10 de junho de 2010
Disfunção erétil está associada a maior risco de infarto
O Globo
SÃO FRANCISCO - No maior estudo já realizado relacionando disfunção erétil e calcificação de artérias coronárias, médicos da Escola de Medicina do Mount Sinai descobriram que homens com impotência sexual correm um risco significativamente maior de apresentar alto grau de calcificação da artéria coronária, um importante fator de risco para doenças cardiovasculares, como o infarto. A pesquisa foi apresentada esta semana no congressso da Associação Americana de Urologia, em São Francisco.
O estudo, intitulado "Disfunção erétil é um fator de risco independente para a presença de alto risco de calcificação de artéria coronária" avalou 1.119 homens, 327 dos quais tinham dificuldade de ereção. Depois de ajustes nos dados, os médicos observaram que o grupo com disfunção erétil apresentou uma probabilidade 54% maior de calcificação arterial. Um perigo semelhante ao de pacientes com antecedentes de hipertensão arterial e tabagismo.
Segundo o pesquisador Natan Bar-Chama, professor adjunto de urologia na Escola de Medicina do Mount Sinai, o estudo "mostra uma ligação indiscutível entre disfunção erétil e aterosclerose, e levanta a questão sobre quais exames devem ser realizados nesses pacientes para avaliar o risco cardiovascular". A idade média dos homens na pesquisa foi de 50,5 anos.
Cientistas criam pomada contra impotência masculina
BBC
Cientistas do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York, desenvolveram uma pomada para tratar impotência de forma localizada.
Os cientistas desenvolveram nano-partículas capazes de liberar óxido nítrico - substância que ajuda na biologia da ereção e relaxa as células musculares do pênis - de forma contínua.
" Este é um conceito muito interessante que tem potencial de ter impacto sobre muitas condições, inclusive disfunções eréteis "
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A pomada, aplicada localmente, foi testada com sucesso em animais e os resultados foram apresentados na reunião anual da Associação Urológica Americana.
Os cientistas aplicaram a pomada em sete ratos geneticamente modificados para ter disfunções eréteis. Cinco deles apresentaram uma ereção visível. Em média, a ereção foi alcançada em 65 minutos.
"Este é um conceito muito interessante que tem potencial de ter impacto sobre muitas condições, inclusive disfunções eréteis, se puder ser levado dos laboratórios animais para as clínicas", disse o médico Ira D. Sharlip, porta-voz da Associação Urológica Americana.
"Ainda falta observar se os efeitos da tecnologia de nano-partículas são locais ou sistêmicos", completou.
Segundo os cientistas, por ser de uso localizado, a pomada pode usar uma dose mais baixa de óxido nítrico e evitar os efeitos colaterais causados pela absorção sistêmica da substância, como no caso de uma pílula.
Vários comprimidos usados em tratamentos contra disfunções eréteis podem tem efeitos colaterais. O Viagra, por exemplo, pode piovocar dor de cabeça, vermelhidão no rosto e dor de estômago.
Segundo a Pfizer, fabricante do produto, mais da metade dos homens de 40 anos de idade podem enfrentar problemas para alcançar ou manter uma ereção.
Sexo com freqüência reduz risco de impotência
Reuters
Nova York - Médicos finlandeses têm uma nova e simples recomendação para prevenir a impotência: fazer sexo e fazer com freqüência. Um estudo com quase mil idosos, publicado no "American Journal of Medicine", durante cinco anos mostrou que aqueles que tinham atividade sexual regular apresentavam menos chances de ter disfunção erétil. Aliás, quanto mais eles faziam sexo, menor era o risco de terem o problema. Para os pesquisadores, isso significa que é importante incentivar os homens a fazerem sexo na terceira idade. (Vote: Com que freqüência você faz sexo? )
Leia mais: Dez anos de Viagra
Comer brócolis previne câncer de próstata
A pesquisa incluiu 989 homens com idades entre 55 e 75 anos. Em média, os que relataram fazer sexo menos que uma vez por semana tinham duas vezes mais chances de apresentar disfunção erétil nos cinco anos seguintes do que os que faziam sexo semanalmente. E mais: em comparação com os que faziam sexo três ou mais vezes por semana, o risco de impotência era quadruplicado.
Atividade física
Segundo Juha Koskimaki, coordenador do estudo, uma série de fatores contribuem para a disfunção erétil, como diabetes e doença cardíaca. Mas, mesmo levando essas limitações em conta, a atividade sexual em si está ligada ao problema.
- É o caso de usar ou perder - brinca o pesquisador, explicando que a atividade sexual regular pode até ser encarada como exercício físico.
Mas esta não é a única explicação. A disfunção erétil é provocada pela má vascularização do pênis. O sexo frequênte pode ajudar a manter os níveis normais de fluxo sangüíneo nos tecidos responsáveis pela ereção.
Impotência é forte indicador de ataques cardíacos, diz estudo
BBC
Um estudo alemão revelou que impotência sexual é um forte sinal em pacientes de alto risco de que estes podem estar perto de sofrer um ataque cardíaco.
A pesquisa da Universidade do Sarre, na Alemanha, concluiu que entre os homens portadores de doenças cardíacas, aqueles que também apresentam quadros de impotência sexual têm o dobro de chance de sofrerem um ataque cardíaco.
Segundo o estudo, a probabilidade dos portadores de disfunção erétil sofrerem um derrame cerebral é 10% maior do que a dos demais pacientes cardíacos, enquanto que a possibilidade de precisarem ser hospitalizados por insuficiência cardíaca é 20% superior.
