3 de fevereiro de 2010

Banho de sol aumenta libido masculina, sugere estudo.

G1-03-02-10

Um estudo feito por pesquisadores na Áustria sugeriu que o banho de sol pode aumentar a libido masculina pois a vitamina D produzida eleva a concentração de testosterona no sangue. Especialistas advertem que exposição excessiva ao sol pode causar câncer de pele. Boa parte da vitamina D é sintetizada pela pele ao ser exposta à luz do sol e o restante é proveniente dos alimentos.

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Estudo avaliou 2.299 homens

O estudo, divulgado na revista "Clinical Endocrinology", incluiu 2.299 homens e constatou que os homens tinham uma concentração menor tanto da vitamina quanto do hormônio durante o inverno e uma concentração mais alta no auge do verão. A testosterona pode ter um impacto sobre a libido e os níveis de energia do homem. Ela também tem funções essenciais tanto em homens quanto em mulheres, mantendo a força muscular e a densidade óssea.

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Suplementos
Winfried Marz e seus colegas que participaram do estudo disseram que os cientistas deveriam agora verificar se suplementos de vitamina D têm o mesmo efeito sobre a testosterona.
"Os homens que cuidam para que o seu organismo tenha um suprimento de vitamina D suficiente estão fazendo algo bom para os seus níveis de testosterona e sua libido, além de outras coisas", afirmou Ad Brand, do Sunlight Research Forum. O fórum, sediado na Holanda, foi criado para divulgar as descobertas científicas a respeito dos efeitos do sol sobre a saúde.
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Mas especialistas em câncer advertem que exposição excessiva ao sol é prejudicial à saúde.
"Nós sabemos que, em termos médicos, nós podemos aumentar a libido e o bem-estar geral dos homens com baixa concentração de testosterona através de uma terapia de reposição hormonal", afirmou Allan Pacey, especialista em andrologia da Universidade de Sheffield. "Mas isso é dentro de um conjunto determinado de circunstâncias clínicas em que a produção de testosterona é baixa."
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Jessica Harris, da Pesquisa do Câncer da Grã-Bretanha, também advertiu contra a exposição excessiva ao sol: "As pessoas também podem aumentar sua concentração de vitamina D comendo mais alimentos como peixes oleosos, tais como salmão, truta ou cavala."

19 de dezembro de 2009

CANETA INJETORA

Caneta injetora para seringa BD de 1ml para injeção de insulina de diabéticos. Introduz a agulha e injeta a insulina ao mesmo tempo. Ideal também para injeção intracavernosa no tratamento da disfunção erétil.
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A caneta injetora facilita a aplicação de qualquer medicamento injetável que use a seringa BD de 1ml. Crianças ou idosos com pouca coordenação motora aplicam a medicação com toda facilidade.
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Outra vantagem é que a caneta pode ser transportada na bolsa pronta para o uso, com a seringa abastecida. Basta retirar a tampinha, encostar na pele e apertar o botão. No mesmo segundo a seringa é introduzida e a insulina é injetada.
Feita de plástico bastante resistente, tem a duração de anos a fio.
Veja no filme como é fácil o seu uso.
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Para mais informações entre em contato pelo e-mail:
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mmmmmmmmcanetainjetora@bol.com.br
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video

18 de dezembro de 2009

CANETA INJETORA

CANETA INJETORA de seringa BD de 1ml para aplicação de insulina.
Veja o filme explicativo em
www.youtube.com/watch?v=SSWzOiViPPw

21 de setembro de 2009

Justiça garante prótese penina para idoso em Nova Iguaçu.

O Globo 21-09-09

Um homem de 61 anos, que recentemente passou por uma cirurgia de próstata, teve seu direito a uma prótese peniana garantida pela Justiça nesta segunda-feira. De acordo com uma decisão do Tribunal de Justiça do Rio, o município de Nova Iguaçu será obrigado a fornecer a prótese ao idoso que passou a sofrer de disfunção erétil após a cirurgia. Segundo o processo, o homem afirma que não possui condições de pagar pelo produto sem comprometer sua aposentadoria.

O município de Nova Iguaçu, no entanto, alegou que "a cirurgia e o pós-operatório foram realizados com sucesso, livrando o paciente de um câncer". Além disso, o município alegou que a disfunção erétil é "compatível" com a idade do paciente. Certo, então o fato de ter sido curado de um câncer compensa a falta de sexo, já que, aliás, na idade dele isso é normal....Tá bom.

Para o relator do processo, desembargador Marco Aurélio Bezerra de Melo, é responsabilidade dos entes públicos o fornecimento gratuito de medicamentos, produtos e serviços necessários à recuperação da saúde do cidadão. Além disso, o desembargador escreveu em seu voto que a disfunção erétil afeta profundamente a auto-estima da pessoa, provocando um quadro de ansiedade, angústia, depressão e até suicídio. Minimizar esses efeitos por tratar-se de um paciente com mais de 60 anos, afirmou o magistrado, é ato puramente discriminatório e preconceituoso.

14 de setembro de 2009


52-Week Treatment with Diet and Exercise Plus Transdermal Testosterone Reverses the Metabolic Syndrome and Improves Glycaemic Control in Men with Newly Diagnosed Type 2 Diabetes and Subnormal Plasma Testosterone - Abstract


Thursday, 16 July 2009
Men with the metabolic syndrome (MetS) and type 2 diabetes (T2D) often have low testosterone levels. Elevating low testosterone levels may improve features of the MetS and glycemic control. In a single blind, 52-week randomized clinical trial, the effects of supervised diet and exercise (D&E) with or without transdermal testosterone administration on components of the MetS in hypogonadal men with the MetS and newly diagnosed T2D were assessed. 32 hypogonadal men (total testosterone <12.0 nmol/L) with the MetS as defined by the Adult Treatment Panel-III and the International Diabetes Federation, and newly diagnosed T2D received supervised D&E but 16 in combination with testosterone gel 50 mg once daily (n=16). No glucose lowering agents were administered prior to or during the study period. Outcome measures were components of the MetS as defined by the ATPIII and IDF. Serum testosterone, HbA1c, fasting plasma glucose, HDL-cholesterol, and triglyceride concentrations, and the waist circumference improved in both treatment groups after 52-weeks of treatment. Addition of testosterone significantly further improved these measures compared to D&E alone. All D&E+T patients reached the HbA1c goal of <7.0%, 87.5% reached an HbA1c <6.5%. Based on ATPIII, 81.3% of the patients randomized to D&E+T no longer matched the criteria of the MetS, whereas 31.3% of the D&E alone patients did. Additionally, testosterone treatment improved insulin sensitivity, adiponectin and high-sensitivity C-reactive protein. Addition of testosterone to supervised D&E results in greater therapeutic improvements of glycaemic control and reverses the MetS after 52-weeks of treatment in hypogonadal patients with the MetS and newly diagnosed T2D.

Written by:
Heufelder AE, Saad F, Bunck MC, Gooren LJ Are you the author?

Reference:
J Androl. 2009 Jul 3. (Epub ahead of print)

4 de abril de 2009

Aumentar o pênis é possível, mas (muito) perigoso.

