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1 de agosto de 2008

Clinical Practice Experience with Testosterone Treatment in Men with Testosterone Deficiency Syndrome - Abstract

Monday, 16 June 2008
Department of Urology and Centre for Applied Urological Research, Kingston General Hospital, Queen’s University, Kingston, ON, Canada.
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To report on a clinical practice series of testosterone-replacement therapy (TRT) in men with testosterone deficiency syndrome (TDS), examining clinical efficacy, biochemical parameters and effects on prostate health over a 2-year period.
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A retrospective review of 85 patients with symptoms of TDS and at least a 3-month trial of TRT was performed in this single-centre, clinical practice setting. Three domains of symptomatology were evaluated: libido, erectile function and energy levels. Symptoms were assessed by a combination of patient reporting, physician's assessment and validated symptom assessment scores. Total testosterone (TT), calculated bio-available testosterone (BT) and prostate-specific antigen (PSA) levels were continuously measured and effects on prostate health were examined.
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Only 38 (45%) patients in this cohort remained on TRT for >2 years. The most common reason for discontinuing treatment was lack of clinical response but those remaining on TRT had continued improvement in libido, erectile function and energy levels. During treatment, the average TT and calculated BT values significantly increased compared with the baseline values at most of the evaluated time points, with no significant change in average PSA values. In all, 15% of this cohort had some degree of progression of lower urinary tract symptoms. Seven patients had eight 'for-cause' prostate biopsies either during supplementation or at any date after completion, with an only three positive for cancer.
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Only 45% of men on TRT remained on treatment for >2 years in this clinical practice experience of men with TDS. Those remaining showed persistent improvement in their symptoms. The average TT and BT values increased significantly with no significant change in PSA levels.
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Testosterone treatment in elderly men with subnormal testosterone levels improves body composition and BMD in the hip

Our intention was to examine if subnormal testosterone levels in older men were associated with a reduction in quality of life and physical and mental health, and secondly to examine if testosterone treatment could improve these conditions. We performed a nested case–control study and a 1-year testosterone intervention study. Men with subnormal testosterone had significantly higher weight, fat mass and abdominal adipose tissue. They also had significantly higher glucose and insulin levels, and they had higher triglyceride levels. Testosterone treatment had a large impact on body composition with reduced fat mass and abdominal adipose tissue and increased fat-free mass, but it did not affect weight and glucose and lipid metabolism. Bone mineral density in the hip was significantly higher after the testosterone treatment. Older men with subnormal testosterone levels had an unfavorable metabolic profile. Testosterone treatment improved body composition, but it did not reverse the unfavorable metabolic profile.
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ARTIGO COMPLETO:

17 de março de 2008

O papel da Testosterona na Ereção.

A.M. Traish Departamentos de Bioquímica e Urologia, Boston University School of Medicine, Boston, MA, E.U.A.

O risco de o homem desenvolver disfunção erétil (D.E.) aumenta com a idade. Aproximadamente 26% dos homens com idades entre 50-69 anos e 40% dos homens entre 60-69 anos têm algum grau de D.E. Apesar de haver um declínio lento e gradual da testosterona nos homens após os 40 anos (aproximadamente 1% ao ano), a relação entre a testosterona e a função erétil ainda é considerada controversa. Homens castrados cirurgicamente ou por medicamentos próprios para o tratamento de alguns tipos de câncer de próstata queixam-se de uma D.E. secundária. Homens com baixos índices de testosterona e que não respondiam bem aos inibidores da PDE-5 (Viagra e outros), passaram a responder melhor após a reposição hormonal.
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Nossa hipótese é de que a testosterona é essencial para a manutenção do metabolismo dos corpos cavernosos do pênis, bem como a manutenção da sua integridade estrutural e funcional, que regulam o mecanismo de veno-oclusão da função erétil. Uma diminuição da testosterona provoca uma diminuição das trabéculas das células lisas dos corpos cavernosos, um queda da síntese do oxido nítrico no endotélio vascular e produz alterações estruturais dos nervos dorsal e cavernosos do pênis. Alem disso provoca um acumulo de células gordurosas e tecido conjuntivo nos corpos cavernosos, diminuindo o numero células responsáveis pelo relaxamento do pênis, importante para que ocorra a ereção. Essas alterações podem ser anuladas ou atenuadas quando se mantém a testosterona em níveis normais, indicando que a reposição hormonal desempenha um papel fundamental na recuperação da fisiologia da ereção.