Os cientistas alemães acompanharam 1519 homens de 13 países diferentes que já possuíam alguma doença cardíaca. Os participantes foram perguntados sobre uma possível disfunção erétil no início da pesquisa, depois de dois anos e após cinco anos.
O grupo concluiu que a disfunção erétil é "um potente indicador" de mortes relacionadas a problemas cardíacos, como "infarto do miocárdio, derrame cerebral, e insuficiência cardíaca".
Para os autores do estudo, homens que estão tratando problemas de disfunção erétil deveriam fazer exames para saber se sofrem ou tem propensão a problemas cardíacos.
"Esses homens estão sendo tratados por disfunção erétil, mas não pela doença cardiovascular fundamental. Um grupo inteiro de homens está sendo posto em risco", disse Michael Böhm, um dos autores do estudo.
A pesquisa explica que a impotência sexual está ligada ao fluxo inadequado de sangue nas artérias penianas.
Portanto, para muitos homens, a dificuldade constante de se atingir uma ereção pode ser um sinal prévio de que suas artérias estão tornando-se mais estreitas.
Com base nisso, os autores da pesquisa defendem que os médicos deveriam indagar seus pacientes com mais de 40 anos sobre sua vida sexual, pois esses homens dificilmente tomam a iniciativa de relatar esse tipo de problema.
Ultrassom para a próstata
Para isso, o governo federal quer levar pelo menos 2,5 milhões de homens ao médico uma vez por ano, no mínimo. O foco da política são os homens com idades entre 20 e 59 anos. Ao todo, devem ser investidos R$ 613,2 milhões até 2011.
O Instituto Nacional de Câncer (Inca) já vem alertando há anos para o crescente problema do câncer de próstata. Sua taxa de mortalidade passou de 6,3 para 13,9, entre os anos de 1979 e 2006. Isso representa um aumento de 120%. Só neste ano, estima o instituto, 49.530 homens devem desenvolver a doença. O número representa uma proporção de 52 casos para cada 100 mil homens.
O número de cirurgias para tratar doenças do trato genital masculino irão aumentar em 10% ao ano, passando de 100 mil, em 2008, para 110 mil, em 2009, alcançando 121 mil até 2010. De acordo com o Ministério da Saúde, a iniciativa vai ampliar o acesso ao tratamento, por exemplo, do câncer de pênis – tumor relacionado às baixas condições socioeconômicas e à má higiene íntima.
Um levantamento da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) indica que pelo menos mil homens tenham o pênis amputado todos os anos no Brasil por causa da doença.
Outras cirurgias também terão o valor aumentado — entre elas, a de circuncisão. Conhecida como postectomia, ela consiste na retirada da pele do prepúcio que envolve a glande do pênis. O procedimento é indicado para homens que tenham fimose. Segundo o ministério, a cirurgia está relacionada à prevenção de câncer no órgão e de doenças sexualmente transmissíveis.
O governo federal pretende ainda aumentar em 148% o valor do repasse para a vasectomia realizada em ambulatórios e em 20% o montante destinado ao procedimento com necessidade de internação. A me
ta do Ministério da Saúde é passar de 35 mil para 50 mil vasectomias anuais realizadas em ambulatórios, em 2010.
De acordo com o ministério, o número de homens que fazem vasectomia caiu pouco mais de 7%. O ministro José Gomes Temporão pretende reverter este quadro.
Polêmica na prevenção do câncer de próstata
O Globo
Novos estudos divulgados na última semana reacenderam a polêmica sobre a prevenção e o diagnóstico de câncer de próstata, mostra reportagem de Antônio Marinho no GLOBO deste domingo. Segundo as pesquisas, duas delas publicadas na revista "British Medical Journal" (BMJ), não existem provas convincentes de que o rastreamento com dosagem de PSA no sangue (o antígeno específico da próstata, um marcador da doença) reduza o índice de mortes pelo câncer. Outro artigo, na revista "Arquivos de Medicina Interna", da Associação Americana de Medicina, afirma que os homens não participam das decisões a respeito desse assunto e são desinformados sobre os riscos e benefícios de exames como toque retal e PSA. Para os autores dos artigos, é preciso discutir mais com os pacientes os critérios para diagnosticar a doença.
" Exames não mostraram, até o momento, sucesso em reduzir a mortalidade "
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Já no ano passado, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) dissera não existir base sólida científica para recomendar o toque retal e o PSA. Para o instituto, esses exames não mostraram, até o momento, sucesso em reduzir a mortalidade, ou seja, não vale a pena recomendá-los como uma política de saúde pública para homens sem sintomas. E levam a muitas cirurgias desnecessárias, com prejuízos financeiros e à qualidade de vida. É o que pensa a maioria dos países. Isso porque o toque retal só detecta tumores em fase avançada e não se tem certeza do impacto do PSA na diminuição do número de óbitos. Diante dos novos estudos, o Inca mantém sua posição, a mesma da OMS.
Nos Estados Unidos, a maioria dos homens acima de 50 anos faz PSA. Porém, especialistas afirmam que esta prática é controversa, devido às incertezas dos benefícios e aos conhecidos riscos dos tratamentos. A decisão a respeito de submeter ao screening, dizem os pesquisadores, deveria levar em conta a opinião dos pacientes, algo que nem sempre acontece.
Nos estudos na "BMJ", os autores comentam que o teste de PSA não pode, por exemplo, identificar um tumor letal. Num deles, pesquisadores suecos da Universidade de Umea usaram os resultados dos testes de PSA de 540 homens diagnosticados com câncer de próstata investigados anos antes do diagnóstico e de um grupo de 1.034 saudáveis. Eles descobriram que o teste de PSA não foi decisivo como método de triagem. No outro, cientistas americanos de diversos centros, incluindo as universidades de Harvard e Boston, chegaram à mesma conclusão, e citam o excesso de falsos positivos. Nessa edição a revista britânica publicou um editorial que não aconselha o PSA.