Pergunte a qualquer homem se está satisfeito com o próprio pênis. A chance de que ele diga não é de 90%, segundo médicos acostumados a ouvir lamentações. Além de alongar, a maioria gostaria de modificar a espessura de seu pênis. Quando isso era apenas uma fantasia, não havia problema. Ocorre que, recentemente, os homens passaram de fato a engrossar o pênis – com resultados frequentemente desastrosos, que vêm sendo percebidos nos consultórios médicos. O cirurgião vascular Carlos Araújo, de São Paulo, diz que tem atendido em média cinco pacientes por mês com problemas decorrentes desse procedimento. “Eles chegam com inflamações e deformações. O pênis fica igual a um saco de batatas”, diz o médico.
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O profissional liberal paulistano que prefere ser identificado como Sérgio, de 35 anos, é uma das vítimas dessa situação. Infeliz com a grossura de seu pênis, ele descobriu na internet, no ano passado, um médico que prometia aumentá-la. Pagou R$ 3.500 por uma aplicação de PMMA (polimetilmetacrilato, líquido usado em preenchimentos estéticos). Logo começou a sentir dores, ardência e dificuldade nas relações sexuais. Foi diagnosticado com uma séria inflamação, que pode acabar em cirurgia. “Eu me arrependo muito. Estou com problemas psicológicos e conjugais”, afirma.
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Do ponto de vista legal, esse tipo de procedimento não é irregular. O PMMA foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária como material para aumentar a espessura de pênis e de lábios vaginais. Apesar disso, a comunidade médica não recomenda essa utilização. “O PMMA é mais indicado em cirurgias reparadoras, normalmente no rosto. Para engrossar o pênis está fora de questão”, diz o cirurgião José Tariki, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. O Conselho Federal de Medicina concorda. “A técnica não é proibida, mas não aconselhamos. Carece de comprovação científica”, diz Antônio Gonçalves Pinheiro, da Câmara Técnica de Cirurgia Plástica. O aumento da espessura tampouco é recomendado pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). “É uma técnica experimental. Já vi muitos pênis deformados”, diz Eduardo Bertero, chefe do Departamento de Andrologia da SBU. Ele tem atendido, em média, três pacientes por mês com problemas decorrentes do “preenchimento”.
Bertero diz que a maioria dos homens que procuram o procedimento são jovens com pênis normais. A média do brasileiro, ereto, é de 12 a 14 centímetros de comprimento e de 6 a 8 centímetros de perímetro. Depois do preenchimento, afirma, o pênis pode ficar disforme, com consistência meio gelatinosa e “absurdamente pesado”. Por que os homens embarcam nessa? “O pênis é um instrumento de poder. Os que têm tamanho acima da média divulgam, e os que têm tamanhos normais se acham anormais”, diz o urologista Celso Marzano. Com o PMMA, os homens costumam ganhar entre 5 e 8 centímetros no perímetro do pênis. “É um absurdo. Há pacientes que nem conseguem mais penetrar a própria mulher”, afirma Carlos Araújo.
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Apesar dos argumentos em contrário, há vários médicos que praticam o engrossamento de pênis – embora não gostem de falar sobre isso. Dos quatro procurados por ÉPOCA, apenas o cirurgião Bayard Fischer Santos, de Porto Alegre, concordou em dar entrevista. Ele é o personagem central de um site na internet com o nome de Vítimas do Dr. Bayard e Outros Operadores de Pênis. “Isso tudo é balela. A técnica é das mais seguras que existem. Já fiz em mais de 5 mil pacientes desde 1988”, afirma. Os homens que chegam ao consultório dele querem aumentar, em média, de 4 a 5 centímetros o perímetro do pênis. Bayard Santos diz que “pênis com menos de 13 centímetros de perímetro não preenche direito a vagina”. Mas, mesmo nos homens que atingem essa medida, ele faz o procedimento se o paciente desejar. “Se chegar a 14 ou 14,5 centímetros de perímetro, melhora a qualidade do ato”, ele afirma. Diz também que geralmente a mulher se posiciona contra, mas depois pede para o homem colocar mais. Sobre a quantidade de material injetada, ela é experimental. “Injeto o necessário para chegar à medida que a pessoa quer”, afirma. Bayard diz que cada 10 mililitros aumentam de 0,6 a 0,8 centímetro o perímetro. Então, conforme o que o paciente pede, ele vai injetando de 10 em 10 mililitros. Geralmente são duas aplicações. Bayard diz usar mais de uma substância, com diferentes resultados. “O PMMA é para os que querem nódulos no pênis, para um sexo diferenciado”, diz ele.
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Nos Estados Unidos, a técnica é condenada pela Associação Americana de Urologia como “insegura e ineficaz”. O neurourologista israelense Yoram Vardi, que fez duas revisões da literatura médica sobre engrossamento de pênis, chegou à mesma conclusão: “Não há nenhuma indicação para esse tipo de procedimento na literatura médica”.
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Indiferente à polêmica, o representante comercial paulistano Alexandre, de 32 anos, está satisfeito com as duas aplicações que fez em 2008 e que lhe custaram R$ 7 mil. “Eu faria tudo de novo”, diz ele. Alexandre procurou o médico porque achava que havia “algo de errado” com seu pênis. Bayard Santos o examinou, disse que suas medidas eram normais, mas que poderiam melhorar. Alexandre topou, fez o preenchimento e diz estar feliz. “É uma roleta-russa”, afirma o cirurgião Carlos Araújo. Vale a pena desafiar a sorte e pôr em risco uma das partes mais sensíveis da anatomia masculina? Isso depende de cada um. Mas a psicoterapeuta Fernanda Robert desaconselha. Ela diz que aumentar ou engrossar o pênis não muda o comportamento sexual dos homens: “Se a pessoa está infeliz com sua sexualidade, isso não vai mudar”.
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26 de março de 2009

Circuncisão previne herpes e HPV, diz estudo.

