3 de setembro de 2008

Disfunção erétil pode sinalizar hipertensão arterial, diabetes e depressão, afirma cardiologista.

Publicada em 03/09/2008 às 15h08m
Maria Vianna - O Globo Online*
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A dificuldade de ter ou manter uma ereção pode ser um dos primeiros indicadores de que há algo errado com a saúde. Doenças como a depressão, diabetes e pressão alta têm como um dos primeiros sintomas a impotência, afirma o cardiologista Marcelo Bertolami, diretor do Instituto de Cardiologia Dante Pazzanese, em São Paulo. No Brasil, cerca de 40% dos homens tem problemas de ereção, número que aumenta a medida que a idade avança, mas poucos procuram um especialista para tratar corretamente do problema. Dados do instituto apontam que 64% destes homens acabam descobrindo que a disfunção erétil é causada por outro problema de saúde, principalmente os ligados a pressão, ao colesterol e ao acúmulo de gordura nas artérias.
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- Nos casos de disfunção erétil, a transparência entre médico e paciente é ainda mais importante para que ele descubra se está com algum distúrbio grave em estágio inicial e que pode se manifestar de forma mais séria apenas daqui a anos. Em alguns casos, a mudança de hábitos sozinha já é o suficiente para reverter o quadro da disfunção - explica o cardiologista. Ele lembra que os medicamentos contra a impotência podem ser úteis em muitas situações, mas que não devem ser a primeira opção no tratamento da disfunção erétil, já que eles podem mascarar outras condições.
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- Um paciente que busca este tipo de medicamento sem fazer outros exames ou, pior, parte para a automedicação, está colocando a saúde em risco. Às vezes, o homem pode até conseguir a ereção, mas por causa de outra doença, não vai conseguir manter a relação sexual - diz Bertolami.
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Alguns medicamentos para hipertensão, como diuréticos e betabloqueadores, e as estatinas, usadas para tratar o colesterol alto, podem causar disfunções eretéis. Nestes casos, explica o médico, os remédios contra impotência são um aliado. Os medicamentos para disfunção erétil são contra-indicados para quem toma remédios a base de nitratos, e também para quem tem arritmias cardíacas, pressão alta ou baixa.
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- O homem precisa entender que não adianta apenas tomar um comprimido. Ele deve avaliar o estado de sua saúde e trabalhar para melhorar sua qualidade de vida. A disfunção erétil é sinal de que algo no organismo não vai bem e que costuma ter solução quando detectado em estágio inicial. É possível ter diabetes e cardiopatias, por exemplo, e ter uma boa vida sexual. Mas é claro que o quadro precisa estar sob controle - enfatiza.
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Para melhorar a saúde sexual, o cardiologista recomenda uma dieta equilibrada, a prática regular de exercícios, não fumar e moderar a ingestão de alcool.
- Nos homens mais jovens, a disfunção erétil pode ser sinal de problemas cardíacos. Não é preciso ter uma idade avançada para se ter algum distúrbio no coração. O Brasil, infelizmente, está entre os países com maior incidência de infartos entre jovens - completa.
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31 de agosto de 2008

Técnica bizarra para aumentar o pênis leva 2 homens para o hospital.

Um deles vai se casar na próxima semana, e queria ficar 'maior' para noiva.Em outro caso, bombeiros da Malásia precisaram cortar peça de metal.
Do G1, em São Paulo, com informações da AFP
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Tamanho não é documento? Malaios não acreditam, e apelam até para porcas e parafusos... Um soldador da Malásia foi parar no hospital com uma rosca de metal presa ao pênis, no que seria uma tentativa de "aumentar" o órgão sexual a tempo de seu noivado na semana seguinte.
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Foi o segundo caso do gênero no país nos últimos dias. Na semana passada, um jovem de Kuala Lumpur havia tentado estratégia similar para aumentar o órgão sexual. O anel de aço colocado ao redor do pênis, no entanto, não pôde ser removido pelos médicos e bombeiros tiveram que cortar o anel para fazer a retirada.No caso do noivo insatisfeito, a peça ficou presa depois de uma ereção, segundo o jornal Star, obrigando o homem a procurar ajuda. Os médicos do hospital Sultanah Aminah, no estado de Johor, tiveram que drenar sangue do órgão, além de remover uma parte da pele, para conseguir retirar o objeto. Segundo o hospital, o corpo de bombeiros também esteve envolvido no 'resgate'. O soldador, de cerca de 20 anos, que não teve o nome revelado, acreditava que a pesada ferramenta de construção poderia esticar seu pênis e torná-lo maior. Segundo o diretor do hospital, Daud Abdul Rahim, o paciente se recupera bem e deve ter alta ainda neste domingo.
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27 de agosto de 2008

Caráter pesa mais do que sexo na definição de masculinidade, diz pesquisa.