" Nenhum país do mundo indica toque retal como método de triagem "
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Também um estudo, mês passado, na revista do Instituto Nacional de Câncer dos Estados Unidos, confirmou que o rastreamento de rotina para câncer de próstata resultou em mais de um milhão de americanos diagnosticados com tumores que poderiam não ter evoluído. A conclusão é que é necessário investigar melhor biomarcadores para detectar a doença antes de indicá-los.
Na revisão de exames de PSA, pesquisadores americanos afirmam que os dados sobre danos e benefícios desses exames ainda são insuficientes para sustentar a triagem populacional. Acrescentam que os custos financeiros e psicológicos de resultados falso-positivos, o excesso de diagnósticos e de tratamentos de próstata devem ser avaliados com maior precisão. Todas as opções implicam algum dano, como incontinência e disfunção erétil.
O Inca segue o que recomendam os artigos indexados. O que não significa que o paciente deve deixar de discutir com o seu médico a necessidade dos testes.
- Uma coisa é a consulta com seu médico, no qual ele sugere ou não o PSA, o toque retal e biópsia. Outra é aplicar isso como política pública, como se faz com a mamografia e o exame de Papanicolau. Nenhum país do mundo indica toque retal como método de triagem populacional. Ele faz parte do exame físico - diz José Eduardo Couto Castro, coordenador geral de assistência do Inca.
No Brasil, o número de casos novos de câncer de próstata é de 49.530 (estimativa de 2008, segundo o Inca). Depois dos tumores de pele, ele é o mais comum em todas as regiões do país entre os homens.
Vírus pode ser causa de câncer de próstata, diz estudo
Reuters/Brasil Online
WASHINGTON (Reuters) - Um vírus conhecido por causar leucemia e tumores em animais e encontrado em alguns tumores de próstata pode ser uma causa do câncer de próstata, disseram pesquisadores norte-americanos nesta segunda-feira.
Eles encontraram o vírus da leucemia murina xenotrópica, ou XMRV, em 27 por cento dos tumores de próstata em humanos analisados, especialmente tumores agressivos.
As descobertas, relatadas em publicação da Academia Nacional de Ciências, podem proporcionar maneiras de se identificar melhor os tumores de próstata perigosos e fabricar drogas ou vacinas para tratar e até prevenir o câncer de próstata.
"Nossa análise de 233 casos de câncer de próstata e 101 casos benignos mostrou uma associação da infecção por XMRV com o câncer de próstata, especialmente com tumores mais agressivos", escreveu a equipe da Dra. Ila Singh, das Universidades de Utah e Columbia em Nova York.
Recentemente se descobriu que os vírus causam alguns tipos de câncer, notadamente o papilomavírus ou HPV que causa câncer cervical e alguns casos de cânceres peniano, anal, da cabeça e do pescoço.
Alguns laboratórios fabricam vacinas para evitar infecções de HPV.
O mercado de vacinas para prevenir o câncer de próstata ou para aprimorar medicamentos para tratá-lo pode ser enorme.
O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens depois do câncer de pulmão e mata 254 mil homens por ano em todo o mundo.
Exame de câncer de próstata 'dá falso positivo para 12,5%'
BBC
Um em oito homens submetidos a testes para câncer da próstata apresentam resultados positivos quando na verdade não estão sofrendo da doença, segundo um estudo europeu publicado na revista científica britânica British Journal of Cancer.
O falso resultado positivo leva a procedimentos invasivos, como biópsias, e também, possivelmente, a tratamentos desnecessários.
O teste usado é o PSA, sigla inglesa para Antígeno Prostático Específico. Ele mede a presença do antígeno, uma proteína secretada pela próstata. Grandes quantidades da proteína podem estar associadas ao câncer da próstata.
" Não acho que testes rotineiros devam ser recomendados até que se saiba mais sobre os efeitos adversos e os custos dos testes "
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A entidade beneficente britânica Câncer Research UK, que promove pesquisas sobre o câncer, disse que os pacientes deveriam discutir os aspectos positivos e negativos do teste com o médico.
Estudo
Em março de 2009, resultados iniciais do European Randomised Study of Screening for Prostate Cancer - um estudo sobre programas para detecção do câncer da próstata que está sendo realizado em sete países europeus - mostraram que o número de mortes provocadas pela doença poderia ser reduzido em 20%.
Porém, resultados mais recentes lançaram dúvidas sobre os benefícios dos testes a longo prazo, indicando que alguns homens podem acabar sendo "supertratados", ou seja, recebendo tratamento para um câncer que se desenvolve tão lentamente que jamais causaria problemas durante a vida do paciente.
Agora, dados da parte finlandesa do estudo europeu mostram que para cada oito homens testados, um acabou obtendo um falso positivo, mesmo quando seu teste acusou índices altos de PSA.
Os homens que tiveram testes positivos e depois descobriram que não tinham câncer se mostraram duas vezes mais inclinados a não aceitar testes futuros, mesmo correndo riscos de desenvolver a doença mais tarde.
'Efeito adverso'
Os pesquisadores disseram que são necessárias mais pesquisas para tornar os testes mais precisos e auxiliar na identificação daqueles que têm mais chances de apresentar um resultado positivo verdadeiro.
O responsável pelo estudo, Tuomas Kilpelainen, disse: "Não acho que testes rotineiros devam ser recomendados até que se saiba mais sobre os efeitos adversos e os custos dos testes".