quinta-feira, 26 de março de 2009, 11:42
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- Uma pesquisa realizada por cientistas em Uganda e pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, sugere que a circuncisão pode ajudar a evitar um número maior de doenças sexualmente transmissíveis do que se acreditava antes. O estudo, publicado na revista especializada New England Journal of Medicine, constatou que homens circuncidados têm menos risco de contrair herpes genital ou de serem infectados pelo papilomavírus humano, conhecido como HPV, que pode causar câncer do colo do útero em mulheres e verrugas nos órgãos genitais nos dois sexos. Já é sabido que a circuncisão reduz drasticamente o risco de infecção pelo vírus HIV.
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A pesquisa dos cientistas em Uganda envolveu cerca de 3,5 mil homens e monitorou suas atividades sexuais durante um período de até dois anos. Os pesquisadores da Universidade Johns Hopkins descobriram que a circuncisão reduziu o risco de herpes em 25% e diminuiu em um terço o risco de contrair o papilomavírus humano. "Estes novos dados devem levar a uma grande reavaliação do papel da circuncisão masculina não apenas na prevenção do vírus HIV, mas também na prevenção de outras infecções sexualmente transmissíveis", afirmaram Matthew Golden e Judith Wasserheit, da Universidade de Washington, no artigo publicado.
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Pesquisas anteriores concluíram que a circuncisão também diminui o risco de infecção pelo HIV, o que levou a Organização Mundial de Saúde (OMS) a incluir o procedimento no seu pacote de recomendações para prevenção e combate à Aids no mundo. Os números de circuncisões realizadas nos Estados Unidos estão em queda, principalmente entre as populações hispânica e negra, grupos com as mais altas taxas de infecção por HIV, herpes e câncer do colo do útero. Mas os pesquisadores esperam que os números apresentados no estudo levem a mudança da forma como os serviços de saúde aconselham pacientes e pais na questão da circuncisão. "Todos os que cuidam da saúde de mulheres grávidas e bebês têm a responsabilidade de garantir que mães e pais saibam que a circuncisão poderá ajudar a proteger seus filhos das três doenças sexualmente transmissíveis mais comuns e mais graves, que atualmente não podem ser curadas", disse Wasserheit.
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O câncer do colo do útero é a segunda causa mais comum de morte causada por câncer entre mulheres do mundo todo. Ainda não se sabe a razão de o prepúcio - a pele ao redor do pênis que é removida na operação de circuncisão - aumentar o risco de infecção por vários vírus. Mas, pesquisas sugeriram que a umidade no pênis torna o homem mais vulnerável a vírus como o HIV, criando pequenas feridas por onde o vírus pode entrar. No entanto, Colm O'Mahony, especialista em saúde sexual do Hospital Countess of Chester Foundation Trust, em Chester, Grã-Bretanha, afirma que apresentar a circuncisão como uma solução envia a mensagem errada à população. "Sugere que mulheres infectam homens inocentes, portanto devemos proteger os homens inocentes. E permite que homens que não querem mudar seu comportamento irresponsável continuem tendo várias parceiras sem nem mesmo usar um preservativo", afirmou.
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Keith Alcorn, do serviço de informações britânico sobre HIV NAM, também encara a circuncisão com ceticismo. "Temos que ter cuidado para não pegar fatos de uma parte do mundo e aplicar sem análise crítica em outras partes. Circuncisão masculina terá pouco impacto no risco de infecção por HIV entre meninos nascidos na Grã-Bretanha, onde o risco que adquirir o vírus em relações heterossexuais é baixo." "Meninas podem ser vacinadas contra o HPV e protegidas do câncer do colo do útero, e preservativos protegem contra herpes", afirmou.
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25 de março de 2009

ALIENAÇÃO PARENTAL

A alienação parental é a implantação de falsas memórias em filhos pelo pai ou pela mãe que detém a guarda judicial. É o ato de programar uma criança, através de “lavagem cerebral” para que desrespeite e odeie o genitor não-guardião sem justificativa idônea. Através de mentiras sistemáticas, as mães alienantes inventam e distorcem os fatos de modo a diminuir o valor do outro cônjuge, como uma forma doentia de vingança.
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Essas mães fazem de tudo para que os filhos rejeitem e odeiem o pai. A tática consiste em repetir mentiras sobre o pai e sobre a família do pai, de modo a desmoralizá-lo e desqualificá-lo de todas as formas possíveis. Essas mães educam os filhos para que odeiem, desconsiderem ou esqueçam o pai sem qualquer justificativa. Trata-se de uma verdadeira campanha para desmoralizar o genitor. Os filhos são usados como instrumentos de chantagem emocional, de uma agressividade covarde e de vingança direcionada ao pai, o ex-marido. Trata-se de uma reação doentia e patológica de mulheres maldosas e vingativas, que usam os filhos como arma contra o ex-marido contra quem carregam um ódio desmedido que beira a loucura e a insanidade. A necessidade de agredir o ex-marido passa a ser mais importante até mesmo do que criar e educar os filhos com carinho, amor, harmonia e respeito.
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A mãe age como uma ditadora e ao destruir a relação dos filhos com o pai assume o controle total daquilo que os filhos irão pensar e acreditar sobre o pai. A mãe se comporta com autoritarismo forçando os filhos a acreditar naquilo que ela quer que seja verdade. O pai passa a ser considerado um invasor, um estranho, um intruso que deve ser evitado, afastado e rejeitado a qualquer preço. Este conjunto de manobras confere prazer e satisfação doentia a essas mães em sua trajetória de promover a destruição do antigo parceiro.
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A mãe que detem a guarda do filho vale-se de comportamentos manipuladores, induzindo os filhos, por meio de técnicas e processos como os de uma “lavagem cerebral”, a criar uma má imagem do pai, visando puni-lo e expulsá-lo por completo da vida dos filhos. Com o tempo, o filho, consciente ou inconscientemente, passa a colaborar com essa finalidade, situação altamente destrutiva para ele e para o pai excluido.
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Agindo desse modo, a mãe condena os filhos à condição de órfãos de pai vivo cujo único “crime” foi amar os filhos e querer tê-los em sua companhia. É comum essas mães substituírem o pai por outro homem qualquer como um namorado, o amante ou o novo marido, como se fossem o novo pai de seus filhos, à medida que afasta cada vez mais o verdadeiro pai dos filhos. O filho não se sente orgulhoso de seu verdaeiro pai como as demais crianças, sendo obrigado a gostar de um estranho como se fosse o seu pai.
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A criança, que amava o seu pai, é levada a afastar-se dele, o que gera uma contradição de sentimentos e destrói o vínculo entre pais e filhos. A criança fica órfã do pai afastado e acaba se identificando com a genitora patológica, passando a acreditar e aceitar como verdadeiro tudo que lhe é informado, inclusive fatos inventados por ela, frutos do seu delírio patológico. Em geral essas mães são apoiadas pelos seus familiares, o que reforça nas crianças, a certeza de que elas estão certas. No entanto esse apoio familiar visa apenas evitar brigas, conflitos e problemas domésticos, apesar de estes familiares saberem que esse erro equivale a um crime.
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Os filhos se veem numa situação de extremo conflito, pois antes devia lealdade a ambos, pai e mãe, e agora se vê obrigada a ser leal apenas a sua mãe contra o seu pai. Para estar bem com a sua mãe, a criança passa ser obrigada a desonrar o pai.
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Essas crianças são convencidas da existência fatos irreais e levadas a repetir o que lhes é afirmado como tendo realmente acontecido, mesmo que não seja verdade. Nem sempre as crianças conseguem perceber que estão sendo manipuladas e acabam acreditando naquilo que lhes foi dito de forma insistente e repetida pela mãe. Com o tempo, nem a mãe consegue mais distinguir a diferença entre a verdade e a mentira. A sua mentira passa a ser verdade para os filhos, que vivem com falsas imagens de uma falsa existência, implantando-se assim, as falsas memórias. Essas crianças acabam adotando o modelo de comportamento patológico e deturpado dessas mães, agindo de conforme aquilo que eles acreditam ser o certo, que foi determinado por elas.
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Pais nessas condições continuam pagando a escola e a pensão para filhos que eles, efetivamente não veem e não participam do convívio, da educação, da formação, e de todos os direitos e obrigações que cabem a todos os pais.
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A alienação parental ser feita de várias formas.
-A mãe desestimula o contato dos filhos com o pai, buscando motivos fúteis e banais para impedir as visitações quinzenais determinadas pelo juiz. Tudo passa a ser mais importante do que estar com o pai como viagens, estudos, convívio com colegas, afazeres domésticos, aniversários, tempo quente, tempo frio, chuva; enfim, tudo serve como desculpas e mentiras.
-A mãe repete frases diariamente como: “cuidado, seu pai quer roubar você de mim”; “seu pai me batia, você não se lembra?”; “seu pai não paga a pensão”; “seu pai me ameaça e vive me perseguindo”; “a família do seu pai não presta”; “seu pai me traiu com outras”; “ seu pai não deixa voce viajar”, “ seu pai nunca gostou de voces”, etc.
-A mãe impede os filhos de ter fotografias do pai e da família do pai, cortando as fotografias onde todos aparecem juntos.
-A mãe obriga os filhos a repetirem em voz alta o que ela quer que eles acreditem.
-A mãe impede ou dificulta o pai de participar da vida escolar dos filhos, de participar das reuniões e festejos escolares. A mãe não comunica o pai sobre a saúde dos filhos.
-A mãe restringe e proíbe terminantemente, a proximidade dos filhos com os avós e tios paternos.
-A mãe entra com processos na justiça contra o pai numa forma de mostrar que o pai não paga as suas obrigações mesmo que as pague.
-A mãe omite os pagamentos a serem feitos pelo pai para cobrá-los na justiça e reforçar a idéia de que o pai é um mau pagador de suas obrigações e um mau elemento.
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Os filhos, como mecanismo de autodefesa, negam o conflito, acham que rejeitam o pai por crença própria, e não por induzimento da mãe.
O sofrimento que a alienação parental causa nesses pais muitas vezes faz com que eles se afastem dos filhos durante longos meses ou até mesmo alguns anos, na esperança de que um dia as coisas se resolvam. Em geral, durante a adolescência, os filhos começam a perceber que foram manipulados e, aos poucos, restabelecem o contato e o convívio com o pai e com a família do pai. No entanto o dano causado pelo afastamento de pai e filhos é irreparável e nada é capaz de recuperar o tempo que foi para sempre perdido.
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Quando adulto, os filhos percebem que foram cúmplices inconscientes de uma grande injustiça ao genitor alienado (pai), passando a odiar o genitor alienante (mãe), principalmente depois que também forem pai e lembrarem o que fizeram o seu pai passar.