Pesquisa realizada em oito países mostrou que aparência física não é fator importante.
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- O caráter é mais importante para definir a masculinidade do que atributos físicos e vida sexual, sugere uma pesquisa feita com 27 mil homens em oito países, inclusive o Brasil. Publicada na edição desta semana da revista científica Journal of Sexual Medicine, a sondagem entrevistou homens entre 20 e 75 anos sobre os fatores que definem qualidade de vida e masculinidade.
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Entre os entrevistados, 16% sofriam de disfunção erétil. Segundo os resultados, a maioria dos entrevistados (33%) considera que ser visto como um homem honrado e ter o controle da própria vida (28%) são os principais atributos da masculinidade. Em contrapartida, apenas uma minoria citou ser atraente (1%) e ter sucesso com as mulheres (1%) como fatores que definem a identidade masculina. O estudo ressalta ainda que a percepção sobre a identidade masculina não é diferente para os homens impotentes entrevistados na pesquisa. "As percepções dos homens sobre a masculinidade diferem de maneira significativa dos estereótipos da literatura", diz o estudo. "Ao contrário dos estereótipos, em todos os países analisados, atributos envolvendo respeito social foram citados com muito mais freqüência como fatores que definem a masculinidade do que aqueles apenas concentrados na sexualidade", afirma o texto.
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No Brasil, os pesquisadores entrevistaram cerca de 5 mil homens de diferentes faixas etárias. Entre os brasileiros entrevistados, ser visto como um homem honrado foi citado como o atributo mais importante da identidade masculina para a maioria (41%). Além da honra, fatores como a manutenção do controle da própria vida (27%) e ter um bom trabalho (12%) também foram citados como importantes na construção da masculinidade. No entanto, atributos mais sexuais como ser atraente (0%) e ter sucesso com as mulheres (1%) parecem ter menos importância na definição da identidade masculina, citados por uma minoria dos entrevistados.
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Além do Brasil, os homens entrevistados na Espanha, México, Estados Unidos e França também definem a honra como o principal atributo da masculinidade. Já na Alemanha, Reino Unido e Itália, ter o controle da própria vida foi citado como fator mais importante. "O conjunto de resultados dessa pesquisa ressalta a importância para os homens dos aspectos não-sexuais na construção da identidade masculina", diz o estudo.
Qualidade de vida
Além dos fatores que contribuem para a construção da identidade masculina, o estudo também analisou a percepção dos homens sobre os atributos que definem uma boa qualidade de vida. A maioria dos entrevistados (29%) citou "ser saudável" como o principal atributo de uma boa qualidade de vida, seguido por "harmonia na vida familiar"(26%) e "bom relacionamento com a parceira" (22%). No entanto, aspectos mais materiais foram considerados menos importantes para a definição de uma boa qualidade de vida pelos homens entrevistados. Fatores como "vida sexual satisfatória" e "ter uma boa casa" foram citados por apenas 3% dos participantes. Contribuição
De acordo com Julia Heiman, principal autora do estudo, os resultados podem contribuir para uma melhor compreensão acerca da opinião dos homens sobre sua própria identidade. "Perguntar a vários homens o que engloba seu senso de masculinidade é muito útil para a mídia e para a pesquisa. Esses resultados sugerem que devemos prestar atenção e perguntar, ao invés de assumir que sabemos", afirma Heiman. Segundo a autora, os resultados também podem contribuir para uma melhor compreensão acerca da opinião dos homens que sofrem de impotência e ajudar os médicos a elaborar melhor suas táticas de tratamento. Isso porque não houve diferença na percepção sobre masculinidade entre daqueles que sofriam de disfunção erétil e os que não apresentavam problemas sexuais. "Os resultados sugerem com clareza que os médicos devem reconsiderar o conceito de que a disfunção erétil e outros problemas sexuais abalam o centro da identidade masculina", afirma o estudo.
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22 de agosto de 2008

Homens polígamos vivem mais que monógamos, diz estudo.

Casar-se mais de uma vez é comum em países muçulmanos.
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Um estudo de pesquisadores britânicos observou que homens de países que permitem a poligamia – o casamento com mais de um parceiro – vivem em média mais que aqueles que vivem em países onde a prática é proibida.
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Cientistas da Universidade de Sheffield, na Grã-Bretanha, perceberam que homens acima de 60 anos de 140 países poligâmicos têm uma expectativa de vida em média 12% maior que a de homens de 49 nações monogâmicas.
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Os dados, obtidos a partir de relatórios da Organização Mundial da Saúde (OMS), foram calculados de maneira a desconsiderar fatores socioeconômicos nos diferentes países. As conclusões foram apresentadas pela coordenadora da pesquisa, Virpi Lummaa, em um encontro internacional de estudos de comportamento em Ithaca, Nova York (EUA), e reproduzidas em reportagem da revista New Scientist.
Explicações
Em sua exposição, a pesquisadora tentou encadear explicações para este fenômeno. Teorias sobre a longevidade humana procuram explicar por que homens e mulheres vivem tanto. No caso das mulheres, a questão é entender por que a longevidade se estende muito além do fim do ciclo reprodutivo, encerrado na menopausa.
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Algumas pesquisas apontam para o 'efeito avó', afirmando que a chegada de netos serviria de estímulo para a longevidade das mulheres. Além disso, a chegada da menopausa permitira que se evitasse uma "concorrência" entre gerações de fêmeas.
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No caso dos homens, os pesquisadores descartaram a existência de um "efeito avô" semelhante. Em vez disso, a longevidade se explicaria pelo fato de machos da espécie humana continuarem férteis mesmo em idades avançadas, disse Virpi Lumma. Isto é exacerbado em culturas poligâmicas, nos quais homens têm filhos com diversas mulheres, em geral de diferentes idades.
A revista New Scientist destacou ainda que as explicações poderiam ser genéticas tanto quanto sociais.
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Por um lado, homens que continuam a ter filhos aos 60 ou 70 anos podem ser levados a tomar mais cuidado com sua própria saúde, já que têm mais bocas para alimentar, afirmou a revista.
Por outro lado, milhares de anos de evolução podem ter selecionado homens com maior longevidade em países poligâmicos.
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Um pesquisador ouvido pela revista, Chris Wilson, antropólogo na Universidade de Cornell, em Ithaca, destacou também a influência que pode ter o cuidado de diversas mulheres cujo status social depende da boa saúde do seu marido. "Não me surpreende que homens nessas sociedades vivam mais que homens em sociedades monogâmicas, onde eles ficam viúvos e ninguém cuida deles."
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5 de agosto de 2008

Homens sãp mais felizes que mulheres depois dos 48, diz estudo.

