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19 de agosto de 2012

Sem preguiça para ficar em forma.


Sem preguiça para ficar em forma

Pesquisa mostra que caminhar é o exercício preferido dos brasileiros que se exercitam regularmente, mas sedentarismo ainda atinge 40% da população.


MARIA CECILIA Vaz, que tem hérnia de disco, é orientada pelo professor Júnior Carvalho, no The Pilates Studio: desde que começou os exercícios, ela não sente mais dores
Foto: Carlos Ivan
MARIA CECILIA Vaz, que tem hérnia de disco, é orientada pelo professor Júnior Carvalho, no The Pilates Studio: desde que começou os exercícios, ela não sente mais doresCARLOS IVAN
RIO - Beneficiados, por um lado, pelas belezas naturais dos quatro cantos do país, e, prejudicados, por outro, pela falta de equipamentos públicos que favoreçam a prática esportiva, os brasileiros elegem como sua atividade física preferida a caminhada, revelou uma pesquisa feita pela Proteste, entidade de defesa do consumidor. O dado mais impressionante, porém, é o índice ainda muito alto de sedentarismo: cerca de 40% dos brasileiros não se exercitam, embora a maioria saiba que deveria fazê-lo a fim de prevenir doenças. Outros estudos trazem dados ainda mais preocupantes: um deles, feito pelo InCor, de São Paulo, sustenta que o índice de sedentarismo chega a 70%. E a Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios (PNAD), feita em 2008 e publicada em 2010, concluiu que um em cada cinco brasileiros é pouco ativo. A disparidade entre os números dos estudos se deve à dificuldade de definir o que é sedentarismo. Afora a discussão teórica, importante mesmo, dizem os especialistas, é manter-se ativo. Para quem não gosta de exercícios formais, vale gastar energia levando o cachorro para passear, seguir caminhando ou pedalando para seus compromissos e até arrumar a casa.
— Este tipo de atividade não torna ninguém um atleta, mas gastar de 300 a 400 quilocalorias por dia já é capaz de trazer benefícios para a saúde — observa o professor Walace Monteiro, pesquisador do Laboratório de Atividade Física e Promoção da Saúde da Uerj. — E é bom lembrar que exercício não é vacina: se você para de fazer, cessa o efeito de proteção ao organismo.
A pesquisa da Proteste teve a parceria de entidades de consumidores da Itália e da Espanha e considerou inativos os entrevistados que faziam menos de uma hora de caminhada por semana. Ouviu cerca de sete mil pessoas, nos três países. Aqui, foram 1.116 indivíduos, entre 18 e 70 anos, moradores das cinco regiões. A maioria vive em áreas urbanas e tem pelo menos o ensino médio completo. Os brasileiros revelaram-se os mais sedentários: na Espanha, eles corresponderam a 21% dos entrevistados, e na Itália, a 33%. O Rio de Janeiro acompanhou a média da região Sudeste, onde cerca de 60% das pessoas são ativas.
— Perto do litoral, as pessoas costumam ser mais ativas. No Rio, a mentalidade do culto ao corpo ainda faz aumentar o número de pessoas que se exercitam — diz Melissa Reis, pesquisadora estatística da Proteste. — A disponibilidade de espaços e equipamentos públicos também influencia os hábitos dos brasileiros.
A pesquisa avaliou ainda o impacto da prática de exercícios na qualidade de vida, e concluiu o esperado: quanto mais atividade, mais saúde física e mental. Para Walace Monteiro, porém, os efeitos estéticos e o medo de doenças ainda são os principais estímulos para o exercício, em detrimento do prazer de realizá-lo como lazer e da consciência de sua importância para a saúde. Luiz Oswaldo Rodrigues, coordenador do doutorado em Ciências do Esporte da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), concorda:
— Do ponto de vista da evolução da espécie humana, atividade física diária deveria ser o padrão, até porque quem não faz fica doente. Porém, a espécie humana foi criada para gastar a energia necessária procurando seu alimento e guardar a restante em forma de gordura, no que se chama de princípio geral da economia de energia. Nos últimos 11 mil anos, com a civilização, a atividade física foi se tornando cada vez menos obrigatória. Hoje, a maioria das pessoas só a procura depois que leva um susto, como sofrer um infarto.
O importante, segundo médicos e preparadores físicos, é escolher uma atividade com a qual se tenha afinidade. E o estudo da Proteste mostrou que cada faixa etária tem suas preferências. Jovens de 18 a 29 anos gostam mais de musculação. Estudante de biomedicina, Juliana Cantagalli Pfisterer, de 22 anos, se encaixa neste perfil. Moradora de Copacabana, ela faz exercícios com aparelhos numa academia de três a quatro vezes por semana, além de ginástica localizada. Ocasionalmente, corre na praia.
— Comecei a musculação há quatro anos, porque sempre gostei do ambiente de academia e queria resultados estéticos rápidos. Mas, claro, também penso na saúde; me sinto muito bem com o exercício — diz.
A caminhada faz principalmente a cabeça de quem tem de 30 a 49 anos, mostrou o levantamento. E os mais velhos, com idades de 50 a 64 anos, optam prioritariamente pela ioga ou pelo pilates. É o caso de Maria Cecília Vaz, de 60 anos, que encontrou no pilates um alívio para as dores causadas por uma hérnia de disco.
— Eu fazia ginástica esporadicamente, de forma errada, e acabei com uma hérnia. Dois médicos disseram que eu não poderia mais carregar bolsa nem empurrar carrinho de supermercado, e um terceiro me sugeriu RPG para fortalecer a musculatura do abdômen e a coluna — conta ela, que caminha na praia antes de ir para a academia. — Mas eu tinha ouvido falar do pilates e, com o consentimento dele, fui experimentar. Isso foi há nove anos. Comecei a fazer uma vez por semana, até aumentar para três, e, salvo pelo período em que nasceram meus netos gêmeos, nunca parei e nem pretendo parar. Deixei de senti dor.
Os especialistas dizem que mesmo quem tem problemas de saúde crônicos deve se exercitar.
— E quem quer começar deve passar por uma avaliação cardiológica, e, dependendo do caso, exames complementares. Depois, o ideal é procurar um profissional de educação física para saber com que regularidade praticar cada atividade — aconselha Newton Nunes, doutor em educação física pela USP e especialista em reabilitação cardiovascular pelo InCor.