"Se um homem tem sintomas no trato urinário e se preocupa se tem câncer na próstata, a coisa mais importante é consultar um clínico geral ou um urologista".
A diretora dos programas de testes para câncer do NHS - o sistema nacional de saúde britânico - Julietta Patnick disse que se por um lado o estudo europeu revelou, pela primeira vez, que os testes PSA podem salvar vidas, o estudo também mostrou que"48 homens precisam ser tratados para que uma vida seja salva".
"Falsos positivos são um problema para qualquer programa de testes e o estudo finlandês é muito útil no entendimento do seu desempenho no contexto do câncer da próstata".
O médico Peter Johnson, da Cancer Research UK, disse que os testes têm aspectos positivos e negativos.
"Por essa razão, é importante que homens com idades acima dos 50 e 60 anos conversem com seus médicos sobre os prós e contras do teste PSA e só façam o teste se sentirem que é a coisa certa para eles".
Americanos desenvolvem vacina contra câncer de próstata avançado
Antônio Marinho, com agências de notícias
RIO - O órgão que controla drogas e alimentos nos Estados Unidos, o FDA, aprovou uma vacina para tratar câncer de próstata em casos avançados. O medicamento Provenge, da empresa americana Dendreon, é uma nova opção para pacientes com poucas chances de controle da doença, segundo Karen Midthun, diretora interina do Centro de Avaliação e Investigação Biológica do FDA. Diferentemente das vacinas tradicionais que previnem doenças, a Provenge ataca o câncer de próstata estimulando o sistema imune do corpo para que lute com as células malignas. Nesse caso, são retirados glóbulos brancos do paciente e eles são tratados em laboratório com uma proteína geneticamente modificada para torná-los mais potentes contra o tumor. Depois são reintroduzidos no sangue. A Provenge está indicada em homens que não respondem ao tratamento hormonal.
Na opinião do urologista Ronaldo Damião, professor titular de urologia da Faculdade de Ciências Médicas do Hospital Universitário Pedro Ernesto da Uerj, que acaba de participar do Congresso Europeu de Urologia, em Barcelona, o foco em discussão em câncer de próstata é a quimioprevenção.
- Vacinas estão sempre em desenvolvimento para prevenir doenças infecciosas ou para despertar respostas imunológicas em quem é portador de doenças crônicas como câncer. O fato de o FDA ter aprovado uma pesquisa desta natureza, entre tantas que existem, não significa muito. O câncer de próstata com metástase ainda é um doença fatal e continuará a ser por muito tempo - diz.
Ele acrescenta que frequentemente são descobertas novas drogas que prolongam um pouco a vida e que amenizam o sofrimento, mas em casos em que a doença invadiu outros órgãos a morte é inevitável.
- Às vezes o paciente morre de outra doença, como problema cardíaco, mas, na verdade, nessas situações ele não conseguiu sobreviver para morrer em consequência do tumor de próstata avançado - comenta Damião.
Mas, segundo pesquisadores, na investigação clínica em fase 3 (IMPACT) com a vacina, na qual participaram 512 homens com a doença, ela reduziu o risco de mortalidade em 22,5% em comparação com um placebo, e a sobrevida foi prolongada em quatro meses, em média. Na opinião de médicos americanos, como Nina Bhardwaj, do Centro Médico Langone da Universidade de Nova York, e Christopher Logothetis, da Universidade do Texas, trata-se de um grande passo no tratamento do câncer de próstata porque é a primeira terapia deste tipo a ser aprovada. A vacina será testada primeiramente em 50 hospitais e clínicas nos Estados Unidos.
Homens associam câncer de próstata à perda da virilidade
10 de junho de 2010 | 16h 45
SÃO PAULO - Uma pesquisa da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) mostra que homens maduros associam o câncer de próstata à perda da virilidade e da identidade masculina, o que gera grande sofrimento emocional e familiar.
O trabalho aponta que as campanhas sobre saúde masculina, além de informarem o público e incentivarem o diagnóstico precoce, devem evidenciar as possibilidades de tratamento e cura. O estudo foi realizado pela psicóloga Ana Cristina Almeida Vieira, com orientação do professor Marcos Francisco Dall’Oglio, da FMUSP.
Participaram da pesquisa 52 pacientes com diagnóstico de adenocarcinoma (câncer) de próstata e encaminhados para tratamento cirúrgico(prostatectomia radical). "Os pacientes foram avaliados antes do evento cirúrgico e após no mínimo seis meses da realização de cirurgia.
Foram submetidos à entrevista psicológica semidirigida e escala SF-36(Short-Form Health Survey, na sigla em inglês)", afirma a psicóloga. "As entrevistas buscaram verificar as representações e fantasias relacionadas à saúde e à doença, vida afetivo-relacional e vida sexual."
A média de idade dos homens pesquisados era de 66 anos. O mais novo tinha 43 anos e o mais velho 77. "Entre os pacientes, 94% declararam ter vida sexual ativa", ressalta Ana Vieira. Antes da cirurgia, o estudo verificou que há muita desinformação sobre o câncer de próstata, o que é agravado pelo fato de a doença ser assintomática quando em fase inicial. "O câncer é associado à disfunção erétil e a cirurgia é vista como um obstáculo para a vida sexual".
O diagnóstico leva a um sofrimento emocional importante, com dificuldades para manter relacionamento afetivo e sexual, vida profissional e outras atividades cotidianas. "Há um grande temor entre os homens da perda de sua identidade masculina e da própria vida", ressalta a pesquisadora. "Poucos pacientes tem informações sobre os recursos para tratar o câncer de próstata e as sequelas decorrentes do próprio tratamento, como eventuais problemas na função erétil."