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COMO IDENTIFICAR A SÍNDROME NA CRIANÇA?
1)- Agressividade verbal ou física, justificada pelo filho por motivos fúteis ou absurdos. (não quero mais te ver, não quero mais falar com voce, não quero mais estar com a sua família).
2)- Sentimento de ódio, expresso sem ambivalência, sem demonstrar culpa por denegrir ou agredir o genitor alienado e parentes.
3)- O filho afirma que chegou sozinho às suas conclusões e adota a defesa do genitor alienador de forma racional.
4)- O filho conta casos que não viveu e guarda na memória fatos considerados ''negativos'' sobre o genitor alienado, que ele não se lembraria sem a ajuda de outra pessoa.
5)- Não quer se encontrar com o genitor alienado.
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19 de março de 2009

Estudos conflitantes não definem se PSA é eficaz no diagnóstico do câncer de próstata.

Publicada em 19/03/2009 às 18h11m
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RIO - Dois grandes estudos divulgados esta semana no "New England Journal of Medicine" sobre a eficácia do teste do antígeno prostático específico (PSA), um dos mais comuns na detecção precoce do câncer de próstata, mostraram informações conflitantes sobre a importância do exame para homens sem os sintomas da doença.
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No estudo americano, os pesquisadores chegaram à conclusão de que o teste de PSA anual pode detectar mais tumores em estágio inicial, mas não reduz a mortalidade dos portadores da doença. Já no europeu, os resultados indicam que o teste feito a cada 4 anos pode diminuir as mortes em 20%, mas também produzem um excesso de diagnósticos errados.
Atualmente, o teste de PSA é recomendado para todos os homens acima dos 50 anos por diversas entidades, entre elas a Sociedade Americana de Câncer.
" Os sintomas do câncer de próstata só aparecem quando a doença está avançada. No início, o homem não sente nada (Carlos Corradi, urologista) "
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Porém, outros estudos indicam que cerca de 30% dos tumores da próstata são pouco agressivos e crescem lentamente, o que faria com que os tratamentos contra o câncer trouxessem mais malefícios do que benefícios para certos pacientes. No ano passado, um time de especialistas americanos declarou que o PSA não deveria ser feito por homens acima dos 75 anos.
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O estudo americano teve início em 1992 e incluiu 75 mil homens com idades entre 55 e 74 anos. O europeu começou em 1990 e envolveu 162 mil homens com idades entre 55 e 69 anos.
- O que ficou claro com estes resultados é que existe muito erro de diagnóstico por causa do excesso de exames. Não há dúvida de que muitos homens estão sofrendo os efeitos colaterais de um tratamento que talvez não seja necessário no caso deles - afirmou o médico Edward Gelmann, da Georgetown University School of Medicine, que participou do estudo feito nos EUA.
O médico Otis Brawley, diretor da Sociedade Americana de Câncer, afirma que ambos estudos mostram que há benefícios no teste de PSA, mesmo que pequenos.
- Homens com sintomas de tumor na próstata não devem hesitar em fazer o exame - alerta.
'Exames ainda devem ser feitos anualmente', afirma o especialista.
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Embora toda hora apareçam estudos com informações diferentes, os exames de PSA e toque retal devem continuar sendo feitos anualmente. Esta é a afirmação do médico Carlos Corradi, chefe de urooncologia da Sociedade Brasileira de Urologia, que frisa que a detecção precoce dos tumores da próstata aumentou a sobrevida dos portadores da doença em 32% nos últimos anos.
- A recomendação é de que tanto o exame de toque retal quanto o de PSA sejam feitos anualmente. Os sintomas do câncer de próstata só aparecem quando a doença está avançada. No início, o homem não sente nada - afirma Corradi.
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No Brasil, a recomendação é de que os exames comecem a ser feitos anualmente a partir dos 45 anos.
- O PSA é um exame de sangue simples, e o do toque retal incomoda, mas não dói. Pegar o câncer no início sem dúvida aumenta as chances de cura e evita possíveis efeitos colaterais como a incontinência urinária e a impotência. Estes exames são simples, rápidos e salvam vidas - completa.
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6 de março de 2009

Mecânico russo morre após maratona sexual com Viagra.

