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23 de fevereiro de 2012

Cientistas descobrem novo marcador relacionado à síndrome metabólica

Condição aumenta risco de desenvolver diabetes e doença cardíaca RIO - Cientistas americanos descobriram um suspeito-chave na inflamação destrutiva que sustenta doenças cardíacas e diabetes. A nova pesquisa mostra níveis elevados de um receptor presente em leucócitos da resposta imune inata em pessoas em risco de desenvolver estas doenças crônicas. Os receptores são a primeira linha de defesa do corpo contra invasores infecciosos, e eles desencadeiam uma onda de citocinas, soldados agressivos do sistema imunológico, para a corrente sanguínea.
A pesquisa, publicada na revista "Diabetes Care" na última quarta-feira, analisou indivíduos diagnosticados com síndrome metabólica - um conjunto de fatores de risco cardiometabólico ligado a muitas doenças graves. A síndrome é um risco alto para quem sofre de obesidade como já foi revelado pelo especialista Ishwarlal Jialal e sua equipe do UC Davis Medical Center, nos Estados Unidos. Ela aumenta o risco de desenvolver diabetes em ao menos cinco vezes e doença cardíaca em até duas a quatro vezes. Jialal, professor de patologia, também liderou o novo estudo.
Os receptores, ou sensores, nas células são chamados de receptores do tipo Toll (TLRs, na sigla em inglês), e o Prêmio Nobel foi concedido no ano passado para as descobertas que mostraram que iniciam a resposta imune inata rápida às infecções. Mas a inflamação que eles causam também pode ser prejudicial. Em cobaias, mostrou-se que dois TLRs - TLR2 e TLR4 - são importantes no desenvolvimento da diabetes e das doenças cardíacas.
Estes receptores estão presentes em muitas células, mas eles são mais abundantes em monócitos, um tipo de glóbulo branco que desempenha um papel central na resposta inflamatória a micróbios invasores. Eles podem ser desencadeados por produtos de agentes patogênicos ou sinais a partir de células que morrem e ácido graxo saturado.
A pesquisa da UC Davis focou no TLR2 e no TLR4. Para o estudo, os pesquisadores avaliaram 90 indivíduos com idade entre 21 e 70 anos, dos quais 49 tinham ao menos três características da síndrome metabólica. Isso inclui hipertensão, baixo nível de HDL, conhecido como o colesterol bom, altos níveis de triglicerídeos e obesidade, como evidenciado pelo aumento da circunferência da cintura, ou um nível de glicose entre 101-125 mg/dl mas não indicativo de diabetes. Membros do grupo de controle não tinham mais do que dois marcadores. Pessoas com aterosclerose, diabetes, doença inflamatória ou maligna, e outras desordens foram excluídas para estudar a função receptora sem variáveis de confusão, e para obter conhecimentos sobre síndrome metabólica nascente ou no início, antes das complicações.
Comparações do sangue dos participantes dos dois grupos mostraram que o grupo com síndrome metabólica exibiu níveis significativamente altos de RNA mensageiro e de proteínas da superfície celular do receptor TLR2 e TLR4, aumento dos níveis do interruptor principal de inflamação no núcleo, e uma concentração muito maior de soldados imunes no sangue, como citocinas, que criam inflamação.
Todas essas anormalidades se deram independentemente da obesidade, sugerindo que eles são devido ao ambiente de síndrome metabólica. Os níveis dos ácidos graxos e o produto de endotoxina de bactérias gram-negativas também aumentaram no sangue de indivíduos com síndrome metabólica ao menos duas ou três vezes, respectivamente, e explicou em parte o aumento de TLR4.
A pesquisa sugere que suprimir a atividade de TLR com perda de peso e dieta, exercício e drogas dirigidas especificamente a estes receptores, pode revelar-se eficaz no tratamento de doenças cardíacas, diabetes e outras condições ligadas à síndrome metabólica.
Jialal destacou que nem todos os obesos sofrem da constelação de sintomas que compõem a síndrome metabólica e, de fato, cerca de 30% das pessoas obesas estão em menor risco de complicações metabólicas, de acordo com um estudo. Mas desde que o estudo mostre aumento da inflamação em pessoas obesas, o receptor do tipo Toll e as descobertas de monócitos podem ajudar a definir indivíduos com maior risco para obesidade.
O grupo de pesquisa de Jialal relatou no ano passado que monócitos e macrófagos relacionados estavam presentes na gordura de indivíduos com síndrome metabólica e que suas gorduras eram mais inflamadas. A nova descoberta mostra que as proteínas do tipo Toll pode ser dirigido a um aumento desta atividade, e que os agentes inflamatórios estão fazendo isso para a corrente sanguínea, de onde eles podem ir para qualquer parte do corpo, incluindo fígado, gordura e coração.