Emocional
A avaliação da qualidade de vida realizada por intermédio da escala SF-36 não detectou diferença significativa em relação à época do diagnóstico. "Porém, a entrevista psicológica sinalizou que a qualidade de vida se altera desde o momento do diagnóstico e que tais mudanças se relacionam às questões do gênero masculino", conta a psicóloga.
Durante a pesquisa, verificou-se que 60% dos pacientes já apresentavam disfunção erétil antes do diagnóstico de câncer de próstata. "Mesmo assim, eles não apresentavam queixas significativas dos efeitos em sua vida sexual", afirma Ana Vieira.
De acordo com a psicóloga, os resultados da pesquisa comprovam o que já era observado no atendimento dos pacientes com câncer de próstata. "As conclusões do estudo reforçam a necessidade de um atendimento multidisciplinar que permita o diagnóstico e o tratamento precoce, o que aumenta as chances de cura", aponta.
"Além dos aspectos informativos, qualquer abordagem sobre saúde masculina e câncer de próstata deve considerar questões de gênero, ou seja, as representações do masculino constitutivas da identidade masculina", acrescenta Ana Vieira.
A psicóloga lembra que o câncer de próstata é a quarta causa de morte de homens com mais de 50 anos no Brasil. "Isso se deve ao fato de muitas pessoas não buscarem diagnóstico, inclusive por receio de se submeter ao exame de toque."
3 de fevereiro de 2010
Banho de sol aumenta libido masculina, sugere estudo.
G1-03-02-10
Um estudo feito por pesquisadores na Áustria sugeriu que o banho de sol pode aumentar a libido masculina pois a vitamina D produzida eleva a concentração de testosterona no sangue. Especialistas advertem que exposição excessiva ao sol pode causar câncer de pele. Boa parte da vitamina D é sintetizada pela pele ao ser exposta à luz do sol e o restante é proveniente dos alimentos.
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Estudo avaliou 2.299 homens
O estudo, divulgado na revista "Clinical Endocrinology", incluiu 2.299 homens e constatou que os homens tinham uma concentração menor tanto da vitamina quanto do hormônio durante o inverno e uma concentração mais alta no auge do verão. A testosterona pode ter um impacto sobre a libido e os níveis de energia do homem. Ela também tem funções essenciais tanto em homens quanto em mulheres, mantendo a força muscular e a densidade óssea.
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Mas especialistas em câncer advertem que exposição excessiva ao sol é prejudicial à saúde.
"Nós sabemos que, em termos médicos, nós podemos aumentar a libido e o bem-estar geral dos homens com baixa concentração de testosterona através de uma terapia de reposição hormonal", afirmou Allan Pacey, especialista em andrologia da Universidade de Sheffield. "Mas isso é dentro de um conjunto determinado de circunstâncias clínicas em que a produção de testosterona é baixa."
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Jessica Harris, da Pesquisa do Câncer da Grã-Bretanha, também advertiu contra a exposição excessiva ao sol: "As pessoas também podem aumentar sua concentração de vitamina D comendo mais alimentos como peixes oleosos, tais como salmão, truta ou cavala."
19 de dezembro de 2009
CANETA INJETORA
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A caneta injetora facilita a aplicação de qualquer medicamento injetável que use a seringa BD de 1ml. Crianças ou idosos com pouca coordenação motora aplicam a medicação com toda facilidade.
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Outra vantagem é que a caneta pode ser transportada na bolsa pronta para o uso, com a seringa abastecida. Basta retirar a tampinha, encostar na pele e apertar o botão. No mesmo segundo a seringa é introduzida e a insulina é injetada.
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Veja no filme como é fácil o seu uso.
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18 de dezembro de 2009
CANETA INJETORA
21 de setembro de 2009
Justiça garante prótese penina para idoso em Nova Iguaçu.
Um homem de 61 anos, que recentemente passou por uma cirurgia de próstata, teve seu direito a uma prótese peniana garantida pela Justiça nesta segunda-feira. De acordo com uma decisão do Tribunal de Justiça do Rio, o município de Nova Iguaçu será obrigado a fornecer a prótese ao idoso que passou a sofrer de disfunção erétil após a cirurgia. Segundo o processo, o homem afirma que não possui condições de pagar pelo produto sem comprometer sua aposentadoria.
O município de Nova Iguaçu, no entanto, alegou que "a cirurgia e o pós-operatório foram realizados com sucesso, livrando o paciente de um câncer". Além disso, o município alegou que a disfunção erétil é "compatível" com a idade do paciente. Certo, então o fato de ter sido curado de um câncer compensa a falta de sexo, já que, aliás, na idade dele isso é normal....Tá bom.
Para o relator do processo, desembargador Marco Aurélio Bezerra de Melo, é responsabilidade dos entes públicos o fornecimento gratuito de medicamentos, produtos e serviços necessários à recuperação da saúde do cidadão. Além disso, o desembargador escreveu em seu voto que a disfunção erétil afeta profundamente a auto-estima da pessoa, provocando um quadro de ansiedade, angústia, depressão e até suicídio. Minimizar esses efeitos por tratar-se de um paciente com mais de 60 anos, afirmou o magistrado, é ato puramente discriminatório e preconceituoso.