Homem de 28 anos tomou Viagra e participou de orgia com duas mulheres. Ele havia apostado US$ 6 mil de que conseguiria dar conta do recado.
Um mecânico russo de 28 anos morreu após tomar pílulas de Viagra e participar de uma orgia sexual com duas mulheres por 12 horas.
As mulheres haviam apostado US$ 6 mil (cerca de R$ 14 mil) com Sergey Tuganov e disseram que ele não seria capaz de participar de uma ‘maratona sexual’ de meio dia com elas.
Tuganov, porém, deu conta do recado, mas um minuto após terminar a sessão, ele teria morrido de ataque cardíaco, segundo informações da imprensa russa.
“Chamamos o serviço de emergência, mas era tarde. Não havia mais nada que pudesse ser feito”, afirmou uma das mulheres, que teve apenas o primeiro nome revelado, Alina.

26 de janeiro de 2009

Estudo liga atividade sexual a câncer de próstata

Um novo estudo inglês sugere que homens que têm uma vida sexual intensa entre os 20 e 40 anos de idade têm mais chances de desenvolver câncer de próstata.
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Os pesquisadores da Universidade de Nottingham observaram 840 homens - um grupo de 431 diagnosticados com câncer de próstata e 409 saudáveis. Os voluntários responderam questionários sobre a frequência das relações sexuais e da masturbação, o número de parceiras e a saúde sexual. De acordo com os resultados, publicados na edição desta segunda-feira da revista científica British Journal of Urology, 40% dos homens com câncer costumavam fazer sexo mais de 20 vezes por mês entre os 20 e 40 anos, comparados com 32% entre o grupo dos homens saudáveis. " Descobrimos uma associação entre o câncer de próstata e atividade sexual e masturbação nos homens entre 20 e 40 anos. "
Os homens diagnosticados com câncer de próstata também se masturbavam mais (34%) do que os saudáveis (24%) nesta faixa etária.
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A pesquisa indica ainda que o grupo dos homens diagnosticados com câncer registrou mais casos de doenças sexualmente transmissíveis. "Descobrimos uma associação entre o câncer de próstata e atividade sexual e masturbação nos homens entre 20 e 40 anos", afirmou Polyxeni Dimitropoulou, principal autor do estudo. "Não há, no entanto, nenhuma relação entre a atividade sexual e o câncer em homens acima dos 40 anos", acrescentou o pesquisador.
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Hormônios
Segundo os pesquisadores, é possível que o alto nível de hormônios seja responsável por um aumento na atividade sexual entre os 20 e 40 anos e também pelo desenvolvimento do câncer de próstata em idades mais avançadas. "Os hormônios parecem ter um papel importante no desenvolvimento do câncer de próstata, e é muito comum fazer tratamentos para reduzir o nível de hormônios que estimulam as células cancerígenas", disse Dimitropoulou. "Da mesma forma, o apetite sexual dos homens também é regulado pelos níveis de hormônio - portanto, o estudo examinou a teoria de que a vontade sexual afeta o risco de câncer de próstata", completou o pesquisador.
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Para John Neate, diretor da ONG Prostate Cancer Charity, que ajuda pacientes e trabalha com pesquisas sobre a doença, as descobertas do estudo precisam de mais provas para que sejam aceitas. "O papel da atividade sexual vem ganhando cada vez mais atenção na pesquisa sobre o câncer de próstata", disse Neale. "Infelizmente, esse estudo oferece poucos conselhos práticos para homens que querem reduzir o risco da doença." O diretor da ONG acrescentou que os dados do estudo podem não ser precisos, já que se baseia nas respostas dos entrevistados sobre suas experiências de 20 ou 30 anos atrás, e essas informações podem não ser verdadeiras.
"A amostra usada no estudo também é relativamente pequena, o que torna ainda mais difícil chegar a conclusões universais", concluiu Neale.
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14 de novembro de 2008

Estudo liga tamanho da cintura a risco de morte prematura.

As gordurinhas em volta da cintura podem aumentar dramaticamente o risco de morrer mais jovem, mesmo que o peso total da pessoa seja normal, segundo pesquisadores britânicos.
Um estudo envolvendo quase 360 mil pessoas de nove países europeus e publicado na revista acadêmica New England Journal of Medicine descobriu que o tamanho da cintura é um "indicador poderoso" de risco.
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Os pesquisadores sugerem que os médicos deveriam medir a cintura de seus pacientes regularmente como uma maneira rápida e barata de avaliar a sua saúde. A ligação entre gordura ao redor da cintura e problemas de saúde foi estabelecida há algum tempo, mas o tamanho do estudo dá aos cientistas um quadro mais preciso. Os pesquisadores, incluindo alguns do Imperial College, em Londres, acompanharam voluntários, que tinham em média 51 anos no início da pesquisa, por 10 anos. Nesse período, 14.723 deles morreram.
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Massa corporal e cintura
A medida padrão de obesidade, o Índice de Massa Corporal (IMC), continua sendo um dado importante ao analisar os riscos à saúde, e, segundo os pesquisadores, aqueles com um índice alto são mais propensos a morrer de doenças cardiovasculares ou câncer. Mas tanto a proporção cintura/quadril - número produzido ao se dividir o tamanho da cintura pela medida do quadril -, como apenas a medida da cintura, parecem ser bons indicadores para descobrir quem tem um risco ainda maior.
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Na pesquisa, algumas pessoas que tinham um IMC normal, mas uma cintura maior do que a média, tinham um risco maior de morte prematura. Nos pontos extremos dos resultados, homens com cinturas com mais de 119 cm tinham o dobro da taxa de mortalidade comparado com aqueles com cinturas com menos de 80 cm. Um dado semelhante foi verificado em mulheres com cinturas com mais de 99 cm comparado com as que tinham uma cintura com menos de 64,7 cm.
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Um aumento do risco de morte podia ser verificado cada vez que a medida aumentava em 5 cm - comparando duas pessoas com o mesmo IMC, cada 5 cm aumentava o risco em 17% em homens e em 13% em mulheres.
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"Nós ficamos surpresos de ver que o tamanho da cintura tem um impacto tão poderoso na saúde das pessoas e na morte prematura. Não há muitas características individuais que podem aumentar o risco de uma pessoa ter morte prematura, além de fumar e beber", afirmou.
Um porta-voz da British Heart Foundation disse que os resultados batem com outras pesquisas que concluíram que o risco de doenças do coração é maior quando a gordura está concentrada ao redor da cintura.
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8 de outubro de 2008

Estudo liga ejaculação precoce a problema genético.