1 de agosto de 2008

Effect of irbesartan on erectile function in patients with hypertension and metabolic syndrome

Pathogenesis of erectile dysfunction (ED) is related to endothelial dysfunction and therefore associated with cardiovascular risk factors. Patients with a combination of risk factors, as in metabolic syndrome, are thus likely to have an increased risk of developing endothelial and ED. The angiotensin receptor antagonist irbesartan has been shown to improve endothelial function in cardiovascular high-risk patients, which suggests a beneficial effect of treatment with irbesartan on ED. The aim of the present study was to determine the influence of irbesartan on ED in patients with a metabolic syndrome. A total of 1069 consecutive hypertensive patients with a metabolic syndrome from the Documentation of hypertension and metabolic syndrome in patients with Irbesartan Treatment survey were included. Patients were treated with irbesartan or the combination of irbesartan/hydrochlorothiazide for 6 months. ED was assessed using the international index of erectile function. The Cologne Evaluation Questionnaire of Erectile Dysfunction served as a control. Erectile function increased significantly (P<0.0001)>
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15 de julho de 2008

An exploratory study of the effects of 12 month administration of the novel long-acting testosterone undecanoate on measures of sexual function and th

Arch Androl. 2007 Nov-Dec;53(6):353-7.
Saad F, Gooren L, Haider A, Yassin A.
Bayer-Schering, Department of Men's Healthcare, 13342 Berlin, Germany.
Farid.Saad@bayerhealthcare.com
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Administration of testosterone undecanoate (TU) over 12 months to men with sexual dysfunction and signs of the metabolic syndrome, restored their plasma testosterone (T) levels to the mid-range of reference values. This had a beneficial effect on their sexual functioning as evidenced by an improvement of their scores on the International Index of Erectile Function.
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The scores on the Aging Male Symptoms score, AMS, were also improved. Most impressive were the improvements in the parameters of the metabolic syndrome; they all improved and appeared largely correlated (i.e., decline in waist circumference with declines of plasma cholesterol and LDL and increase in plasma HDL). Sex hormone binding globulin, SHBG, may be considered as an indicator of the severity of the metabolic syndrome; levels of SHBG initially fell, probably as a result of rising plasma T levels. But over the last six months of the observation period when plasma T rose further, there was a significant increase in plasma SHBG which may be interpreted to indicate an improvement of the metabolic syndrome.
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Blood pressure improved slightly but significantly. In this cohort of elderly men (54-76 years; median 64 years) there were no safety concerns over a one year period of T administration. Prostate specific antigen, PSA, levels remained stable; the International Prostate Symptoms Score, IPSS, improved slightly. Liver functions and plasma glucose remained stable. Hemoglogin and hematocrit values increased significantly but remained within reference values.
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Beneficial effects of testosterone administration on symptoms of the lower urinary tract in men with late-onset hypogonadism: a pilot study.

Aging Male. 2008 Jun;11(2):57-61.
Kalinchenko S, Vishnevskiy EL, Koval AN, Mskhalaya GJ, Saad F.
Russian Research Center for Endocrinology, Moscow, Russia.
Kalinchenko@list.ru
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INTRODUCTION: Elderly men are bothered by lower urinary tract complaints designated as lower urinary tract symptoms (LUTS). In epidemiological studies LUTS appears strongly associated with erectile dysfunction, and also with metabolic syndrome. LUTS occurs at an age at which plasma testosterone levels decline, in some men to hypogonadal values. Objectives. This pilot study tested whether testosterone administration to elderly men complaining of LUTS and whose plasma testosterone levels are below normal, might alleviate LUTS.
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METHODS: Group 1 (n = 10) received treatment with testosterone gel (50 mg) daily for three months; group 2 (n = 20) received treatment with injections of testosterone undecanoate 1000 mg for 26 weeks.
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RESULTS: Upon these interventions, plasma testosterone increased to the normal range. Symptoms of LUTS, measured by the International Prostate Symptoms Score, improved significantly, and also scores of the Aging Males' Symptoms scale and international index of erectile function improved. There were no untoward effects on the prostate over this period of time of the study.
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CONCLUSION: Testosterone administration improved symptoms of LUTS in men with late-onset hypogonadism. The mechanism of action is as yet not understood, but it may be connected with or parallel with the effects of testosterone on penile tissues in hypogonadal men, such as on nitric oxide and phosphodiesterase.
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13 de abril de 2008

Barriga grande aumenta o risco de Impotência.