Segundo pesquisa, homens estão mais satisfeitos a partir dos 48 anos.
Os homens tendem a se sentir mais felizes com suas vidas do que as mulheres, a partir dos 48 anos de idade, segundo um estudo publicado no Journal of Happiness Studies que examinou dados colhidos nacionalmente, nos Estados Unidos, durante décadas. O nível de felicidade é medido através das aspirações e realizações em relação à vida familiar e financeira, ao longo do tempo.
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Apesar de estarem mais satisfeitas com sua situação familiar e suas finanças no início da vida, o nível de satisfação das mulheres tende a diminuir com o tempo, enquanto o dos homens tende a aumentar, afirmam os pesquisadores Anke Plagnol – da Universidade de Cambridge – e Richard Easterlin – da University of Southern California.
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Segundo os pesquisadores, um dos fatores que podem estar por trás desta "inversão" é o fato de as mulheres se casarem mais cedo, e com isso estarem mais satisfeitas com a vida familiar e financeira no início da fase adulta do que os homens.
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O estudo analisou dados que mediram as aspirações e as realizações de mulheres e homens no casamento, vida familiar com filhos e no campo material, analisando finanças e bens de consumo considerados desejáveis para uma "vida ideal", como carro, casa própria, casa de veraneio e férias no exterior, entre outros.
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Os pesquisadores afirmam que tanto homens como mulheres têm forte desejo de um casamento feliz durante toda a vida. No início, as aspirações femininas são um pouco mais altas que as masculinas, mas com a idade, essas aspirações diminuem mais rapidamente entre as mulheres.
Aos 42 anos de idade, a proporção de mulheres que desejam um casamento feliz é inferior a dos homens e essa diferença tende a aumentar nos anos seguintes. A vida familiar também é apontada como um fator mais importante para a felicidade feminina, mas elas demonstram estar menos satisfeitas com sua vida familiar do que os homens a partir dos 64 anos.
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No campo financeiro, os homens estariam menos satisfeitos no início de suas vidas, mas a situação se inverte a partir dos 43 anos.
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2 de agosto de 2008

Mitos e verdades sobre o sexo anal.

Publicada em 01/08/2008 às 17h45m
Maria Vianna - O Globo Online
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Considerado um assunto tabu por 65% das mulheres, a prática do sexo anal costuma despertar sentimentos mistos como curiosidade, excitação, vergonha e culpa. Se por um lado este tipo de penetração faz parte da fantasia de 70% dos homens e 30% das mulheres brasileiras, segundo pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP), apenas 25% dos casais heterossexuais praticam o sexo anal com regularidade.
- O assunto ainda é cercado de mitos. Ele também é pouco discutido por especialistas em saúde sexual, que às vezes chegam a dar informações erradas ou não dão abertura para que seus pacientes falem sobre o tema. Ninguém conversa, mas levantamentos indicam que 17 milhões de brasileiros aprovam a prática como mais uma forma de prazer - explica o urologista Celso Marzano, terapeuta sexual e diretor do Centro de Orientação e Desenvovilmento da Sexualidade, em São Paulo, que acaba de lançar o livro "O prazer secreto", da editora Éden, um guia sobre o tema.
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Marzano lembra que, como o sexo anal pode levantar uma série de inseguranças, principalmente nas mulheres, ele só deve ser feito depois de muitas conversas e com o aval dos dois.
- Algumas mulheres ignoram por completo o tema e levam um susto quando o parceiro indica que quer experimentar. Outras aproveitam e usam o sexo anal como moeda de troca, e só permitem este tipo de penetração quando querem provar alguma coisa para o homem. São duas abordagens ruins que geram ansiedade, medo, dor e frustração - acredita o médico.
Algumas mulheres usam o sexo anal como um presente sexual. É o caso de L., de 32 anos, que fez um acordo com o namorado, com quem já dividia apartamento: sexo anal apenas na noite de núpcias.
Veja suas respostas para dúvidas comuns:
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Sexo anal dói?
A dor costuma acontecer por causa do medo e da insegurança, explica Marzano. Isto porque a ansiedade tensiona todos os músculos do corpo, inclusive os do ânus. A dica do médico é usar lubrificantes à base de água e o dedo ou acessórios que, aos poucos, vão relaxando a região. Feito corretamente, o sexo anal não provoca sangramentos nem dor, no máximo uma sensação de incômodo. Para os iniciantes, ele sugere que o sexo anal seja feito após o orgasmo, momento em que o corpo está naturalmente mais relaxado. Se a pessoa estiver relaxada e mesmo assim sentir dor ou houver sangramento, é importante procurar o médico, já que isto pode ser sinal de alguma doença.
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Mulheres podem ter orgasmo desta forma?
- Sim, o orgasmo não é só possível, como também se torna mais comum à medida que o casal se sente mais confortável com a prática. Só lembro às mulheres que, como os nervos e a textura do tecido do ânus são diferentes da vagina e do clitóris, a sensação e a intensidade do orgasmo vão ser diferentes. A masturbação simultânea e exercícios de pompoarismo ajudam a ampliar o prazer - diz Marzano.
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Existe uma posição ideal?
Para Marzano, uma das melhores posições é a "de lado com o parceiro de costas, a posição 'da colher ou da conchinha'. Ela facilita o relaxamento, as carícias simultâneas e é a mais simples de controlar o ritmo e a intensidade da penetração".
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Quais os riscos de penetrar a vagina após o sexo anal?
Como a região é rica em bactérias e secreções fecais nem sempre visíveis, o médico alerta que a região vaginal nunca deve ser manipulada com os dedos, o pênis ou acessórios que foram usados no ânus sem que eles sejam lavados com água e sabonete. Sem os cuidados adequados, além das doenças sexualmente transmissíveis, é possível pegar infecções que levem à infertilidade e à pelviperitonite, infecção da bacia e do abdômen. Nas grávidas em início de gestação, as infecções podem aumentar a chance de aborto.
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Posso dispensar a camisinha?
Não. É possível contrair as mesmas doenças que costumam ser transmitidas na penetração vaginal e no sexo oral. As mais comuns são gonorréia, sífilis e herpes. Existe também um alto risco de contaminação pelo HPV, que pode levar ao câncer, e pelo HIV, já que a região tem muitos vasos sangüíneos, pouquíssima lubrificação e tecidos frágeis.
- No sexo anal, não é só mais fácil pegar como também transmitir o HIV para o parceiro. As microlesões que ocorrem no ânus e no pênis durante a relação são os locais de entrada do vírus, e a mucosa do intestino absorve o HIV com mais facilidade do que a mucosa vaginal - diz Marzano.
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Sexo anal causa hemorróida?