14 de setembro de 2009
52-Week Treatment with Diet and Exercise Plus Transdermal Testosterone Reverses the Metabolic Syndrome and Improves Glycaemic Control in Men with Newly Diagnosed Type 2 Diabetes and Subnormal Plasma Testosterone - Abstract
Thursday, 16 July 2009
Men with the metabolic syndrome (MetS) and type 2 diabetes (T2D) often have low testosterone levels. Elevating low testosterone levels may improve features of the MetS and glycemic control. In a single blind, 52-week randomized clinical trial, the effects of supervised diet and exercise (D&E) with or without transdermal testosterone administration on components of the MetS in hypogonadal men with the MetS and newly diagnosed T2D were assessed. 32 hypogonadal men (total testosterone <12.0 nmol/L) with the MetS as defined by the Adult Treatment Panel-III and the International Diabetes Federation, and newly diagnosed T2D received supervised D&E but 16 in combination with testosterone gel 50 mg once daily (n=16). No glucose lowering agents were administered prior to or during the study period. Outcome measures were components of the MetS as defined by the ATPIII and IDF. Serum testosterone, HbA1c, fasting plasma glucose, HDL-cholesterol, and triglyceride concentrations, and the waist circumference improved in both treatment groups after 52-weeks of treatment. Addition of testosterone significantly further improved these measures compared to D&E alone. All D&E+T patients reached the HbA1c goal of <7.0%, 87.5% reached an HbA1c <6.5%. Based on ATPIII, 81.3% of the patients randomized to D&E+T no longer matched the criteria of the MetS, whereas 31.3% of the D&E alone patients did. Additionally, testosterone treatment improved insulin sensitivity, adiponectin and high-sensitivity C-reactive protein. Addition of testosterone to supervised D&E results in greater therapeutic improvements of glycaemic control and reverses the MetS after 52-weeks of treatment in hypogonadal patients with the MetS and newly diagnosed T2D.
Written by:
Heufelder AE, Saad F, Bunck MC, Gooren LJ Are you the author?
Reference:
J Androl. 2009 Jul 3. (Epub ahead of print)
4 de abril de 2009
Aumentar o pênis é possível, mas (muito) perigoso.
O profissional liberal paulistano que prefere ser identificado como Sérgio, de 35 anos, é uma das vítimas dessa situação. Infeliz com a grossura de seu pênis, ele descobriu na internet, no ano passado, um médico que prometia aumentá-la. Pagou R$ 3.500 por uma aplicação de PMMA (polimetilmetacrilato, líquido usado em preenchimentos estéticos). Logo começou a sentir dores, ardência e dificuldade nas relações sexuais. Foi diagnosticado com uma séria inflamação, que pode acabar em cirurgia. “Eu me arrependo muito. Estou com problemas psicológicos e conjugais”, afirma.
Do ponto de vista legal, esse tipo de procedimento não é irregular. O PMMA foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária como material para aumentar a espessura de pênis e de lábios vaginais. Apesar disso, a comunidade médica não recomenda essa utilização. “O PMMA é mais indicado em cirurgias reparadoras, normalmente no rosto. Para engrossar o pênis está fora de questão”, diz o cirurgião José Tariki, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. O Conselho Federal de Medicina concorda. “A técnica não é proibida, mas não aconselhamos. Carece de comprovação científica”, diz Antônio Gonçalves Pinheiro, da Câmara Técnica de Cirurgia Plástica. O aumento da espessura tampouco é recomendado pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). “É uma técnica experimental. Já vi muitos pênis deformados”, diz Eduardo Bertero, chefe do Departamento de Andrologia da SBU. Ele tem atendido, em média, três pacientes por mês com problemas decorrentes do “preenchimento”.
Bertero diz que a maioria dos homens que procuram o procedimento são jovens com pênis normais. A média do brasileiro, ereto, é de 12 a 14 centímetros de comprimento e de 6 a 8 centímetros de perímetro. Depois do preenchimento, afirma, o pênis pode ficar disforme, com consistência meio gelatinosa e “absurdamente pesado”. Por que os homens embarcam nessa? “O pênis é um instrumento de poder. Os que têm tamanho acima da média divulgam, e os que têm tamanhos normais se acham anormais”, diz o urologista Celso Marzano. Com o PMMA, os homens costumam ganhar entre 5 e 8 centímetros no perímetro do pênis. “É um absurdo. Há pacientes que nem conseguem mais penetrar a própria mulher”, afirma Carlos Araújo.
Apesar dos argumentos em contrário, há vários médicos que praticam o engrossamento de pênis – embora não gostem de falar sobre isso. Dos quatro procurados por ÉPOCA, apenas o cirurgião Bayard Fischer Santos, de Porto Alegre, concordou em dar entrevista. Ele é o personagem central de um site na internet com o nome de Vítimas do Dr. Bayard e Outros Operadores de Pênis. “Isso tudo é balela. A técnica é das mais seguras que existem. Já fiz em mais de 5 mil pacientes desde 1988”, afirma. Os homens que chegam ao consultório dele querem aumentar, em média, de 4 a 5 centímetros o perímetro do pênis. Bayard Santos diz que “pênis com menos de 13 centímetros de perímetro não preenche direito a vagina”. Mas, mesmo nos homens que atingem essa medida, ele faz o procedimento se o paciente desejar. “Se chegar a 14 ou 14,5 centímetros de perímetro, melhora a qualidade do ato”, ele afirma. Diz também que geralmente a mulher se posiciona contra, mas depois pede para o homem colocar mais. Sobre a quantidade de material injetada, ela é experimental. “Injeto o necessário para chegar à medida que a pessoa quer”, afirma. Bayard diz que cada 10 mililitros aumentam de 0,6 a 0,8 centímetro o perímetro. Então, conforme o que o paciente pede, ele vai injetando de 10 em 10 mililitros. Geralmente são duas aplicações. Bayard diz usar mais de uma substância, com diferentes resultados. “O PMMA é para os que querem nódulos no pênis, para um sexo diferenciado”, diz ele.