Tempo diante da televisão é vinculado à diabetes e morte precoce.


Tempo diante da televisão é vinculado à diabetes e morte precoce

Estilo de vida sedentário aumenta risco de desenvolver alguns tipos de doenças

15 de junho de 2011 | 14h 25
REUTERS
NOVA YORK (Reuters Life!) - Pessoas que passam muitas horas diante da televisão correm risco maior de morrer precocemente ou desenvolver diabetes e doenças cardíacas, e mesmo duas horas diárias de televisão já exercem um efeito marcante, revelou um estudo feito nos EUA.
Trocar exercícios por vida sedentária diante da TV aumenta em 20% o risco de desenvolver diabetes - Arquivo AE
Arquivo AE
Trocar exercícios por vida sedentária diante da TV aumenta em 20% o risco de desenvolver diabetes
Os habitantes dos EUA passam uma média de cinco horas diárias assistindo à TV, enquanto australianos e alguns europeus passam entre 3,5 e quatro horas diárias, disseram pesquisadores chefiados por Frank Hu, da Harvard School of Public Health.
"A mensagem é simples. Reduzir o tempo passado assistindo à TV é uma maneira importante de reduzir comportamentos sedentários e diminuir o risco de diabetes e doenças cardíacas", disse Hu.
Ele acrescentou que as pessoas que ficam sentadas diante da televisão não apenas se exercitam menos, como provavelmente consomem alimentos pouco saudáveis.
"A combinação de estilo de vida sedentário, dieta pouco saudável e obesidade gera condições perfeitas para a diabetes do tipo 2 e as doenças do coração."
Este não é o primeiro estudo a associar tempo passado diante da TV com efeitos maléficos. Muitos estudos constataram um vínculo forte com a obesidade, e um estudo de 2007 constatou que muito tempo diante da TV está associado a pressão sanguínea mais alta em crianças obesas.
Outro estudo do mesmo ano descobriu que crianças acima do peso que assistem a comerciais sobre comida tendem a dobrar sua ingestão de alimentos.
Para o novo estudo, publicado no Journal of the American Medical Association, Hu e sua equipe reviram oito estudos sobre as ligações entre tempo passado diante da televisão e doenças, que acompanharam ao todo mais de 200 mil pessoas por um período médio de sete a dez anos.
Hu e seus colegas constataram que, para cada duas horas diárias de televisão, o risco de diabetes das pessoas aumenta 20% e o risco de doenças cardíacas, 15%.
Cada duas horas diárias de televisão aumentam em 13 por cento o risco de morte.
Com base nesses resultados, Hu e sua equipe estimaram que, em um grupo de 100 mil pessoas, a redução em duas horas do tempo diário de TV poderia prevenir 176 casos novos de diabetes, 38 casos de doenças cardíacas fatais e 104 mortes prematuras -- por ano.
Todos os estudos usados na análise se asseguraram de que os participantes não apresentavam doenças crônicas, porque pessoas menos saudáveis podem tender a passar mais horas assistindo à TV e também a sofrer diabetes, doenças do coração ou morte prematura.
O estudo não comprova que assistir à TV, por si só, eleva o risco de doenças, nem identifica que aspecto de se assistir à TV pode exercer um impacto.
"É verdade que as pessoas que assistem muito à TV diferem das que assistem menos, especialmente em termos de alimentação e níveis de atividade física", disse Hu.