Segundo o urologista, essa prática não causa hemorróidas, dilatação de veias retais. Porém, o sexo anal pode ser doloroso e agravar o quadro se a região já estiver inflamada.
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1 de agosto de 2008

Clinical Practice Experience with Testosterone Treatment in Men with Testosterone Deficiency Syndrome - Abstract

Monday, 16 June 2008
Department of Urology and Centre for Applied Urological Research, Kingston General Hospital, Queen’s University, Kingston, ON, Canada.
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To report on a clinical practice series of testosterone-replacement therapy (TRT) in men with testosterone deficiency syndrome (TDS), examining clinical efficacy, biochemical parameters and effects on prostate health over a 2-year period.
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A retrospective review of 85 patients with symptoms of TDS and at least a 3-month trial of TRT was performed in this single-centre, clinical practice setting. Three domains of symptomatology were evaluated: libido, erectile function and energy levels. Symptoms were assessed by a combination of patient reporting, physician's assessment and validated symptom assessment scores. Total testosterone (TT), calculated bio-available testosterone (BT) and prostate-specific antigen (PSA) levels were continuously measured and effects on prostate health were examined.
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Only 38 (45%) patients in this cohort remained on TRT for >2 years. The most common reason for discontinuing treatment was lack of clinical response but those remaining on TRT had continued improvement in libido, erectile function and energy levels. During treatment, the average TT and calculated BT values significantly increased compared with the baseline values at most of the evaluated time points, with no significant change in average PSA values. In all, 15% of this cohort had some degree of progression of lower urinary tract symptoms. Seven patients had eight 'for-cause' prostate biopsies either during supplementation or at any date after completion, with an only three positive for cancer.
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Only 45% of men on TRT remained on treatment for >2 years in this clinical practice experience of men with TDS. Those remaining showed persistent improvement in their symptoms. The average TT and BT values increased significantly with no significant change in PSA levels.
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Effect of irbesartan on erectile function in patients with hypertension and metabolic syndrome

Pathogenesis of erectile dysfunction (ED) is related to endothelial dysfunction and therefore associated with cardiovascular risk factors. Patients with a combination of risk factors, as in metabolic syndrome, are thus likely to have an increased risk of developing endothelial and ED. The angiotensin receptor antagonist irbesartan has been shown to improve endothelial function in cardiovascular high-risk patients, which suggests a beneficial effect of treatment with irbesartan on ED. The aim of the present study was to determine the influence of irbesartan on ED in patients with a metabolic syndrome. A total of 1069 consecutive hypertensive patients with a metabolic syndrome from the Documentation of hypertension and metabolic syndrome in patients with Irbesartan Treatment survey were included. Patients were treated with irbesartan or the combination of irbesartan/hydrochlorothiazide for 6 months. ED was assessed using the international index of erectile function. The Cologne Evaluation Questionnaire of Erectile Dysfunction served as a control. Erectile function increased significantly (P<0.0001)>
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Testosterone treatment in elderly men with subnormal testosterone levels improves body composition and BMD in the hip

Our intention was to examine if subnormal testosterone levels in older men were associated with a reduction in quality of life and physical and mental health, and secondly to examine if testosterone treatment could improve these conditions. We performed a nested case–control study and a 1-year testosterone intervention study. Men with subnormal testosterone had significantly higher weight, fat mass and abdominal adipose tissue. They also had significantly higher glucose and insulin levels, and they had higher triglyceride levels. Testosterone treatment had a large impact on body composition with reduced fat mass and abdominal adipose tissue and increased fat-free mass, but it did not affect weight and glucose and lipid metabolism. Bone mineral density in the hip was significantly higher after the testosterone treatment. Older men with subnormal testosterone levels had an unfavorable metabolic profile. Testosterone treatment improved body composition, but it did not reverse the unfavorable metabolic profile.
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ARTIGO COMPLETO:

22 de julho de 2008

Nova droga contra o câncer de próstata é o "maior avanço em 70 anos".

22/07/2008 - 08h51 - Atualizado em 22/07/2008 - 10h01
Tratamento 'beneficiaria até 80% de pacientes com formas agressivas do tumor'.
Da BBC
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Cientistas britânicos afirmam ter testado com sucesso um novo medicamento que traz esperança para pacientes com câncer de próstata avançado. A droga, conhecida como Abiraterone, está sendo considerada o maior avanço no tratamento da doença nos últimos 70 anos. Segundo a equipe do Instituto de Pesquisas do Câncer, em Londres, até agora todos os tratamentos contra câncer de próstata se concentravam no bloqueio da produção da testosterona, hormônio sexual produzido nos testículos cuja ação alimenta o crescimento do câncer. No entanto, os cientistas descobriram que outros hormônios, inclusive o produzido pelo próprio tumor, também contribuem para seu crescimento e disseminação. O novo remédio age bloqueando vários hormônios sexuais produzidos por diferentes partes do corpo masculino.
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O estudo, divulgado na publicação científica Journal of Clinical Oncology, realizou experimentos com 21 pacientes de câncer de próstata avançado. Dois anos e meio mais tarde, os especialistas verificaram uma redução significativa do tumor e uma queda nos níveis de uma proteína maléfica produzida pelo câncer. Muitos voluntários relataram uma melhora significativa na qualidade de vida. Alguns deles puderam até suspender o consumo de morfina para aliviar a dor provocada pela propagação do câncer para os ossos. Um dos pacientes envolvidos no tratamento, Richard Pflaum, contou à BBC ter sentido uma melhora significativa em sua qualidade de vida.
"Antes, minha mulher tinha de calçar as minhas meias e eu precisava de uma bengala para andar curtas distâncias", disse. "Hoje eu ando sozinho, já comecei a me exercitar e me sinto quase como uma pessoa normal." Os especialistas acreditam que o novo tramento tem potencial de beneficiar até 80% dos pacientes com uma forma agressiva da doença atualmente resistente à quimioterapia.
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O coordenador da pesquisa, Johann de Bono, espera que o Abiraterone esteja disponível no mercado em dois ou três anos na forma de comprimido. Bono disse, no entanto, que os resultados devem ser comprovados com novos testes. Atualmente, outros 1,2 mil pacientes em várias partes do mundo estão sendo tratados com a droga, ele acrescentou. "Acreditamos já ter dado um grande passo no avanço do tratamento de pacientes com câncer de próstata terminal", disse Bono. "Esses homens carregam uma forma muito agressiva do câncer, excepcionalmente difícil de tratar e quase sempre fatal."
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15 de julho de 2008