Homens com variante genética ejaculam duas vezes mais rápido do que o normal.
BBC Londres - quarta-feira, 8 de outubro de 2008, 13:48
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- Um estudo conduzido por pesquisadores holandeses sugere que a ejaculação precoce pode estar ligada a um problema genético. A equipe, da Universidade de Utrecht, afirma que homens que atingem o clímax sexual rapidamente possuem uma variante genética que altera os níveis do hormônio serotonina. A serotonina é responsável por regular a velocidade da ejaculação, de acordo com os pesquisadores. Os especialistas analisaram 200 voluntários, incluindo 89 que sempre tiveram ejaculação precoce - desde a primeira relação sexual. Durante um mês, suas parceiras utilizaram um cronômetro para registrar quanto tempo eles levavam para ejacular. Os resultados foram comparados com os de outros 92 homens que não tinham histórico de ejaculação precoce. Os especialistas observaram que os homens com essa condição possuíam uma variação do gene que controla a ejaculação, conhecido como 5-HTTLPR, que os fazua ejacular duas vezes mais rápido do que os do outro grupo. Os pesquisadores também perceberam que esses voluntários tinham menor atividade de serotonina entre os nervos da região do cérebro que controla a ejaculação. Segundo o coordenador do estudo, Marcel Waldinger, a baixa atividade de serotonina significa que os sinais nervosos entre os neurônios não são transferidos de forma adequada, influenciando a velocidade da ejaculação. Waldinger diz ainda que os resultados contradizem a idéia de que a ejaculação precoce seja um problema psicológico. "Os resultados sugerem que é possível tratar a condição com terapias genéticas", disse o pesquisador.
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25 de setembro de 2008

Estudo liga antidepressivo à infertilidade em homens.


Cientistas dos EUA dizem que paroxetina pode danificar DNA de espermatozóides.
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Um estudo conduzido por especialistas americanos sugere que um tipo de antidepressivo pode afetar a fertilidade masculina. A equipe de pesquisadores, do Centro Médico de Cornell, em Nova York, observou que homens saudáveis que tomaram o remédio paroxetina durante quatro semanas apresentaram danificações genéticas em seus espermatozóides. Nos testes, os especialistas recrutaram 35 homens que forneceram amostras de esperma antes e depois de tomar o medicamento. Exames de microscópio revelaram que não havia diferença na forma e no movimento dos espermatozóides entre as amostras fornecidas nos dois momentos, mas que os problemas apareciam durante exames de "fragmentação de DNA". Os testes de DNA mostraram que as amostras fornecidas antes do tratamento com o antidepressivo continham 13,8% de espermatozóides danificados. Quatro semanas mais tarde, este índice havia subido para 30,3%. Os especialistas estão investigando se o aumento na danificação dos espermatozóides seria suficiente para afetar a fertilidade masculina ou se os 70% dos espermatozóides restantes seriam capazes de produzir uma gravidez. Estudos realizados com casais que estavam sendo tratados com fertilização in vitro, mostraram que homens cujos espermas haviam defeitos no DNA produziam menos embriões e que, quando estes eram introduzidos na mulher, tinham menos chances de se implantar no útero.
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5 de setembro de 2008

"Viagra mudou a forma como falamos de sexo", afirma farmacêutico que inventou a droga.

Publicada em 05/09/2008 às 11h24m
Maria Vianna - O Globo Online*
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Quando foi contratado por um grande laboratório há 27 anos, o farmacêutico inglês Peter Ellis não sonhava em ser uma das principais peças do que muitos especialistas em sexualidade chamam de "nova revolução sexual". Conhecido como o pai do Viagra por ter coordenado o estudo que descobriu a droga, Ellis se tornou uma espécie de consultor sexual de amigos, de desconhecidos e até de celebridades. Descoberto por acaso, o medicamento tinha sido elaborado para tratar de angina e hipertensão, mas passou a ser pesquisado para impotência quando pacientes envolvidos no estudo começaram a relatar, felizes, o inesperado efeito colateral. Em visita a São Paulo, Peter Ellis conversou com o GLOBO ONLINE sobre a droga que hoje chama de 'diamante azul'. Para os mais curiosos: sim, o farmacêutico já testou e aprovou sua criação. "Já fui abordado por celebridades em jantares sofisticados, por desconhecidos na rua, todos acreditando que eu tenho a resposta para todo tipo de problema de ereção. "
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O que mudou na sua vida depois desta descoberta?
Sinto muita satisfação e orgulho de ter feito parte da equipe que desenvolveu um medicamento que se tornou símbolo de toda uma transformação na forma como as pessoas encaram o sexo, e fico realmente muito feliz de ver quantos já foram beneficiados e estão mais satisfeitos sexualmente e psicologicamente por causa desta invenção. Só para se ter uma idéia, hoje seis compridos de Viagra são consumidos mundialmente a cada segundo. Um fato interessante foi que, quando comecei a pesquisar a droga para a disfunção erétil, descobri que muitos dos meus amigos sofriam do problema. Era algo que eu realmente não queria saber, mas que também foi fundamental para percebermos o quanto a droga era necessária. Já fui abordado por celebridades em jantares sofisticados, por desconhecidos na rua, todos acreditando que eu tenho a resposta para todo tipo de problema de ereção. E, claro, já recebi incontáveis agradecimentos de esposas satisfeitas e casais que redescobriram a vida a dois.
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Quando vamos ver um medicamento deste tipo para mulheres?
Há anos que a comunidade cientifica trabalha para criar medicamentos eficazes que tratem as disfunções sexuais femininas, mas sem muito sucesso. O que sabemos é que não temos como criar um "Viagra feminino" ou uma droga que tenha mecanismo similar, temos que criar um remédio novo. A manifestação do desejo e da excitação nas mulheres é diferente da dos homens. As mulheres têm, de fato, um mecanismo sexual muito mais complicado que o masculino. Elas podem se excitar, ficar lubrificadas e nunca atingir o orgasmo. Para a ciência, isto ainda é um desafio. Todos sabem que o Viagra já foi testado em mulheres e não se mostrou eficaz. A droga de fato aumenta o fluxo sangüíneo na região genital delas, mas o efeito, em termos de aumento de prazer, é praticamente nulo. Mulheres que tomam o medicamento e que dizem sentir mais prazer experimentam, na verdade, um efeito placebo. Mas a ciência ainda está longe de desenvolver uma droga que facilite ou aumente orgasmos femininos.
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A droga está sempre em fase de testes para outras doenças. Por quê?
O mecanismo do medicamento, que foi inicialmente criado com outro objetivo, age como relaxante do sistema vascular e também bloqueia a ação de uma molécula que está ligada a outras condições físicas. A droga foi testada com sucesso em mulheres que têm um tipo de infertilidade causada pelo afinamento da parede uterina, mas foi reprovada em experimentos com mulheres grávidas com eclâmpsia. Alguns distúrbios pulmonares e neuropáticos também já foram tratados com certo resultado. Porém, não é tão eficaz no tratamento da depressão, principalmente em mulheres. Na ciência testam de tudo, já misturaram Viagra com água para ver se as plantas duravam mais tempo no vaso!
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Como vê o uso recreativo da droga, principalmente por jovens?
Dizer que homens mais novos não têm problemas de ereção é uma avaliação equivocada. A disfunção erétil atinge todas as faixas etárias, mas na juventude ela está mais associada a problemas psicológicos, falta de confiança e pressão por ter uma boa performance na cama. Ainda existe um preconceito em torno da disfunção erétil, principalmente na juventude. A impotência ainda é um tema pouco discutido e muitos médicos ainda têm dificuldade de abordar a questão. Sou totalmente contra a auto medicação, mas também acredito na segurança do produto e não acho que ele traga riscos para a saúde.
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NOSSA OPINIÃO:
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O uso recreativo, indiscriminado e totalmente sem controle do sildenafil e outros inibidores da enzima fosfodiesterase-5, certamente é a maior fonte de renda dos laboratórios que os fabricam. O que se vê na prática, é que a ênfase e a determinação em se combater esse comércio de alto risco é ZERO. Percebe-se claramente que para esses laboratórios não importa se a venda foi por um motivo justo ou para uso recreativo. Haja vista a facilidade com que essas drogas são adquiridas em balcões de farmácia, como se fossem balinhas de hortelã. O risco é sempre do paciente, que pode ou não ter o benefício dos seus efeitos. Já os seus fabricantes não correm riscos, uma vez que apenas seguem a lei vigente regida por legisladores e médicos patrocinados. E lucram milhões e milhões de dólares as custas de "hipotéticos" portadores de disfunção sexual.
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3 de setembro de 2008

Disfunção erétil pode sinalizar hipertensão arterial, diabetes e depressão, afirma cardiologista.