Sedentarismo reduz em quase 80% o equilíbrio de mulheres a partir dos 70.


Sedentarismo reduz em quase 80% o equilíbrio de mulheres  a partir dos 70

Novo estudo feito pela Secretaria de Estado da Saúde aponta declínio de reações metabólicas, neuromotoras e funcionais durante o envelhecimento feminino

09 de abril de 2012 | 13h 47
Estadão.com.br
Estudo inédito da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo em parceria com o Celafiscs (Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul) aponta que a falta de atividades físicas na terceira idade afeta diretamente nas reações metabólicas, neuromotoras e funcionais.
Segundo pesquisa, o sedentarismo na terceira idade também compromete a agilidade das pessoas - Evelson de Freitas/AE
Evelson de Freitas/AE
Segundo pesquisa, o sedentarismo na terceira idade também compromete a agilidade das pessoas
O levantamento acompanhou cerca de 300 mulheres, com idades entre 50 e acima de 70 anos, todas em fase sedentária. O equilíbrio é o fator que mais sofre com a ausência da atividade física durante a terceira idade.
Ao serem submetidas a um teste com duração de 30 segundos, as participantes na faixa etária entre 50 e 59 anos conseguiram manter-se equilibradas por aproximadamente 24 segundos. Já as entrevistadas a partir de 70 anos realizaram o mesmo exame em apenas 13,40 segundos, o que aponta uma queda de 78,8% na capacidade de equilíbrio.
O sedentarismo na terceira idade também compromete a agilidade das pessoas. Ao serem expostas a um exercício de locomoção, para andar um curto trajeto, as participantes com 50 e 59 anos realizaram o percurso em 2,5 segundos. Já as mulheres acima de 70 anos caminharam em 3,11 segundos, o que aponta aumento de 24% no grau de dificuldade durante a caminhada.
O reflexo também é comprometido pela falta da atividade física. Expostas a um exercício composto por sequência repetitiva de levantar e sentar numa cadeira durante 30 segundos, as mulheres com 50 e 59 anos realizaram uma média de 19,35 repetições. Já o grupo das participantes com mais de 70 anos realizaram apenas uma média de 17,36 repetições, o que aponta uma queda de 11,46% no reflexo da ação.
Testes comparativos de desempenho entre os dois grupos também apontaram perda de força e de massa muscular por falta de exercício físico. O índice de massa corpórea (IMC) caiu em 5,47%. Com relação à circunferência do braço, a perda de massa foi de 5,46%. Já a circunferência da perna, a perda foi de quase 3%. Em exercício para medir força exercida pelos membros superiores, a perda foi de 7,4%.  O teste de impulsão para constatar força de membros inferiores, a perda foi de 28,43%.
Por fim, a comparação entre os dois grupos apontaram uma perda de 19,7% com relação à flexibilidade e aumento de 3% na medida de circunferência das participantes da pesquisa durante o processo de envelhecimento sem a realização de atividades físicas.
"Todos esses índices apontam o impacto que o envelhecimento causa em mulheres fisicamente ativas, o que reforça a necessidade de um programa de atividade física. Além disso, os dados ajudam a estimar o que as mulheres atualmente classificadas como sedentárias estão sujeitas, fatores esses que podem levar ao aumento de risco de doenças e dificuldade de execução de atividades simples", afirma Sandra Matsudo, coordenadora da pesquisa.
A pesquisadora ainda afirma que pequenas mudanças da rotina podem ajudar a eliminar o sedentarismo na rotina de uma mulher rumo à terceira idade. "Fazer caminhada diária de 30 minutos, realizar exercícios de flexibilidade duas vezes por semana, executar uma média de 40 curtos saltos, ou, até mesmo, utilizar escadas no lugar do elevador e carregar a sacola de compras auxiliam na melhora da qualidade de vida", finaliza Sandra. 

Sedentários são mais propensos a sofrer de impotência sexual, aponta pesquisa.