An exploratory study of the effects of 12 month administration of the novel long-acting testosterone undecanoate on measures of sexual function and th

Arch Androl. 2007 Nov-Dec;53(6):353-7.
Saad F, Gooren L, Haider A, Yassin A.
Bayer-Schering, Department of Men's Healthcare, 13342 Berlin, Germany.
Farid.Saad@bayerhealthcare.com
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Administration of testosterone undecanoate (TU) over 12 months to men with sexual dysfunction and signs of the metabolic syndrome, restored their plasma testosterone (T) levels to the mid-range of reference values. This had a beneficial effect on their sexual functioning as evidenced by an improvement of their scores on the International Index of Erectile Function.
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The scores on the Aging Male Symptoms score, AMS, were also improved. Most impressive were the improvements in the parameters of the metabolic syndrome; they all improved and appeared largely correlated (i.e., decline in waist circumference with declines of plasma cholesterol and LDL and increase in plasma HDL). Sex hormone binding globulin, SHBG, may be considered as an indicator of the severity of the metabolic syndrome; levels of SHBG initially fell, probably as a result of rising plasma T levels. But over the last six months of the observation period when plasma T rose further, there was a significant increase in plasma SHBG which may be interpreted to indicate an improvement of the metabolic syndrome.
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Blood pressure improved slightly but significantly. In this cohort of elderly men (54-76 years; median 64 years) there were no safety concerns over a one year period of T administration. Prostate specific antigen, PSA, levels remained stable; the International Prostate Symptoms Score, IPSS, improved slightly. Liver functions and plasma glucose remained stable. Hemoglogin and hematocrit values increased significantly but remained within reference values.
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Beneficial effects of testosterone administration on symptoms of the lower urinary tract in men with late-onset hypogonadism: a pilot study.

Aging Male. 2008 Jun;11(2):57-61.
Kalinchenko S, Vishnevskiy EL, Koval AN, Mskhalaya GJ, Saad F.
Russian Research Center for Endocrinology, Moscow, Russia.
Kalinchenko@list.ru
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INTRODUCTION: Elderly men are bothered by lower urinary tract complaints designated as lower urinary tract symptoms (LUTS). In epidemiological studies LUTS appears strongly associated with erectile dysfunction, and also with metabolic syndrome. LUTS occurs at an age at which plasma testosterone levels decline, in some men to hypogonadal values. Objectives. This pilot study tested whether testosterone administration to elderly men complaining of LUTS and whose plasma testosterone levels are below normal, might alleviate LUTS.
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METHODS: Group 1 (n = 10) received treatment with testosterone gel (50 mg) daily for three months; group 2 (n = 20) received treatment with injections of testosterone undecanoate 1000 mg for 26 weeks.
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RESULTS: Upon these interventions, plasma testosterone increased to the normal range. Symptoms of LUTS, measured by the International Prostate Symptoms Score, improved significantly, and also scores of the Aging Males' Symptoms scale and international index of erectile function improved. There were no untoward effects on the prostate over this period of time of the study.
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CONCLUSION: Testosterone administration improved symptoms of LUTS in men with late-onset hypogonadism. The mechanism of action is as yet not understood, but it may be connected with or parallel with the effects of testosterone on penile tissues in hypogonadal men, such as on nitric oxide and phosphodiesterase.
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13 de julho de 2008

As características sexuais do homem idoso.

A terceira idade é um período caracterizado por intensas mudanças físicas, patológicas, sociais e emocionais. O idoso revê seus conceitos sobre dinheiro, trabalho, ambições, beleza, vida, prazer e sexo; prefere mais qualidade ao invés de quantidade em tudo, inclusive nas suas relações sexuais.
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A sua função sexual se altera basicamente pelas mudanças fisiológicas e anatômicas do organismo provocadas pelo próprio processo de envelhecimento. Porém, não se pode associar essa fase da vida à perda ou à incapacidade de manter relações sexuais. As dificuldades normalmente se iniciam a partir dos 40-50 anos, pois além da diminuição lenta e gradual da testosterona, há uma maior incidência de doenças cardiovasculares, hipertensão arterial, diabetes, obesidade e dislipidemias muitas vezes agravadas pelo fumo, álcool, estresse, sedentarismo e outros fatores de risco.
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Além das causas orgânicas, surgem questões de ordem emocional referentes a aposentadoria, casamento, doenças, auto-estima além de fatores sociais e culturais.Em geral, as alterações sexuais masculinas são lentas e progressivas, dando tempo ao homem de se adaptar a uma atividade menos intensa.
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Não existe uma disfunção erétil que seja específica do homem idoso, mas sim uma diminuição da sua capacidade sexual global. É importante que os homens conheçam e tenham consciência dessas mudanças, para que uma eventual falha erétil não cause uma ansiedade de desempenho desastrosa, capaz de contaminar e comprometer as relações futuras.
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Ao atingir a maturidade, o sexo é cada vez menos carnal, tornando-se cada vez mais afetivo. As relações são menos sexuais e mais sensuais. Aos poucos, o homem se vê obrigado a assumir o papel de protagonista da relação, trocando de lugar com o seu pênis, que até então tinha sido o ator principal da relação. Isso o obriga a uma adaptação, caso contrário, ele fica perdido sem entender as mudanças que ocorrem no seu organismo.
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Muitas estatísticas mostram que a atividade sexual diminui com o decorrer da idade, tanto em homens quanto em mulheres; no entanto várias outras estatísticas mostram que homens idosos ainda permanecem sexualmente ativos, uns mais outros menos, mesmo após os 70-80 anos.
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10 de julho de 2008

Efficacy of tadalafil once daily in men with diabetes and erectile dysfunction.