O Globo - 13/04/08 -
Excesso de gordura abdominal reduz o nível de testosterona.
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mmmmMais do que um problema estético, uma barriga saliente deixa o homem mais vulnerável a um de seus maiores fantasmas: a impotência sexual. Reunidos no 23º Congresso Europeu de Urologia, em Milão, alguns dos principais urologistas do continente enfatizaram o papel da obesidade abdominal na predisposição para a disfunção erétil. Um estudo apresentado no congresso apontou o problema como fator número um da síndrome metabólica, conjunto de fatores considerado o maior inimigo da potencia sexual masculina, e também associada à maior chance de doenças cardiovasculares e diabetes.
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De acordo com os especialistas, a obesidade abdominal começa a ser um fator de risco para o homem quando a cintura é maior do que 94cm. O excesso de gordura na região esta diratamente ligada a quantidade de hormônio masculino no organismo, a testosterona. Segundo o inglês Ian Banks, presidente do Fórum Europeu de Saúde Masculina, existe uma relação direta entre o aumento do volume da gordura abdominal e a diminuição do nível de testosterona, sendo que a testosterona tem o poder de reduzir a gordura abdominal.
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Outras condições de risco que compõem a síndrome metabólica são a diabetes, a hipertensão arterial e o aumento do colesterol. Todos eles reduzem a quantidade de testosterona no organismo. Segundo o estudo, 64% dos pacientes com disfunção erétil apresentam um ou mais desses fatores de risco. Estima-se que 152 milhões de homens no mundo, ou 16% da população masculina entre 20 e 75 anos de idade, experimentam algum grau de disfunção erétil.
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As conclusões reforçam a tese de que o estilo de vida do homem é um importante desencadeador para a síndrome metabólica e, por conseqüência, para a disfunção erétil. Cigarro, estresse, sedentarismo e excesso de trabalho são os maiores vilões nessa questão. Daí a recomendação dos urologistas para que os homens comecem a tratar esses sintomas o quanto antes. Segundo o Dr. Banks, os homens demoram muito mais a procurar um medico do que a mulher. Em geral ele só vai quando a doença já esta adiantada, o que acaba prejudicando o tratamento da síndrome metabólica e da disfunção erétil.
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4 de abril de 2008

Disfunção erétil, hipogonadismo e síndrome metabólica

17 March 2008 Division of Urology, Maimonides Medical Center, Columbia University, Brooklyn, NY, USA
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mmmmAté alguns anos atrás, acreditava-se que a testosterona poderia ser considerada um fator de risco para o maior índice de doenças cardiovasculares em homens, se comparado com as mulheres da mesma faixa etária. Atualmente sabe-se que a baixa de testosterona está associada com o aumento da obesidade visceral, com a síndrome metabólica, com a diabetes mellitus tipo 2, com as doenças cardiovasculares e com a disfunção erétil; doenças relacionadas com o processo de envelhecimento masculino. Já está comprovado que a terapia de reposição hormonal com testosterona não aumenta a incidência das doenças cardiovasculares, nem de infarto agudo do miocárdio, de acidente vascular encefálico ou de angina do coração. Melhorar a saúde sexual dos homens é uma forma de identificar e iniciar o tratamento dos fatores de risco dessas doenças potencialmente graves e letais como a diabetes, obesidade, hipertensão e hiperlipidemia.
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NOSSA OPINIÃO:
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Cada vez mais os autores reconhecem a importância de manter os níveis de testosterona próximo da normalidade em todas as idades como uma forma de evitar os fatores de risco que costumam ser responsáveis pelo aparecimento de milhões de casos de diabetes, hipertensão arterial e doenças cardiovasculares no mundo inteiro. A terapia de reposição hormonal é capaz de afastar esses fatores de risco, podendo até mesmo de retardar o processo de envelhecimento dos homens, além de contribuir de maneira importantíssima para a melhora da qualidade de vida desses homens. Muitas vezes a disfunção erétil é o primeiro sinal de diabetes ou da síndrome metabólica. Se esses homens forem tratados apenas com a medicação oral do tipo Viagra, eles podem estar perdendo a chance de se tratarem de modo a evitar uma doença muito mais grave e que pode levar a complicações muito piores, consequência da baixa hormonal de testosterona sanguínea.
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1 de abril de 2008

Avaliação da Síndrome Metabólica em pacientes com e sem disfunção erétil diagnosticada.

