either on an organic or psychogenic etiology, with the latter more traditionally considered the main cause. This paper reviews physiopathological, diagnostic and therapeutic aspects of ejaculation disorders, with a particular focus on the most prevalent disorder, premature ejaculation.
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Bettocchi C, Verze P, Palumbo F, Arcaniolo D, Mirone V.
Department of Urology, University of Bari, Italy.
Ejaculatory dysfunction (EjD) is one of the most common male sexual disorders, yet EjD is still frequently misdiagnosed or overlooked as a result of numerous patient and physician barriers. The wide spectrum of EjD ranges from premature or rapid ejaculation, through delayed ejaculation, to a complete inability to ejaculate--otherwise known as anejaculation--and includes retrograde ejaculation and painful ejaculation. Conventional algorithms for managing ejaculatory disorders are based either on an organic or psychogenic etiology, with the latter more traditionally considered the main cause. This paper reviews physiopathological, diagnostic and therapeutic aspects of ejaculation disorders, with a particular focus on the most prevalent disorder, premature ejaculation.
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NOSSA OPINIÃO:
NOSSA OPINIÃO:
A ejaculação precoce é quase sempre de causa emocional e deve ser tratada obrigatoriamente com a participação de um psicologo, junto com o urologista. O ideal é a terapia combinada e o tratamento dura de 2 a 3 meses.
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