Diabet Med. 2008 Feb;25(2):138-46.
Hatzichristou D, Gambla M, Rubio-Aurioles E, Buvat J, Brock GB, Spera G, Rose L, Lording D, Liang S.
Aristotle University of Thessaloniki, Department of Urology, Thessaloniki, Greece.
hatzichr@med.auth.gr
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AIMS: Erectile dysfunction (ED) is a common comorbidity in men with diabetes mellitus. Tadalafil 10 or 20 mg taken on demand is efficacious and safe for men with diabetes and ED. Recently, continuous treatment with tadalafil has been proposed, addressing ED management as any other chronic condition. This study examined whether once-daily tadalafil 2.5 and 5 mg is efficacious for men with diabetes and ED.
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METHODS: This randomized, double-blind, placebo-controlled, multicentre, 12-week study enrolled 298 men with diabetes and ED to once-daily treatment with placebo, tadalafil 2.5 mg or tadalafil 5 mg. Primary efficacy measures were International Index of Erectile Function Erectile Function (IIEF EF) Domain score, and patient success rates for vaginal penetration and completion of intercourse. Patient satisfaction, endothelial function biomarkers, and safety were also assessed.
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RESULTS: Patients receiving either dose of tadalafil had clinically and statistically significant improvements in IIEF EF and statistically significant improvements in mean success rates for vaginal penetration, completion of intercourse, and overall treatment satisfaction (P < or =" 0.005">
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CONCLUSIONS: In this first study of men with diabetes and ED, once-daily tadalafil 2.5 and 5 mg was efficacious and well tolerated, suggesting this may be an alternative to on-demand treatment for some men, eliminating the need to plan sex within a limited timeframe.
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NOSSA OPINIÃO:
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Vários trabalhos vêm sendo publicados mostrando as vantagens em se tomar um comprimido de algum tipo de inibidor da 5-fosfodiesterase, mesmo em baixas doses todos dias, como uma forma de se tratar a disfunção erétil. Na prática vemos que essa conduta dificilmente se mantém a médio ou a longo prazo, por vários motivos. Em primeiro lugar devido ao custo elevado desses medicamentos; vê-se que a aderência a esse tratamento é maior quando estudos universitários patrocinados pelos laboratórios arcam com as despesas dos pacientes estudados. Não acredito que esses estudos teriam os mesmos bons resultados, se os pacientes em tela tivessem que pagar pelos comprimidos ofertados. Outros fatores são a falta de estímulo sexual por parceiras antigas que muitos homens têm, o que acaba desestimulando o tratamento; e o desconforto de ter que tomar um comprimido a mais todos os dias, além dos medicamentos que esses pacientes habitualmente já são obrigados a tomar. E por último, mas não menos importante, muitos desses pacientes podem até ter uma boa ereção na hora em que desejarem; o problema é desejarem. Em geral, os bons resultados desse tipo de tratamento demonstrados na literatura, poderiam ser decorrentes de viés da indústria farmacêutica.
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9 de julho de 2008

Estudo indica aumento da atividade sexual em idosos.

BBC - Publicada em 09/07/2008 às 07h35m
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As pessoas com mais de 70 anos têm uma vida sexual mais ativa e sentem mais prazer com sua atividade sexual do que os idosos há 30 anos, sugere uma pesquisa realizada com idosos na Suécia. A sondagem entrevistou cerca de 1,5 mil idosos de ambos os sexos, em períodos diferentes - entre 1971 e 1972, 1976 e 1977, 1992-3 e 2000-1. Os pesquisadores questionaram os participantes sobre vários aspectos da vida sexual como satisfação, atividade e problemas sexuais. Segundo os resultados, publicados na revista científica British Medical Journal, no decorrer dos últimos 30 anos constatou-se um aumento no número de idosos que relataram ter uma vida sexual ativa.
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Entre os homens casados, 52% dos entrevistados no início da década de 70 disseram ter vida sexual ativa. Em 2000, o índice nesse grupo foi de 68%. No caso das mulheres casadas, o aumento foi de 38% para 56%. O aumento também foi observado entre os solteiros, de 30% para 54% e de 0,8 ponto percentual para 12% entre as solteiras.
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O estudo ressalta ainda que houve um aumento na satisfação das mulheres com a vida sexual - mais idosas afirmaram que têm orgasmo durante a relação e menos mulheres relataram nunca terem tido um orgasmo. Entre os homens, em contrapartida, os autores observaram uma redução no prazer. Segundo os autores, isso pode ser causado porque, com o tempo, se tornou mais aceitável admitir "fracasso" nas relações sexuais.
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A pesquisa aponta também que o número de homens com problemas de ereção diminuiu, enquanto aumentou a quantidade de idosos com problemas de ejaculação. A proporção que sofre de ejaculação precoce não foi alterada.
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De acordo com o estudo, tanto os homens quanto as mulheres culpam os homens quando o casal pára de ter relações sexuais, o que reforça análises feitas em estudos anteriores. "Nosso estudo mostra que os mais velhos consideram a atividade sexual e seus prazeres como uma parte natural da vida idosa", dizem os autores, da Universidade de Gotemburgo.
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Para a professora Peggy Kleinplatz, da Universidade de Ottawa, no Canadá, o estudo reforça o papel positivo da vida sexual para as pessoas com mais de 70 anos e é uma contribuição bem-vinda para a limitada literatura sobre o comportamento sexual dos idosos.
Kleinplatz espera que a pesquisa ressalte a necessidade de os médicos serem treinados a perguntar a todos os pacientes, independente da idade, sobre questões relacionadas ao sexo.
Petra Boyton, especialista em psicologia do sexo e relacionamento da University College, em Londres, comenta os resultados da pesquisa e afirma que é importante lembrar que uma pessoa que fez 70 anos no ano 2000 teria sido influenciada pelas atitudes sexuais mais livres das décadas de 60 e 70.
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Além disso, ela sugere que esses idosos poderiam ser mais saudáveis e em forma do que aqueles que completaram 70 anos em períodos anteriores a 2000. "Ainda temos o estereótipo dos idosos com suas bengalas, que não poderiam ter uma vida sexual ativa. Mas este não é o caso", afirma a especialista. Boyton faz ainda outra ressalva com relação aos resultados da pesquisa. Segundo ela, o estudo não registrou a freqüência com que os entrevistados mantinham relação sexual, apenas se eles tinham uma vida sexual ativa. Além disso, os pesquisadores levaram em conta apenas o sexo que envolve penetração, ao invés de considerar também outras formas de sexo, que podem ser preferidos por pessoas mais velhas.
"Fico preocupada de que estes resultados possam ser interpretados de uma forma que possa sugerir que se você não está fazendo sexo aos 70 anos, você está fazendo algo errado", disse.
"Ainda há várias pessoas que optam por não ter relações sexuais", concluiu Boyton.
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8 de julho de 2008

Sexo com frequência reduz risco de impotência.