Publicada em 03/09/2008 às 15h08m
Maria Vianna - O Globo Online*
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A dificuldade de ter ou manter uma ereção pode ser um dos primeiros indicadores de que há algo errado com a saúde. Doenças como a depressão, diabetes e pressão alta têm como um dos primeiros sintomas a impotência, afirma o cardiologista Marcelo Bertolami, diretor do Instituto de Cardiologia Dante Pazzanese, em São Paulo. No Brasil, cerca de 40% dos homens tem problemas de ereção, número que aumenta a medida que a idade avança, mas poucos procuram um especialista para tratar corretamente do problema. Dados do instituto apontam que 64% destes homens acabam descobrindo que a disfunção erétil é causada por outro problema de saúde, principalmente os ligados a pressão, ao colesterol e ao acúmulo de gordura nas artérias.
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- Nos casos de disfunção erétil, a transparência entre médico e paciente é ainda mais importante para que ele descubra se está com algum distúrbio grave em estágio inicial e que pode se manifestar de forma mais séria apenas daqui a anos. Em alguns casos, a mudança de hábitos sozinha já é o suficiente para reverter o quadro da disfunção - explica o cardiologista. Ele lembra que os medicamentos contra a impotência podem ser úteis em muitas situações, mas que não devem ser a primeira opção no tratamento da disfunção erétil, já que eles podem mascarar outras condições.
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- Um paciente que busca este tipo de medicamento sem fazer outros exames ou, pior, parte para a automedicação, está colocando a saúde em risco. Às vezes, o homem pode até conseguir a ereção, mas por causa de outra doença, não vai conseguir manter a relação sexual - diz Bertolami.
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Alguns medicamentos para hipertensão, como diuréticos e betabloqueadores, e as estatinas, usadas para tratar o colesterol alto, podem causar disfunções eretéis. Nestes casos, explica o médico, os remédios contra impotência são um aliado. Os medicamentos para disfunção erétil são contra-indicados para quem toma remédios a base de nitratos, e também para quem tem arritmias cardíacas, pressão alta ou baixa.
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- O homem precisa entender que não adianta apenas tomar um comprimido. Ele deve avaliar o estado de sua saúde e trabalhar para melhorar sua qualidade de vida. A disfunção erétil é sinal de que algo no organismo não vai bem e que costuma ter solução quando detectado em estágio inicial. É possível ter diabetes e cardiopatias, por exemplo, e ter uma boa vida sexual. Mas é claro que o quadro precisa estar sob controle - enfatiza.
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Para melhorar a saúde sexual, o cardiologista recomenda uma dieta equilibrada, a prática regular de exercícios, não fumar e moderar a ingestão de alcool.
- Nos homens mais jovens, a disfunção erétil pode ser sinal de problemas cardíacos. Não é preciso ter uma idade avançada para se ter algum distúrbio no coração. O Brasil, infelizmente, está entre os países com maior incidência de infartos entre jovens - completa.
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31 de agosto de 2008

Técnica bizarra para aumentar o pênis leva 2 homens para o hospital.

Um deles vai se casar na próxima semana, e queria ficar 'maior' para noiva.Em outro caso, bombeiros da Malásia precisaram cortar peça de metal.
Do G1, em São Paulo, com informações da AFP
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Tamanho não é documento? Malaios não acreditam, e apelam até para porcas e parafusos... Um soldador da Malásia foi parar no hospital com uma rosca de metal presa ao pênis, no que seria uma tentativa de "aumentar" o órgão sexual a tempo de seu noivado na semana seguinte.
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Foi o segundo caso do gênero no país nos últimos dias. Na semana passada, um jovem de Kuala Lumpur havia tentado estratégia similar para aumentar o órgão sexual. O anel de aço colocado ao redor do pênis, no entanto, não pôde ser removido pelos médicos e bombeiros tiveram que cortar o anel para fazer a retirada.No caso do noivo insatisfeito, a peça ficou presa depois de uma ereção, segundo o jornal Star, obrigando o homem a procurar ajuda. Os médicos do hospital Sultanah Aminah, no estado de Johor, tiveram que drenar sangue do órgão, além de remover uma parte da pele, para conseguir retirar o objeto. Segundo o hospital, o corpo de bombeiros também esteve envolvido no 'resgate'. O soldador, de cerca de 20 anos, que não teve o nome revelado, acreditava que a pesada ferramenta de construção poderia esticar seu pênis e torná-lo maior. Segundo o diretor do hospital, Daud Abdul Rahim, o paciente se recupera bem e deve ter alta ainda neste domingo.
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27 de agosto de 2008

Caráter pesa mais do que sexo na definição de masculinidade, diz pesquisa.