Sedentários são mais propensos a sofrer de impotência sexual, aponta pesquisa

Cerca de 90% dos homens que apresentaram sintomas não faziam atividades físicas

22 de junho de 2012 | 17h 20
Agência Brasil
Os homens sedentários estão mais propensos a sofrer de impotência sexual, aponta uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira, 22, pela Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo. O levantamento feito com pacientes do Centro de Referência da Saúde do Homem indicaram que, em 90% dos casos de incidência da doença, os homens apresentavam uma vida sedentária.
Para ter uma ereção, o homem usa o toque, a visão, a memória e os pensamentos. De outro lado, o sedentarismo gera hipertensão arterial sistêmica, colesterol e triglicerídeos altos. Esses são fatores de riscos para doenças cardiovasculares, que por sua vez formam as principais causas orgânicas da disfunção erétil, tornando os vasos sanguíneos mais rígidos e dificultando a vasodilatação no pênis.
Além disso, o acúmulo de peso e gordura na região abdominal reduzem a produção de testosterona, o hormônio masculino importante para o desempenho sexual. O uso de cigarro também foi apontado pela pesquisa como uma das causas do problema: 40% dos pacientes com a disfunção eram fumantes.
Segundo o urologista Joaquim Claro, médico chefe do Centro de Referência da Saúde do Homem, o cigarro entope os vasos e a consequência disso é que a circulação de sangue no pênis se torna bem menor. "Os pacientes tabagistas com mais de 55 anos dificilmente vão deixar de apresentar algum grau de impotência sexual. A atuação do tabaco nas artérias é similar ao dos fatores orgânicos como a diabetes", explica.
No Brasil, 25 milhões de homens acima dos 18 anos já apresentaram disfunção ao menos uma vez na vida e, na faixa dos 40 anos, mais de 40% não conseguem ter relações sexuais por falta de ereção. O tratamento da disfunção sexual masculina é feito com terapia de apoio, medicamentos ou implantação de prótese peniana.

Especialistas defendem atividade física para evitar mortes prematuras.


Especialistas defendem atividade física para evitar mortes prematuras

Em Simpósio, especialistas alertam para riscos de obesidade e falta de atividade física na América Latina

17 de agosto de 2012 | 10h 51
Estudos mostram que inatividade mata tanto quanto cigarro - Evelson de Freitas/AE
Evelson de Freitas/AE
Estudos mostram que inatividade mata tanto quanto cigarro
 Especialistas em nutrição e profissionais da saúde brasileiros divulgaram que as causas da obesidade são múltiplas, defenderam o uso de fármacos para completar algumas dietas e sublinharam a importância da atividade física para melhorar a qualidade de vida e evitar mortes prematuras.

"A inatividade física mata tanto quanto o cigarro, mata mais que a obesidade e mais que o diabetes", disse Victor Matsudo, professor da Universidade Gama Filho de São Paulo, durante a primeira jornada de um simpósio sobre equilíbrio energético realizado no Guarujá.

Matsudo alertou que a população brasileira está ganhando peso rapidamente, afirmou que 70% dos cidadãos da cidade de São Paulo são sedentários e que a inatividade causa uma morte cada dois minutos.

"Minha perspectiva é construir saúde a partir da atividade física", disse Matsudo que lembrou que o exercício não deve ser contemplado só como prevenção mas "faz parte do tratamento".

Além disso, disse que a falta de atividade física causa 9% das mortes prematuras e mostrou estudos que revelaram que os benefícios de combater o sedentarismo são mais elevados que alguns tratamentos e cirurgias.

Já o professor de Medicina Alfredo Halpern, da Universidade de São Paulo, defendeu o uso de remédios para ajudar na perda de peso de pacientes que não alcançam emagrecer com dietas, mas matizou que o mesmo medicamento pode ter diferentes efeitos em pessoas distintas.

"Não é obeso o que quer, é obeso o indivíduo que entre outros fatores tem um distúrbio bioquímico por razões que ainda não se conhecem", afirmou.

Além disso, detalhou que o estresse, a falta de sono, as bactérias e a carência de algumas vitaminas como fatores que influem no sobrepeso.

Outro especialista que discursou no debate foi o professor de Epidemiologia e do Programa de Ciências Nutricionais da Universidade de Washington, Adam Drewnowski, que desmentiu que as bebidas com adoçantes baixas em calorias causem fome ou superestimulem os receptores do sabor.

O especialista disse que esse tipo de bebida é "uma ferramenta útil a mais" no controle do peso, mas esclareceu que não é uma "varinha mágica".

Drewnowski destacou que não há estudos a longo prazo e assegurou que é difícil a extrapolação dos dados de uma região geográfica a outras, por isso recomendou estudos próprios sobre a América Latina.

O pesquisador também falou da escolha dos sabores e manifestou que é natural a inclinação das crianças pelo doce e a evolução dessa escolha com a passagem dos anos.

Segundo o professor, o ser humano relaciona o sabor amargo com venenos e substâncias que põem em perigo sua sobrevivência.

O endocrinologista mexicano Fernando Lavalle foi o encarregado de abrir hoje os debates, que reúnem mais de 130 participantes, e têm o objetivo de aprofundar sobre os pilares científicos do balanço energético.

Lavalle, que preside o comitê organizador da Série Científica Latino-Americana, iniciativa que promove o simpósio, alertou sobre os riscos de obesidade e falta de atividade física na América Latina e acrescentou que os sistemas de saúde não estão suficientemente desenvolvidos para enfrentar essa realidade.