Reuters em 07/07/2008 às 17h23m
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Nova York - Médicos finlandeses têm uma nova e simples recomendação para prevenir a impotência: fazer sexo e fazer com freqüência. Um estudo com quase mil idosos, publicado no "American Journal of Medicine", durante cinco anos mostrou que aqueles que tinham atividade sexual regular apresentavam menos chances de ter disfunção erétil. Aliás, quanto mais eles faziam sexo, menor era o risco de terem o problema. Para os pesquisadores, isso significa que é importante incentivar os homens a fazerem sexo na terceira idade.
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A pesquisa incluiu 989 homens com idades entre 55 e 75 anos. Em média, os que relataram fazer sexo menos que uma vez por semana tinham duas vezes mais chances de apresentar disfunção erétil nos cinco anos seguintes do que os que faziam sexo semanalmente. E mais: em comparação com os que faziam sexo três ou mais vezes por semana, o risco de impotência era quadruplicado.
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Segundo Juha Koskimaki, coordenador do estudo, uma série de fatores contribuem para a disfunção erétil, como diabetes e doença cardíaca. Mas, mesmo levando essas limitações em conta, a atividade sexual em si está ligada ao problema.
- É o caso de usar ou perder - brinca o pesquisador, explicando que a atividade sexual regular pode até ser encarada como exercício físico.
Mas esta não é a única explicação. A disfunção erétil é provocada pela má vascularização do pênis. O sexo frequênte pode ajudar a manter os níveis normais de fluxo sangüíneo nos tecidos responsáveis pela ereção.
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3 de julho de 2008

Homens que fazem sexo frequentemente correm menos risco de disfunção erétil.

Do G1, em São Paulo
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Uma forma da chamada lei do uso e desuso é um fator importante no surgimento da disfunção erétil, afirma um novo estudo. Médicos finlandeses estudaram quase mil homens com idades entre 55 e 75 anos e descobriram que os que faziam sexo com mais freqüência também eram os que corriam menos risco de desenvolver problemas de ereção.
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Os resultados estão na edição deste mês da revista médica "The American Journal of Medicine". Após avaliar a saúde sexual de 989 homens da cidade finlandesa de Pirkanmaa, os pesquisadores viram que, entre os que relatvam fazer sexo menos de uma vez por semana, em média, a incidência de disfunção erétil acaba dobrando. A conclusão foi obtida após levar em conta outros fatores ligados ao problema, como idade, doenças crônicas (diabetes, depressão e problemas cardiovasculares), obesidade e fumo.
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Para ser mais exato, a disfunção erétil aparecia em 79 casos por mil em homens que faziam sexo menos de uma vez por semana, 32 casos em mil entre os que faziam sexo pelo menos uma vez por semana e apenas 16 casos em mil para os que faziam sexo três ou mais vezes por semana. "A prática freqüente do sexo tem um papel importante na preservação da função erétil entre homens idosos. A atividade sexual contínua diminui a incidência de disfunção erétil de forma diretamente proporcional à freqüência do coito", escrevem os autores do artigo, liderados por pesquisadores do Hospital da Universidade de Tampere. O grupo aconselha os médicos a apoiar a atividade sexual de seus pacientes.
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28 de junho de 2008

Envelhecer é mais difícil para os homens.

Publicada em 17/08/2006 às 07h56m
Mariane Thamsten - O Globo Online.
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A procura excessiva das mulheres por produtos anti-rugas e cápsulas rejuvenescedoras pode fazer com que muitos pensem que entrar na terceira idade seja assustador apenas para o sexo feminino. Mas, uma pesquisa feita pelo Centro de Informação Científica e Tecnológica da Fundação Oswaldo Cruz, coordenada pela socióloga Dália Romero, mostra que os homens têm mais dificuldade para encarar os desafios que chegam com o avanço da idade. O estudo foi realizado através de fontes oficiais do Ministério da Saúde e teve como base a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios (PNAD).
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Os dados revelam um embate de comportamento e de estilo de vida. De acordo com a socióloga, o envelhecimento não está ligado à vaidade, mas a questões culturais e de saúde. No Brasil, a expectativa de vida das mulheres é maior do que a dos homens. Enquanto elas vivem, em média, 75 anos enquanto seus parceiros vivem 67 anos.
- Essa diferença na expectativa de vida é causada por fatores culturais relacionados à violência, a acidentes de trânsito e ao abuso de álcool ou de fumo, que os homens estariam mais sujeitos - afirma Dália.
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Além disso, segundo a socióloga, os homens vão menos ao médico, deixando de prevenir algumas complicações de saúde.
- A negligência masculina em buscar um médico faz com que os homens sejam responsáveis por um maior número de internações em situações graves e procurem mais os serviços de emergência - alerta a socióloga.
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De acordo com o estudo, o número de mortes entre os homens é maior do que entre as mulheres não apenas na terceira idade, mas em todas as faixas etárias. Os dados apontam que a cada quatro mortes de indivíduos entre 20 e 29 anos, três são de homens. Dados do PNAD mostram que enquanto oito em cada dez mulheres vão ao médico, apenas cinco entre cada dez homens checam sua saúde. Outro levantamento ligado à saúde dos idosos mostra que, em São Paulo, por exemplo, apenas 20% dos homens acima dos 65 anos nunca fumaram, enquanto o índice feminino é de 80%.
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Dália lembra ainda que os homens raramente conseguem viver sozinhos após os 65 anos, o que reforça a dificuldade dos homens em envelhecer. Para eles, a aposentadoria significa perder sua função social, caindo no sedentarismo e por isso fica mais sujeito à depressão.
- O envelhecimento está ligado diretamente à questão cultural. Hoje em dia, mesmo com todas as mudanças, as meninas são educadas para cuidar do lar, ser carinhosas. O homem, ainda é o provedor da família, é o sadio, a fortaleza da casa. E isso tem grande peso na hora de enfrentar uma incapacidade, ou doença, e o envelhecimento em si.
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O homem que passa a vida inteira preocupado com o trabalho perde um pouco o rumo quando não tem mais uma ocupação fixa.
- A nossa sociedade não prepara o homem para ficar em casa e cuidar dos filhos, muito menos em se ocupar com atividades domésticas ou artesanais. Ele fica sedentário e sem perspectiva porque não sabe fazer muito além do que a atividade profissional que exercia antes - destaca.
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A pesquisadora aponta que outra desvantagem do homem para encarar a terceira idade está na alta capacidade de a mulher usar a rede de apoio como a família, os amigos, a igreja etc.
- A mulher está muito mais ligada à família. O fato de os homens se divorciarem mais após os 60 anos e casarem com mulheres muito mais jovens também debilita a rede de apoio. Ele corre o risco de, quando ficar doente, acontecer uma nova separação. E aí volta a problemática com a família, porque ele perdeu o vínculo com os filhos, tem dificuldade para morar sozinho e não tem desembaraço para as atividades domésticas - diz.
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Uma sugestão da socióloga para fazer a chegada da terceira idade menos traumática para os homens é trabalhar o clico da vida desde cedo e mudar a construção da subjetividade do compromisso do homem e da mulher na sociedade.
- É preciso uma nova educação. A sociedade não sabe envelhecer. Temos uma cultura do imediato, da aparência. Não somos culturalmente educados para pensar em etapas posteriores da vida. É preciso modificar o papel do homem na sociedade. Isso é fundamental para um bom envelhecimento - conclui.
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De acordo com a pesquisa da Fiocruz, o número de mulheres a mais do que o de homens, em 1980, estava em cerca de um milhão, e em 2000, já atingia a casa dos três milhões. Já para 2050, a estimativa é de que o excedente feminino no país ultrapasse a casa dos oito milhões.
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24 de junho de 2008