Indiferente à polêmica, o representante comercial paulistano Alexandre, de 32 anos, está satisfeito com as duas aplicações que fez em 2008 e que lhe custaram R$ 7 mil. “Eu faria tudo de novo”, diz ele. Alexandre procurou o médico porque achava que havia “algo de errado” com seu pênis. Bayard Santos o examinou, disse que suas medidas eram normais, mas que poderiam melhorar. Alexandre topou, fez o preenchimento e diz estar feliz. “É uma roleta-russa”, afirma o cirurgião Carlos Araújo. Vale a pena desafiar a sorte e pôr em risco uma das partes mais sensíveis da anatomia masculina? Isso depende de cada um. Mas a psicoterapeuta Fernanda Robert desaconselha. Ela diz que aumentar ou engrossar o pênis não muda o comportamento sexual dos homens: “Se a pessoa está infeliz com sua sexualidade, isso não vai mudar”.
26 de março de 2009
Circuncisão previne herpes e HPV, diz estudo.
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25 de março de 2009
ALIENAÇÃO PARENTAL
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Essas mães fazem de tudo para que os filhos rejeitem e odeiem o pai. A tática consiste em repetir mentiras sobre o pai e sobre a família do pai, de modo a desmoralizá-lo e desqualificá-lo de todas as formas possíveis. Essas mães educam os filhos para que odeiem, desconsiderem ou esqueçam o pai sem qualquer justificativa. Trata-se de uma verdadeira campanha para desmoralizar o genitor. Os filhos são usados como instrumentos de chantagem emocional, de uma agressividade covarde e de vingança direcionada ao pai, o ex-marido. Trata-se de uma reação doentia e patológica de mulheres maldosas e vingativas, que usam os filhos como arma contra o ex-marido contra quem carregam um ódio desmedido que beira a loucura e a insanidade. A necessidade de agredir o ex-marido passa a ser mais importante até mesmo do que criar e educar os filhos com carinho, amor, harmonia e respeito.
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A mãe age como uma ditadora e ao destruir a relação dos filhos com o pai assume o controle total daquilo que os filhos irão pensar e acreditar sobre o pai. A mãe se comporta com autoritarismo forçando os filhos a acreditar naquilo que ela quer que seja verdade. O pai passa a ser considerado um invasor, um estranho, um intruso que deve ser evitado, afastado e rejeitado a qualquer preço. Este conjunto de manobras confere prazer e satisfação doentia a essas mães em sua trajetória de promover a destruição do antigo parceiro.
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A mãe que detem a guarda do filho vale-se de comportamentos manipuladores, induzindo os filhos, por meio de técnicas e processos como os de uma “lavagem cerebral”, a criar uma má imagem do pai, visando puni-lo e expulsá-lo por completo da vida dos filhos. Com o tempo, o filho, consciente ou inconscientemente, passa a colaborar com essa finalidade, situação altamente destrutiva para ele e para o pai excluido.
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Agindo desse modo, a mãe condena os filhos à condição de órfãos de pai vivo cujo único “crime” foi amar os filhos e querer tê-los em sua companhia. É comum essas mães substituírem o pai por outro homem qualquer como um namorado, o amante ou o novo marido, como se fossem o novo pai de seus filhos, à medida que afasta cada vez mais o verdadeiro pai dos filhos. O filho não se sente orgulhoso de seu verdaeiro pai como as demais crianças, sendo obrigado a gostar de um estranho como se fosse o seu pai.
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A criança, que amava o seu pai, é levada a afastar-se dele, o que gera uma contradição de sentimentos e destrói o vínculo entre pais e filhos. A criança fica órfã do pai afastado e acaba se identificando com a genitora patológica, passando a acreditar e aceitar como verdadeiro tudo que lhe é informado, inclusive fatos inventados por ela, frutos do seu delírio patológico. Em geral essas mães são apoiadas pelos seus familiares, o que reforça nas crianças, a certeza de que elas estão certas. No entanto esse apoio familiar visa apenas evitar brigas, conflitos e problemas domésticos, apesar de estes familiares saberem que esse erro equivale a um crime.
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Pais nessas condições continuam pagando a escola e a pensão para filhos que eles, efetivamente não veem e não participam do convívio, da educação, da formação, e de todos os direitos e obrigações que cabem a todos os pais.
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A alienação parental ser feita de várias formas.
-A mãe desestimula o contato dos filhos com o pai, buscando motivos fúteis e banais para impedir as visitações quinzenais determinadas pelo juiz. Tudo passa a ser mais importante do que estar com o pai como viagens, estudos, convívio com colegas, afazeres domésticos, aniversários, tempo quente, tempo frio, chuva; enfim, tudo serve como desculpas e mentiras.
-A mãe repete frases diariamente como: “cuidado, seu pai quer roubar você de mim”; “seu pai me batia, você não se lembra?”; “seu pai não paga a pensão”; “seu pai me ameaça e vive me perseguindo”; “a família do seu pai não presta”; “seu pai me traiu com outras”; “ seu pai não deixa voce viajar”, “ seu pai nunca gostou de voces”, etc.
-A mãe impede os filhos de ter fotografias do pai e da família do pai, cortando as fotografias onde todos aparecem juntos.
-A mãe obriga os filhos a repetirem em voz alta o que ela quer que eles acreditem.
-A mãe impede ou dificulta o pai de participar da vida escolar dos filhos, de participar das reuniões e festejos escolares. A mãe não comunica o pai sobre a saúde dos filhos.
-A mãe restringe e proíbe terminantemente, a proximidade dos filhos com os avós e tios paternos.