Pesquisa realizada em oito países mostrou que aparência física não é fator importante.
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- O caráter é mais importante para definir a masculinidade do que atributos físicos e vida sexual, sugere uma pesquisa feita com 27 mil homens em oito países, inclusive o Brasil. Publicada na edição desta semana da revista científica Journal of Sexual Medicine, a sondagem entrevistou homens entre 20 e 75 anos sobre os fatores que definem qualidade de vida e masculinidade.
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Entre os entrevistados, 16% sofriam de disfunção erétil. Segundo os resultados, a maioria dos entrevistados (33%) considera que ser visto como um homem honrado e ter o controle da própria vida (28%) são os principais atributos da masculinidade. Em contrapartida, apenas uma minoria citou ser atraente (1%) e ter sucesso com as mulheres (1%) como fatores que definem a identidade masculina. O estudo ressalta ainda que a percepção sobre a identidade masculina não é diferente para os homens impotentes entrevistados na pesquisa. "As percepções dos homens sobre a masculinidade diferem de maneira significativa dos estereótipos da literatura", diz o estudo. "Ao contrário dos estereótipos, em todos os países analisados, atributos envolvendo respeito social foram citados com muito mais freqüência como fatores que definem a masculinidade do que aqueles apenas concentrados na sexualidade", afirma o texto.
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No Brasil, os pesquisadores entrevistaram cerca de 5 mil homens de diferentes faixas etárias. Entre os brasileiros entrevistados, ser visto como um homem honrado foi citado como o atributo mais importante da identidade masculina para a maioria (41%). Além da honra, fatores como a manutenção do controle da própria vida (27%) e ter um bom trabalho (12%) também foram citados como importantes na construção da masculinidade. No entanto, atributos mais sexuais como ser atraente (0%) e ter sucesso com as mulheres (1%) parecem ter menos importância na definição da identidade masculina, citados por uma minoria dos entrevistados.
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Além do Brasil, os homens entrevistados na Espanha, México, Estados Unidos e França também definem a honra como o principal atributo da masculinidade. Já na Alemanha, Reino Unido e Itália, ter o controle da própria vida foi citado como fator mais importante. "O conjunto de resultados dessa pesquisa ressalta a importância para os homens dos aspectos não-sexuais na construção da identidade masculina", diz o estudo.
Qualidade de vida
Além dos fatores que contribuem para a construção da identidade masculina, o estudo também analisou a percepção dos homens sobre os atributos que definem uma boa qualidade de vida. A maioria dos entrevistados (29%) citou "ser saudável" como o principal atributo de uma boa qualidade de vida, seguido por "harmonia na vida familiar"(26%) e "bom relacionamento com a parceira" (22%). No entanto, aspectos mais materiais foram considerados menos importantes para a definição de uma boa qualidade de vida pelos homens entrevistados. Fatores como "vida sexual satisfatória" e "ter uma boa casa" foram citados por apenas 3% dos participantes. Contribuição
De acordo com Julia Heiman, principal autora do estudo, os resultados podem contribuir para uma melhor compreensão acerca da opinião dos homens sobre sua própria identidade. "Perguntar a vários homens o que engloba seu senso de masculinidade é muito útil para a mídia e para a pesquisa. Esses resultados sugerem que devemos prestar atenção e perguntar, ao invés de assumir que sabemos", afirma Heiman. Segundo a autora, os resultados também podem contribuir para uma melhor compreensão acerca da opinião dos homens que sofrem de impotência e ajudar os médicos a elaborar melhor suas táticas de tratamento. Isso porque não houve diferença na percepção sobre masculinidade entre daqueles que sofriam de disfunção erétil e os que não apresentavam problemas sexuais. "Os resultados sugerem com clareza que os médicos devem reconsiderar o conceito de que a disfunção erétil e outros problemas sexuais abalam o centro da identidade masculina", afirma o estudo.
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22 de agosto de 2008

Homens polígamos vivem mais que monógamos, diz estudo.

Casar-se mais de uma vez é comum em países muçulmanos.
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Um estudo de pesquisadores britânicos observou que homens de países que permitem a poligamia – o casamento com mais de um parceiro – vivem em média mais que aqueles que vivem em países onde a prática é proibida.
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Cientistas da Universidade de Sheffield, na Grã-Bretanha, perceberam que homens acima de 60 anos de 140 países poligâmicos têm uma expectativa de vida em média 12% maior que a de homens de 49 nações monogâmicas.
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Os dados, obtidos a partir de relatórios da Organização Mundial da Saúde (OMS), foram calculados de maneira a desconsiderar fatores socioeconômicos nos diferentes países. As conclusões foram apresentadas pela coordenadora da pesquisa, Virpi Lummaa, em um encontro internacional de estudos de comportamento em Ithaca, Nova York (EUA), e reproduzidas em reportagem da revista New Scientist.
Explicações
Em sua exposição, a pesquisadora tentou encadear explicações para este fenômeno. Teorias sobre a longevidade humana procuram explicar por que homens e mulheres vivem tanto. No caso das mulheres, a questão é entender por que a longevidade se estende muito além do fim do ciclo reprodutivo, encerrado na menopausa.
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Algumas pesquisas apontam para o 'efeito avó', afirmando que a chegada de netos serviria de estímulo para a longevidade das mulheres. Além disso, a chegada da menopausa permitira que se evitasse uma "concorrência" entre gerações de fêmeas.
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No caso dos homens, os pesquisadores descartaram a existência de um "efeito avô" semelhante. Em vez disso, a longevidade se explicaria pelo fato de machos da espécie humana continuarem férteis mesmo em idades avançadas, disse Virpi Lumma. Isto é exacerbado em culturas poligâmicas, nos quais homens têm filhos com diversas mulheres, em geral de diferentes idades.
A revista New Scientist destacou ainda que as explicações poderiam ser genéticas tanto quanto sociais.
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Por um lado, homens que continuam a ter filhos aos 60 ou 70 anos podem ser levados a tomar mais cuidado com sua própria saúde, já que têm mais bocas para alimentar, afirmou a revista.
Por outro lado, milhares de anos de evolução podem ter selecionado homens com maior longevidade em países poligâmicos.
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Um pesquisador ouvido pela revista, Chris Wilson, antropólogo na Universidade de Cornell, em Ithaca, destacou também a influência que pode ter o cuidado de diversas mulheres cujo status social depende da boa saúde do seu marido. "Não me surpreende que homens nessas sociedades vivam mais que homens em sociedades monogâmicas, onde eles ficam viúvos e ninguém cuida deles."
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5 de agosto de 2008

Homens sãp mais felizes que mulheres depois dos 48, diz estudo.

Segundo pesquisa, homens estão mais satisfeitos a partir dos 48 anos.
Os homens tendem a se sentir mais felizes com suas vidas do que as mulheres, a partir dos 48 anos de idade, segundo um estudo publicado no Journal of Happiness Studies que examinou dados colhidos nacionalmente, nos Estados Unidos, durante décadas. O nível de felicidade é medido através das aspirações e realizações em relação à vida familiar e financeira, ao longo do tempo.
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Apesar de estarem mais satisfeitas com sua situação familiar e suas finanças no início da vida, o nível de satisfação das mulheres tende a diminuir com o tempo, enquanto o dos homens tende a aumentar, afirmam os pesquisadores Anke Plagnol – da Universidade de Cambridge – e Richard Easterlin – da University of Southern California.
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Segundo os pesquisadores, um dos fatores que podem estar por trás desta "inversão" é o fato de as mulheres se casarem mais cedo, e com isso estarem mais satisfeitas com a vida familiar e financeira no início da fase adulta do que os homens.
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O estudo analisou dados que mediram as aspirações e as realizações de mulheres e homens no casamento, vida familiar com filhos e no campo material, analisando finanças e bens de consumo considerados desejáveis para uma "vida ideal", como carro, casa própria, casa de veraneio e férias no exterior, entre outros.
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Os pesquisadores afirmam que tanto homens como mulheres têm forte desejo de um casamento feliz durante toda a vida. No início, as aspirações femininas são um pouco mais altas que as masculinas, mas com a idade, essas aspirações diminuem mais rapidamente entre as mulheres.
Aos 42 anos de idade, a proporção de mulheres que desejam um casamento feliz é inferior a dos homens e essa diferença tende a aumentar nos anos seguintes. A vida familiar também é apontada como um fator mais importante para a felicidade feminina, mas elas demonstram estar menos satisfeitas com sua vida familiar do que os homens a partir dos 64 anos.
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No campo financeiro, os homens estariam menos satisfeitos no início de suas vidas, mas a situação se inverte a partir dos 43 anos.
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