8 de março de 2008

A Melhora Subjetiva da Reposição de Testosterona.

Beth Israel Deaconess Medical Center, Harvard Medical School, Boston, MA, USA Abraham Morgentaler, MD, Luis Reyes-Vallejo, MD,
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A terapia de reposição hormonal com testosterona (TRHT) se mostrou benéfica em homens com hipogonadismo. Esse estudo avaliou os benefícios da TRHT nas queixas de disfunção erétil, libido, orgasmo e as ereções matinais em 221 homens com sintomas de hipogonadismo e que tinham a idade média de 55 anos. Todos esses homens tinham uma diminuição da taxa de testosterona livre (<1,5ng/dl) e testosterona total (<300ng/dl).
Dividiu-se esse grupo em 3 de acordo com a testosterona total: grupo 1 menor que 200; grupo 2 menor que 300; grupo 3 maior que 300. A avaliação da melhora da ereção foi feita sem os comprimidos do tipo Viagra ou outros. O tempo de acompanhamento foi de 9 meses.
RESULTADOS: com o uso de testosterona gel (uma aplicação cutânea diária), a melhora da libido foi de 61% no grupo 1, 96% no grupo 2 e 30% no grupo 3. A melhora da ereção foi de 46% no grupo 1, 45% no grupo 2 e 73% no grupo 3.
Esses resultados concluem que homens com queixa de diminuição da testosterona respondem bem a TRHT em quaisquer níveis onde o hormônio esteja diminuído.

2 de março de 2008

Reposição de Testosterona e o Câncer de Próstata.

A diminuição da testosterona ocorre no processo natural de envelhecimento masculino, sendo que a sua queda é de 1% ao ano após os 45 anos de idade. A testosterona participa de vários processos metabólicos e não apenas na função sexual; 95% da testosterona é produzida pelos testículos e 5% pelas glândulas supra-renais.
Na sua diminuição perdemos massa muscular, massa óssea, diminui a libido e a qualidade das ereções, há maior irritabilidade e perda do bom humor, anemia, perda da disposição para o trabalho e para as atividades físicas, aumento da gordura abdominal, queda do cabelo e outras alterações.
A reposição de testosterona ainda é vista com algumas reservas, pois até poucos anos ainda pensava-se que pudesse provocar o câncer de próstata. Por mais que alguns trabalhos médicos tentem provar, até hoje ainda não se conseguiu estabelecer uma relação entre o câncer de próstata e a reposição de testosterona.
O que reforça a certeza de que a testosterona não causa o câncer de próstata é que à medida que o homem envelhece, diminui a sua testosterona; e à medida que o homem envelhece, aumenta a incidência do câncer de próstata. Os trabalhos que tentam estabelecer a relação entre a reposição hormonal de testosterona e o câncer de próstata, verificam que, em media, somente 1% desses homens evolui para o câncer, sendo que essa taxa é similar àquela que se verifica na população em geral.
Trabalhos mais recentes demonstram que os indivíduos com dosagens baixas de testosterona, quando desenvolvem um câncer de próstata, este tem um comportamento mais agressivo do que nos homens que tem taxa de testosterona normal.
Até o momento, não existem dados comprovando que a reposição hormonal de testosterona cause o câncer de próstata, da mesma forma que não existem dados comprovando que níveis baixos de testosterona diminuam a incidência do câncer de próstata, ou protejam os homens do câncer de próstata. No entanto, os homens com indicação de reporem o seu hormônio, antes de iniciar o seu tratamento, devem fazer uma avaliação do seu PSA, dos níveis de hormônio sexuais no sangue (LH, FSH, prolactina e testosterona), a historia urológica e o toque retal. Essas avaliações devem se repetir ao menos uma vez por ano, ou com maior freqüência dependendo de cada caso.
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