Conceito de masculinidade afasta homens de consultórios médicos.

Doenças do coração e tumores são principais causas de morte depois dos 40 anos. Campanha do Ministério da Saúde pretende atingir mulheres que cuidam dos parceiros.
Do G1, em São Paulo
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Um levantamento feito com sociedades médicas de todo o país mostrou que os homens não costumam visitar consultórios médicos com freqüência. De acordo com o estudo, que ouviu antropólogos, psicólogos, membros do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems), a cada oito consultas ginecológicas no Sistema Único de Saúde (SUS), apenas uma é urológica. Para o coordenador da área técnica de saúde do homem do Ministério da Saúde, Ricardo Cavalcanti, o fator cultural é um dos responsáveis pelo afastamento dos homens dos consultórios médicos. “O conceito de masculinidade, no qual o homem se julga imune às doenças consideradas por ele sinais de fragilidade, é uma barreira”, diz. De acordo com Cavalcanti, o fato de grande parte dos médicos ser do sexo feminino também pode ser prejudicial, pois impede que muitos homens encontrem espaço adequado para falar sobre sua vida sexual, como, por exemplo, relatar uma impotência.
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Entre as principais causas de morte de homens até os 40 anos estão os fatores externos, como violência e agressões. Depois dos 40 anos, em primeiro lugar estão doenças do coração e tumores, principalmente no aparelho respiratório e na próstata.
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Segundo o Ministério da Saúde, algumas medidas pretendem aproximar os homens dos consultórios. Neste processo, ainda de acordo com o ministério, é importante contar com a ajuda das empresas para criar programas que estimulem seus funcionários a irem ao médico.Outra frente de ação será formada por campanhas publicitárias voltadas para a mulher. "A mulher é a maior ‘cuidadora’ da saúde do homem. É ela quem leva ele ao consultório, compra e oferece remédios. É estranho, mas para que o programa seja mais efetivo, ele precisa abordar a mulher", diz Cavalcanti. Cavalcanti aponta ainda a criação de centros de check-up para facilitar o atendimento ao público masculino. "Com esses centros, cerca de 80% das cardiopatias podem ser prevenidas", afirma. Nesses locais também será possível fazer a prevenção do câncer de próstata.
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22 de junho de 2008

Assessment of comparative treatment satisfaction with sildenafil citrate and penile injection therapy in patients responding to both.

BJU Int. 2007 Dec;100(6):1313-6. Mulhall JP, Simmons J.
Urology, Memorial Sloan Kettering Cancer Center & Weill Cornell Medical Center, New York, NY, USA.
jpm2005@med.cornell.edu
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OBJECTIVE: To survey patient satisfaction, using validated questionnaires, in a group of men with erectile dysfunction who had used and responded to both sildenafil citrate and intracavernosal injection (ICI) therapy.
PATIENTS AND METHODS: In all, 300 patients on ICI therapy were mailed questionnaire packets containing a survey enquiring about the patients' medical history, and two sets of the International Index of Erectile Function (IIEF) and the Erectile Dysfunction Inventory of Treatment Satisfaction (EDITS) sexual function surveys. If patients were using sildenafil alternating with ICI they were asked to complete the IIEF and EDITS questionnaires for each therapy. To identify only patients who had an adequate response to each agent, a score of >/=22 on the EF domain of the IIEF for sildenafil and ICI was required for inclusion in the final analysis.
RESULTS: In all, 178 packets were evaluable; 123 men (69%) responded to ICI but not sildenafil, and 11 (6%) responded only to sildenafil and not ICI, leaving 37 patients who responded to both; these patients comprised the study population. There was no difference in EF domain score of the IIEF between the treatments; EDITS scores were significantly higher for ICI therapy than for sildenafil (P <>
CONCLUSIONS: In patients who alternate the use of sildenafil and ICI therapy, satisfaction appears to be higher with ICI, although the erectogenic performance is similar. This suggests that patient satisfaction does not depend solely on erection performance, and that patients might benefit from various treatment options.
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