-A mãe entra com processos na justiça contra o pai numa forma de mostrar que o pai não paga as suas obrigações mesmo que as pague.
-A mãe omite os pagamentos a serem feitos pelo pai para cobrá-los na justiça e reforçar a idéia de que o pai é um mau pagador de suas obrigações e um mau elemento.
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Os filhos, como mecanismo de autodefesa, negam o conflito, acham que rejeitam o pai por crença própria, e não por induzimento da mãe.
O sofrimento que a alienação parental causa nesses pais muitas vezes faz com que eles se afastem dos filhos durante longos meses ou até mesmo alguns anos, na esperança de que um dia as coisas se resolvam. Em geral, durante a adolescência, os filhos começam a perceber que foram manipulados e, aos poucos, restabelecem o contato e o convívio com o pai e com a família do pai. No entanto o dano causado pelo afastamento de pai e filhos é irreparável e nada é capaz de recuperar o tempo que foi para sempre perdido.
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Quando adulto, os filhos percebem que foram cúmplices inconscientes de uma grande injustiça ao genitor alienado (pai), passando a odiar o genitor alienante (mãe), principalmente depois que também forem pai e lembrarem o que fizeram o seu pai passar.
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COMO IDENTIFICAR A SÍNDROME NA CRIANÇA?
1)- Agressividade verbal ou física, justificada pelo filho por motivos fúteis ou absurdos. (não quero mais te ver, não quero mais falar com voce, não quero mais estar com a sua família).
2)- Sentimento de ódio, expresso sem ambivalência, sem demonstrar culpa por denegrir ou agredir o genitor alienado e parentes.
3)- O filho afirma que chegou sozinho às suas conclusões e adota a defesa do genitor alienador de forma racional.
4)- O filho conta casos que não viveu e guarda na memória fatos considerados ''negativos'' sobre o genitor alienado, que ele não se lembraria sem a ajuda de outra pessoa.
5)- Não quer se encontrar com o genitor alienado.
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19 de março de 2009
Estudos conflitantes não definem se PSA é eficaz no diagnóstico do câncer de próstata.
No estudo americano, os pesquisadores chegaram à conclusão de que o teste de PSA anual pode detectar mais tumores em estágio inicial, mas não reduz a mortalidade dos portadores da doença. Já no europeu, os resultados indicam que o teste feito a cada 4 anos pode diminuir as mortes em 20%, mas também produzem um excesso de diagnósticos errados.
Atualmente, o teste de PSA é recomendado para todos os homens acima dos 50 anos por diversas entidades, entre elas a Sociedade Americana de Câncer.
" Os sintomas do câncer de próstata só aparecem quando a doença está avançada. No início, o homem não sente nada (Carlos Corradi, urologista) "
Porém, outros estudos indicam que cerca de 30% dos tumores da próstata são pouco agressivos e crescem lentamente, o que faria com que os tratamentos contra o câncer trouxessem mais malefícios do que benefícios para certos pacientes. No ano passado, um time de especialistas americanos declarou que o PSA não deveria ser feito por homens acima dos 75 anos.
O estudo americano teve início em 1992 e incluiu 75 mil homens com idades entre 55 e 74 anos. O europeu começou em 1990 e envolveu 162 mil homens com idades entre 55 e 69 anos.
- O que ficou claro com estes resultados é que existe muito erro de diagnóstico por causa do excesso de exames. Não há dúvida de que muitos homens estão sofrendo os efeitos colaterais de um tratamento que talvez não seja necessário no caso deles - afirmou o médico Edward Gelmann, da Georgetown University School of Medicine, que participou do estudo feito nos EUA.
O médico Otis Brawley, diretor da Sociedade Americana de Câncer, afirma que ambos estudos mostram que há benefícios no teste de PSA, mesmo que pequenos.
- Homens com sintomas de tumor na próstata não devem hesitar em fazer o exame - alerta.
'Exames ainda devem ser feitos anualmente', afirma o especialista.
Embora toda hora apareçam estudos com informações diferentes, os exames de PSA e toque retal devem continuar sendo feitos anualmente. Esta é a afirmação do médico Carlos Corradi, chefe de urooncologia da Sociedade Brasileira de Urologia, que frisa que a detecção precoce dos tumores da próstata aumentou a sobrevida dos portadores da doença em 32% nos últimos anos.
- A recomendação é de que tanto o exame de toque retal quanto o de PSA sejam feitos anualmente. Os sintomas do câncer de próstata só aparecem quando a doença está avançada. No início, o homem não sente nada - afirma Corradi.
No Brasil, a recomendação é de que os exames comecem a ser feitos anualmente a partir dos 45 anos.
- O PSA é um exame de sangue simples, e o do toque retal incomoda, mas não dói. Pegar o câncer no início sem dúvida aumenta as chances de cura e evita possíveis efeitos colaterais como a incontinência urinária e a impotência. Estes exames são simples, rápidos e salvam vidas - completa.
6 de março de 2009
Mecânico russo morre após maratona sexual com Viagra.
Um mecânico russo de 28 anos morreu após tomar pílulas de Viagra e participar de uma orgia sexual com duas mulheres por 12 horas.
As mulheres haviam apostado US$ 6 mil (cerca de R$ 14 mil) com Sergey Tuganov e disseram que ele não seria capaz de participar de uma ‘maratona sexual’ de meio dia com elas.
Tuganov, porém, deu conta do recado, mas um minuto após terminar a sessão, ele teria morrido de ataque cardíaco, segundo informações da imprensa russa.
“Chamamos o serviço de emergência, mas era tarde. Não havia mais nada que pudesse ser feito”, afirmou uma das mulheres, que teve apenas o primeiro nome revelado, Alina.