JOAO PAULO ZAMBON; AMIR JAMIL KARAM JAMIL KARAM.
Trabalho apresentado no 31° Congresso Brasileiro de Urologia, Salvador - BA, nov-2007.
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INTRODUÇÃO: A síndrome metabólica é caracterizada pelo aumento da resistência à insulina e hiperinsulinemia. Os componentes dessa síndrome são : diabetes mellitus tipo II , hipertensão arterial, obesidade e dislipidemia. Estes componentes são fatores de risco para doença cardiovascular e a disfunção sexual erétil (DSE) estando diretamente relacionada com as doenças cardiovasculares.
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OBJETIVO: avaliar a presença de síndrome metabólica em pacientes com e sem disfunção erétil que estão em programa de revisão continuada de saúde.
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MATERIAL E MÉTODO: No período de janeiro de 2005 a dezembro de 2006 foram selecionados 100 homens com disfunção erétil e 100 homens sem disfunção erétil , pareados de acordo com a idade. Fatores clínicos
como tabagismo , hipertensão , diabetes mellitus , índice de massa corpórea ( IMC ), índice cintura quadril( ICQ ) e frequênca cadíaca em repouso foram analisados e comparados nos 2 grupos. Os parâmetros laboratoriais analisados foram : colesterol total , HDL , LDL, glicemia de jejum e proteína C reativa. Os dados observados foram submetidos a análise estatística.
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RESULTADOS: Com relação aos parâmetros clínicos a presença de diabetes mellitus, hipertensão arterial , tabagismo e obesidade avaliada pelo ICQ foi mais frequente nos homens com DSE se comparados aos seus respectivos controles. Com relação aos parâmetros laboratoriais , somente a glicemia de jejum e a proteína C reativa apresentaram significância estatística. O colesterol total , HDL e LDL foram semelhantes nos 2 grupos.A síndrome meabólica esteve presente em 43/100 homens com DSE e em 27 / 100 homens sem DSE. De acordo com análise estatística esta variável apresentou significância estatística.
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CONCLUSÕES: Na amostra estudada, a síndrome metabólica apresentou-se mais fequente nos homens com DSE se comparados aos seus controles. A presença de DSE parece ser um fator de risco para a hiperinsulinemia e o aumento da resistência à insulina.
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LEIA MAIS SOBRE "SINDROME METABÓLICA" EM:
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27 de fevereiro de 2008

Síndrome Metabólica: todo gordinho tem.

A síndrome metabólica (SM) é uma das maiores causas de disfunção erétil. Caracteriza-se pela associação, num mesmo indivíduo, de dislipidemia (aumento do colesterol), diabetes mellitus do tipo 2 ou intolerância à glicose, hipertensão arterial e excesso de peso ou obesidade.
A SM é a doença metabólica mais comum da atualidade e também a maior responsável por eventos cardiovasculares. Embora poucos dados epidemiológicos existam, o 3º. Censo de Saúde e Nutrição dos Estados Unidos sugere que cerca de 23,7% da população adulta americana é portadora da SM.
As manifestações começam na idade adulta ou na meia-idade e aumentam muito com o envelhecimento. O número de casos na faixa dos 50 anos é duas vezes maior do que aos 30, 40 anos. Pelo fato da Síndrome Metabólica estar associada a maior número de eventos cardiovasculares é importante o tratamento dos componentes da Síndrome. É fundamental que seja adotado um estilo de vida saudável, evitando fumo, realizando atividades físicas e perdendo peso. Em alguns casos o uso de medicação se faz fundamental.
Resumindo: a SM ocorre em homens com aumento de peso, pressão alta, colesterol elevado e diabéticos. A SM é a maior causa de doença endotelial, levando à arteriosclerose e às doenças cardiovasculares, o que no pênis diminui e dificulta a entrada de sangue, afetando diretamente a ereção.
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